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Saúde Pública

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A prática do autocuidado responsável é estratégica para a promoção da saúde no modelo de atenção do SUS. Contudo, ela apresenta desafios éticos, técnicos e estruturais que exigem do farmacêutico habilidades clínicas, sensibilidade contextual e compromisso com a segurança terapêutica. A mediação do autocuidado ultrapassa a simples orientação sobre o uso de medicamentos e exige ações articuladas com a realidade do território e com a autonomia crítica dos usuários. BISSON, M. P. Farmácia clínica e cuidado farmacêutico. 5. ed. Barueri: Manole, 2025. E-book. em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520468357/. Acesso em: 27 jun. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Medicamentos. Brasília, 2001. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_medicamentos.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 338, de 6 de maio de 2004. Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 19 maio 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2004/res0338_06_05_2004.html. Com base no texto, analise as afirmativas a seguir. I. O autocuidado, ainda que favoreça a autonomia do paciente, deve ser orientado por avaliação clínica criteriosa, inclusive quando envolve medicamentos isentos de prescrição. II. A limitação estrutural de farmácias comunitárias, como falta de privacidade e tempo de atendimento reduzido, pode comprometer a qualidade do cuidado mediado pelo farmacêutico. III. A responsabilidade do farmacêutico limita-se à triagem e orientação sobre medicamentos, não incluindo aspectos como alimentação, repouso ou saúde emocional. IV. Em contextos de desassistência, auto cuidado pode ser distorcido em abandono terapeutico, exigindo do farmaceutico açao para reinserir o paciente nos fluxos formais de cuidado.
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JOSIANE LEAL

há 2 semanas

Respostas

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há 2 semanas

Vamos analisar cada afirmativa com base no texto e no contexto do autocuidado responsável no SUS: I. O autocuidado, ainda que favoreça a autonomia do paciente, deve ser orientado por avaliação clínica criteriosa, inclusive quando envolve medicamentos isentos de prescrição. — Verdadeiro. O texto destaca a necessidade de avaliação clínica criteriosa para garantir segurança terapêutica, mesmo para medicamentos isentos de prescrição. II. A limitação estrutural de farmácias comunitárias, como falta de privacidade e tempo de atendimento reduzido, pode comprometer a qualidade do cuidado mediado pelo farmacêutico. — Verdadeiro. O texto menciona desafios estruturais que impactam a prática do autocuidado e o cuidado farmacêutico. III. A responsabilidade do farmacêutico limita-se à triagem e orientação sobre medicamentos, não incluindo aspectos como alimentação, repouso ou saúde emocional. — Falso. O texto indica que a mediação do autocuidado ultrapassa a simples orientação sobre medicamentos, exigindo uma abordagem mais ampla e articulada com a realidade do usuário. IV. Em contextos de desassistência, autocuidado pode ser distorcido em abandono terapêutico, exigindo do farmacêutico ação para reinserir o paciente nos fluxos formais de cuidado. — Verdadeiro. O texto sugere que o farmacêutico deve atuar para garantir a segurança terapêutica e a reinserção do paciente no cuidado formal. Portanto, os itens verdadeiros são: I, II e IV. Como não foi fornecida a lista de alternativas, a resposta correta é a que contém os itens I, II e IV.

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