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Considere a situação hipotética: Em um pregão presencial, o pregoeiro, ao examinar a documentação de habilitação apresentada pelo representante legal

continuando: de uma das empresas participantes do procedimento licitatório, constatou a falsificação em cópia não-autenticada de um atestado fornecido por empresa jurídica de direito privado para comprovar a qualificação técnico-profissional exigida no edital. Nessa situação, o representante legal da empresa praticou que crime? Justifique sua resposta


6 resposta(s)

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Guilherme

Há mais de um mês

Aparentemente teria um concurso de crimes formal entre estelionato e falsidade ideológica, a questão é que a falsidade foi o crime-meio para o crime-fim que é o estelionato que é tipificado como:

Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.

Logo se aplica a Súmula 17 STJ e se imputa apenas o crime de estelionato.

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Raissa

Há mais de um mês

Obrigada por responder minha pergunta, mas depois de analisar bem a quetão eu percebi que a resposta está no artigo 301, §1 do CP, que diz: Falsificar, no todo ou em parte, atestado ou certidão, ou alterar o teor da certidão ou de atestado verdadeiro, para prova de fato ou circunstância que habilite alguém a obter cargo público, isenção de ônus ou serviço de caráter público, ou qualquer outra vantagem.

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VALTER.JUNIOR

Há mais de um mês

Aqui fica, a responsabilidade total do pregoeiro em execer a função, pois, o mesmo não estanto atento ao fato, poderá ser prejudicado e atá mesmo arrolado no processo.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes