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Dúvida de um caso concreto

Gostaria de uma ajudinha, nesse seguinte exemplo:

"João" e "Maria" namorados, após anos de namoro, terminam, se dá que então "Maria" diz a "João" que está grávida, por haver tempo que os dois terminaram, "João" desconfiado espera a criança nascer e diz que prestaria todas as necessidades como pai, porem gostaria de fazer o DNA, a mãe não concorda, e ai começa toda a confusão, pois ela insiste que o filho é de "João" porem ele tem uma certa dúvida devido o tempo de término e pela rejeição do teste. Resumindo, acontece que ela faz chantagem por meio da criança, ele pediu o teste judicialmente mas, ela não compareceu então ele retirou o pedido. Ele tem receio de qual atitude tomar por causa da criança. 

Gostaria de saber como agir em meio a este caso?

(Nomes fictícios)


6 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.


O problema já teve início de solução quando João pediu o teste de DNA judicialmente. Como Maria se recusa a fazê-lo, João deve cortar qualquer ajuda financeira, condicionando-a a realização do teste. Se o filho realmente for de João, a necessidade de ajuda forçará a realização do exame. Se ainda assim Maria optar por não fazer o exame, a conclusão é que o filho não é de João.


Portanto, João deve suspender a ajuda financeira até que Maria faça o exame.

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.


O problema já teve início de solução quando João pediu o teste de DNA judicialmente. Como Maria se recusa a fazê-lo, João deve cortar qualquer ajuda financeira, condicionando-a a realização do teste. Se o filho realmente for de João, a necessidade de ajuda forçará a realização do exame. Se ainda assim Maria optar por não fazer o exame, a conclusão é que o filho não é de João.


Portanto, João deve suspender a ajuda financeira até que Maria faça o exame.

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Estudante

Há mais de um mês

Claro está que João é um corno que já vinha sendo traído pela Maria. A recusa daquela em efetuar o exame de constatação de paternidade é forte indício de que a prole não é dele. O pior é que alimentos não se repetem e se a vagaba resolver pedir alimentos provisórios ela vai ter direitos, a não ser que o patrono do João faça o pedido do exame de DNA nos autos e diante da recusa da Maria então deixar de pagar os alimentos por conta dessa recusa. 5% dos pais sociais não são os pais biológicos.
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Thainá

Há mais de um mês

kkkkk, adorei a resposta Roberto, esse inicio, eu já havia dito a pessoa kk.. Muito Obrigada!!

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Estudante

Há mais de um mês

Disponha. Costumo responder de forma irreverente, mas sempre dentro da Lei! Hehehe...

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas