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INSUFICIÊNCIA ARTERAL AGUDA E CRÔNICA

1) Definir síndrome de insuficiência arterial crônica;
2) Saber reconhecer sinais e sintomas da s. insuficiência arterial crônica;
3) Reconhecer as principais etiologias da s. da insuficiência arterial crônica;
4) Definir síndrome de insuficiência arterial aguda;
5) Saber reconhecer sinais e sintomas da síndrome de insuficiência arterial aguda;
6) Reconhecer as principais etiologias da s. de insuficiência arterial aguda


4 resposta(s)

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Augusto

Há mais de um mês

1) A síndrome arterial crônica surge como uma diminuição progressiva da irrigação
sanguínea em um determinado território. É provocada pela oclusão ou redução da luz
de uma artéria, fato que pode decorrer de diversas causas, como aterosclerose,
arterites, fístula arteriovenosa, compressão extrínseca, tabagismo e até mesmo
neoplasias.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


2) Os sinais e sintomas dependem do território comprometido, portanto há variados
quadros clínicos... no caso de uma síndrome isquêmica crônica periférica, o quadro
clínico vai depender do grau de comprometimento da artéria, do local da lesão e da
eficiência da circulação colateral.
O sintoma mais comum é a claudicação intermitente, definida como uma dor,
desconforto, cãibra, dormência ou sensação de cansaço na musculatura; ocorre
durante exercício, e ameniza com repouso.
Principais achados físicos: redução ou ausência de pulsos distalmente à obstrução,
sopros na artéria estreitada, e atrofia muscular. Em alguns casos, a elevação do
membro ou uso repetito da musculatura pode produzir palidez nas regiões mais
distais.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523; Medicina Interna – Harrison, 14ed., pag.
1490-1491)
3) Principais etiologias: há prevalência de doença oclusiva periférica em indivíduos
com HAS, diabetes melito, hipercolesterolemia, e tabagistas.


(Medicina Interna – Harrison, 14ed., pag. 1490)


4) Surge quando há interrupção brusca de sangue, para um determinado segmento do
organismo... seja um órgão, ou estrutura periférica.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


5) O quadro clínico é caracterizado por:
- dor: ocorre em cerca de 70% dos casos, e pode se instalar de forma súbita ou
insidiosa (progressiva). Geralmente é precedida de formigamento ou dormência, que
com a evolução do processo isquêmico pode se tornar uma dor constritiva de forte
intensidade, acompanhada de incapacidade funcional;
- alteração de cor e temperatura da pele (distal à isquemia...): tal como a palidez, a
diminuição da temperatura da pele é acompanhada é um sinal característico de
redução do fluxo arterial;
- contratura muscular: quando há acentuada isquemia, há o chamado “sinal de
Volkmann”, onde há extrema contratura (inclusive dolorosa) dos músculos
prejudicados;
- bolhas: surgem nas áreas cianóticas;
- ausência de pulsos periféricos, distalmente à oclusão arterial.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


6) Etiologia variada, destacando-se a embolia arterial (70% dos casos), trombose
arterial, traumatismos arteriais, dissecção aguda da aorta ou ligadura inadvertida de
uma artéria.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)

1) A síndrome arterial crônica surge como uma diminuição progressiva da irrigação
sanguínea em um determinado território. É provocada pela oclusão ou redução da luz
de uma artéria, fato que pode decorrer de diversas causas, como aterosclerose,
arterites, fístula arteriovenosa, compressão extrínseca, tabagismo e até mesmo
neoplasias.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


2) Os sinais e sintomas dependem do território comprometido, portanto há variados
quadros clínicos... no caso de uma síndrome isquêmica crônica periférica, o quadro
clínico vai depender do grau de comprometimento da artéria, do local da lesão e da
eficiência da circulação colateral.
O sintoma mais comum é a claudicação intermitente, definida como uma dor,
desconforto, cãibra, dormência ou sensação de cansaço na musculatura; ocorre
durante exercício, e ameniza com repouso.
Principais achados físicos: redução ou ausência de pulsos distalmente à obstrução,
sopros na artéria estreitada, e atrofia muscular. Em alguns casos, a elevação do
membro ou uso repetito da musculatura pode produzir palidez nas regiões mais
distais.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523; Medicina Interna – Harrison, 14ed., pag.
1490-1491)
3) Principais etiologias: há prevalência de doença oclusiva periférica em indivíduos
com HAS, diabetes melito, hipercolesterolemia, e tabagistas.


(Medicina Interna – Harrison, 14ed., pag. 1490)


4) Surge quando há interrupção brusca de sangue, para um determinado segmento do
organismo... seja um órgão, ou estrutura periférica.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


5) O quadro clínico é caracterizado por:
- dor: ocorre em cerca de 70% dos casos, e pode se instalar de forma súbita ou
insidiosa (progressiva). Geralmente é precedida de formigamento ou dormência, que
com a evolução do processo isquêmico pode se tornar uma dor constritiva de forte
intensidade, acompanhada de incapacidade funcional;
- alteração de cor e temperatura da pele (distal à isquemia...): tal como a palidez, a
diminuição da temperatura da pele é acompanhada é um sinal característico de
redução do fluxo arterial;
- contratura muscular: quando há acentuada isquemia, há o chamado “sinal de
Volkmann”, onde há extrema contratura (inclusive dolorosa) dos músculos
prejudicados;
- bolhas: surgem nas áreas cianóticas;
- ausência de pulsos periféricos, distalmente à oclusão arterial.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)


6) Etiologia variada, destacando-se a embolia arterial (70% dos casos), trombose
arterial, traumatismos arteriais, dissecção aguda da aorta ou ligadura inadvertida de
uma artéria.
(Semiologia Médica – Porto, 5ed., pag. 523)

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RAFAEL

Há mais de um mês

Caraca,valeu Augusto me ajudou bastante

 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes