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Estou rpecisando de um bom resumo facil e prático sobre o livro "O Príncipe" de Nicolau Maquiavel..

Alguém tem algum resumo pratico pra me ajudar? Grato !


9 resposta(s)

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Bruno Ferreira

Há mais de um mês

(aprova pelomenos, porque deu trabalho para digitar)

Escrito em 1513, O príncipe já teve várias interpretações e controvérsias. Numa primeira leitura vemos um absolutismo, porém, vemos mais um imoralismo "É necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade" isso porque tinha um certo "conflito" político na época que precisava de um príncipe "durão" para resolver o problema. A uma contradição entre dois momentos políticos. O primeiro estádio, representado pela ação do príncipe, o poder deve ser conquistado e mantido, e para tanto justifica-se o poder absoluto. Posteriormente, alcançada a estabilidade, é possivel e desejável a instalação do governo republicano, aparecendo as ideias democráticas somente no capítulo IX, quando Maquiavel se refere à necessidade de o governante ter o apoio do povo, sempre melhor do que o apoio dos grandes, que podem ser traiçoeiros. O que está sendo timidamente esboçado é a ideia de consenso, que terá importância fundamental nos séculos seguintes. Maquiavel usa as expressões italianas virtu e fortuna. Virtu significa virtude, no sentido grego de força, valor, qualidade de lutador e guerreiro viril. Homens de virtu são homens especiais, capazes de realizar grandes obras e provocar mudanças na história. Não se trata do príncipe virtuoso no sentido medieval, enquanto bom e justo segundo os preceitos da moral cristã, mas sim daquele que tem a capacidade de perceber o jogo de forças que caracteriza a política para agir com energia a fim de conquistar e manter o poder. O prín. de virtu ñ deve se valer das normas preestabelecidas da moral cristã, pois isso geralmente pode significar a sua ruína. Implícita nessa afirmação se acha a noção de fortuna, aqui entendida como ocasião, acaso. O príncipe ñ deve deixar escapar a fortuna, isto é, a ocasião. No entanto, a fortuna não deve existir sem a virtú, sob pena de se transformar em mero oportunismo. 

"É necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade."

(e para mim já deu)

(aprova pelomenos, porque deu trabalho para digitar)

Escrito em 1513, O príncipe já teve várias interpretações e controvérsias. Numa primeira leitura vemos um absolutismo, porém, vemos mais um imoralismo "É necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade" isso porque tinha um certo "conflito" político na época que precisava de um príncipe "durão" para resolver o problema. A uma contradição entre dois momentos políticos. O primeiro estádio, representado pela ação do príncipe, o poder deve ser conquistado e mantido, e para tanto justifica-se o poder absoluto. Posteriormente, alcançada a estabilidade, é possivel e desejável a instalação do governo republicano, aparecendo as ideias democráticas somente no capítulo IX, quando Maquiavel se refere à necessidade de o governante ter o apoio do povo, sempre melhor do que o apoio dos grandes, que podem ser traiçoeiros. O que está sendo timidamente esboçado é a ideia de consenso, que terá importância fundamental nos séculos seguintes. Maquiavel usa as expressões italianas virtu e fortuna. Virtu significa virtude, no sentido grego de força, valor, qualidade de lutador e guerreiro viril. Homens de virtu são homens especiais, capazes de realizar grandes obras e provocar mudanças na história. Não se trata do príncipe virtuoso no sentido medieval, enquanto bom e justo segundo os preceitos da moral cristã, mas sim daquele que tem a capacidade de perceber o jogo de forças que caracteriza a política para agir com energia a fim de conquistar e manter o poder. O prín. de virtu ñ deve se valer das normas preestabelecidas da moral cristã, pois isso geralmente pode significar a sua ruína. Implícita nessa afirmação se acha a noção de fortuna, aqui entendida como ocasião, acaso. O príncipe ñ deve deixar escapar a fortuna, isto é, a ocasião. No entanto, a fortuna não deve existir sem a virtú, sob pena de se transformar em mero oportunismo. 

"É necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade."

(e para mim já deu)

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Humberto

Há mais de um mês

O Príncipe é dirigido a um príncipe que esteja governando um Estado, e o aconselha sobre como manter seu governo da forma mais eficiente possível. Essa eficiência é a ciência política de Maquiavel.

Começa descrevendo os diferentes tipos de Estado e como cada tipo afeta a forma de governo do príncipe. Também ensina como um príncipe pode conquistar um Estado e manter o domínio sobre ele. Ex: Principados hereditários, por já estarem afeiçoados a família do príncipe é mais fácil de mantê-los.

O difícil é manter os principados novos que na verdade não são novos, e sim mistos por terem sido incorporados a um Estado hereditário.

Consideram-se inimigos do príncipe todas as pessoas que se sentiram ofendidas com a ocupação do principado.

Maquiavel apresenta os problemas e as dificuldades, e isso tudo é demonstrado de uma forma que parece não haver solução. Porém, logo em seguida ele apresenta não só a solução para os problemas como também conselhos, os quais o governante deve seguir se quiser ser bem sucedido.

Se um príncipe anexa um Estado a outro mais antigo, e sendo este da mesma província e da mesma língua, ele será facilmente conquistado. Porém, para mantê-lo deve-se extinguir o sangue do antigo governante e não alterar as leis nem os impostos. Agindo dessa forma, em pouco tempo está feita a união ao antigo Estado.

Também numa província diferente por línguas, costumes e leis, faça-se o príncipe de chefe e defensor dos mais fracos, e trate de enfraquecer os poderosos da própria província, e de salvaguardar-se para que não entre um estrangeiro tão poderoso quanto ele.

Maquiavel afirma que quando se utiliza as colônias, os únicos prejudicados serão aqueles que perderem suas terras, mas estes sendo minoria não poderão prejudicar o príncipe, ou seja, o meio utilizado para se fazer as colônias pode até não ser o mais correto, mas se o fim for bom, o meio foi justificado.

Um outro ponto interessante é quando o autor diz que o príncipe deve se fazer defensor dos mais fracos. O que na verdade ocorre hoje em dia, pois muitos políticos se utilizam dessa tática para conquistar a confiança do povo e conseguir mais votos.

Outro detalhe muito importante que pode ser percebido no decorrer de toda obra são os exemplos históricos. Maquiavel fundamenta toda a sua teoria na história dos grandes homens e dos grandes feitos do passado, afirma que um príncipe deve seguir os passos desses homens poderosos, que alguma coisa sempre se aproveita.

O aspecto marcante de sua obra é quando são tratados os meios de se tornar príncipe, que podem ser dois: pelo valor ou pela fortuna. Entretanto ele adverte que aqueles que se tornaram príncipes pela fortuna tem muita dificuldade para se manter no poder. Porém, a fortuna e o valor não são as únicas formas de se tornar príncipe. Existem outras duas: pela maldade e por mercê do favor de seus conterrâneos.

É melhor ser amado ou temido?

A resposta de Maquiavel é que o melhor é ser as duas coisas, mas como é difícil reunir ao mesmo tempo essas duas qualidades, é muito melhor ser temido do que amado, quando se tenha que falhar numa das duas.

Há na obra um esboço de sugestão de que o novo príncipe terá chegado ao poder, devido a uma conjugação do destino com o próprio valor e de que, para conservar o controle, ele será obrigado a agir com grande sutileza e mesmo com astúcia e crueldade.

No capítulo inicial d´ O Príncipe, Maquiavel postula haver duas principais vias pelas quais se adquire um principado: pelo exercício da virtú ou pelo dom da fortuna. Algumas figuras maquiavélicas Moisés, Ciro e Rômulo “criaram grandes e duradouras instituições”, devido à virtú. Já a decadência de Cesare Borgia foi decorrente da fortuna que o abandonou.

Por intermédio de uma história comparada, Maquiavel conclui que apenas por meio da virtú um príncipe pode vencer a instabilidade da fortuna e assim conservar seu estado.

A um príncipe pouco devem importar as considerações se é amado pelo povo, mas, quando este é seu inimigo e o odeia, deve temer tudo e a todos.

(Fonte: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_40376.html)

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Ronald

Há mais de um mês

http://www.psicoloucos.com/Resenhas-e-Resumos/resumo-o-principe-maquiavel.html

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes