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Crime contra o estado de filiação?

Registro de nascimento inesistente?


1 resposta(s)

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Claython

Há mais de um mês

Nascimento inexistente: Nascimento é o ato de teer início a vida do ser humano. Se é inexistente é porque, efetivamente, não ocorreu: ou o feto fio expelido sem vida ou nunca foi gerado.

Classificação:

  • É crime comum pois não exige do sujeito ativo ou passivo nenhuma qualidade especial;
  • O crime é formal (não exige resultado); Sua forma é livre já que pode ser cometido por qualquer meio escolhido pelo agente;
  • Crime comissivo, promover implica ação, atuar a favor de. Pode, excepcionalmente, ser comissivo por omissão (omissivo impróprio);
  • Instantâneo (quando o resultado não se prolonga no tempo, como nos casos de sequestro);
  • Unisubjetivo visto poder ser executado por apenas um agente;
  • Plurissubsistente: vários atos integram a conduta; Este crime admite a tentativa.

Prescrição: Seu prazo inicial é diferenciado nos termos do art 111, IV do CP (começa a contar a partir do momento em que o fato tornou-se público).

 

Art. 242 - Dar parto alheio como próprio; registrar como seu o filho de outrem; ocultar recém-nascido ou substituí-lo, suprimindo ou alterando direito inerente ao estado civil:

Pena - reclusão, de dois a seis anos.

Parágrafo único - Se o crime é praticado por motivo de reconhecida nobreza:

Pena - detenção, de um a dois anos, podendo o juiz deixar de aplicar a pena.

Núcleo do tipo: dar, com o sentido de considerar ou tornar. Registrar lançar em livro ou consignar. Ocultar é encobrir ou esconder. Substituir: tomar o lugar de algo ou alguém. Suprimir significa eliminar ou fazerr desaparecer. Alterar é modificar ou transformar. O objeto protegido é o estado de filiação. Trata-se de tipo misto cumulativo e alternativo. São previstas três condutas diferenciadas, embora, entre elas, exista alternatividade. São elas:

  • Dar parto alheio como próprio.
  • Registrar como seu o filho de outrem.
  • Ocultar ou substituir recém-nascido.

Nascimento inexistente: Nascimento é o ato de teer início a vida do ser humano. Se é inexistente é porque, efetivamente, não ocorreu: ou o feto fio expelido sem vida ou nunca foi gerado.

Classificação:

  • É crime comum pois não exige do sujeito ativo ou passivo nenhuma qualidade especial;
  • O crime é formal (não exige resultado); Sua forma é livre já que pode ser cometido por qualquer meio escolhido pelo agente;
  • Crime comissivo, promover implica ação, atuar a favor de. Pode, excepcionalmente, ser comissivo por omissão (omissivo impróprio);
  • Instantâneo (quando o resultado não se prolonga no tempo, como nos casos de sequestro);
  • Unisubjetivo visto poder ser executado por apenas um agente;
  • Plurissubsistente: vários atos integram a conduta; Este crime admite a tentativa.

Prescrição: Seu prazo inicial é diferenciado nos termos do art 111, IV do CP (começa a contar a partir do momento em que o fato tornou-se público).

 

Art. 242 - Dar parto alheio como próprio; registrar como seu o filho de outrem; ocultar recém-nascido ou substituí-lo, suprimindo ou alterando direito inerente ao estado civil:

Pena - reclusão, de dois a seis anos.

Parágrafo único - Se o crime é praticado por motivo de reconhecida nobreza:

Pena - detenção, de um a dois anos, podendo o juiz deixar de aplicar a pena.

Núcleo do tipo: dar, com o sentido de considerar ou tornar. Registrar lançar em livro ou consignar. Ocultar é encobrir ou esconder. Substituir: tomar o lugar de algo ou alguém. Suprimir significa eliminar ou fazerr desaparecer. Alterar é modificar ou transformar. O objeto protegido é o estado de filiação. Trata-se de tipo misto cumulativo e alternativo. São previstas três condutas diferenciadas, embora, entre elas, exista alternatividade. São elas:

  • Dar parto alheio como próprio.
  • Registrar como seu o filho de outrem.
  • Ocultar ou substituir recém-nascido.

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