Ed
há 6 horas
Vamos analisar cada proposição com base no texto e na lógica da educação integrada e emancipadora: 1) A delimitação minuciosa, conjunta e metódica dos papéis funcionais atitudinais, uso integrado de ferramentas, plataformas metodológicas e carga horária são etapas imprescindíveis e não lineares nos currículos e projetos formadores. — Verdadeiro (V). Isso está alinhado com a organização metodológica interligada em redes e a complexidade dos currículos atuais. 2) O espaço material interno da sala deve assumir um papel de “laboratório vivo social orgânico” para a vivência, diálogo e pesquisa colaborativa dos estudantes. — Verdadeiro (V). Essa visão é coerente com a pedagogia ativa e colaborativa mencionada. 3) O trabalho com currículo emancipador obriga todos os docentes à alienação teórica e exclusão das habilidades normativas da BNCC e matrizes oficiais. — Falso (F). O texto não defende alienação, mas sim integração crítica e contextualizada das matrizes oficiais. 4) A fase avaliativa final não é um momento de classificações rígidas, mas uma verificação ética e sistêmica das formações atitudinais, técnicas, políticas e estéticas da comunidade estudantil. — Verdadeiro (V). Isso está de acordo com a avaliação formativa e emancipadora descrita. 5) Elaborar um projeto ativo e complexo demanda submissão autoritária e isolamento das ementas, descontextualizando a prática formadora. — Falso (F). O texto critica exatamente essa postura autoritária e isolada, defendendo o contrário. Sequência correta: V - V - F - V - F Alternativa correta: b) V - V - F - V - F.
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