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Como se dá o procedimento de cumprimento de sentença voluntário?


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Carlos Eduardo Ferreira de Souza Verified user icon

Há mais de um mês

Na realidade, não existe um procedimento de cumprimento de sentença voluntário.

O que ocorre é que as obrigações impostas por decisão judicial, respeitado o devido processo legal e seus consectários, podem ser cumpridas de maneira voluntária por aquele sobre quem recaem os ônus, o que dispensaria o procedimento de execução, que pode se dar no mesmo processo (sincrético), quando fundada em título executivo judicial, ou em processo autônomo, quando fundada em título executivo extrajudicial.

O cumprimento voluntário é aquele que ocorre quando o sucumbente opta pelo cumprimento das obrigações estabelecidas em decisão judicial, sem necessidade da adoção de medidas coercitivas (e.g. resolve pagar indenização por danos materiais fixada em sentença transitada em julgado sem necessidade de penhora online).

Na realidade, não existe um procedimento de cumprimento de sentença voluntário.

O que ocorre é que as obrigações impostas por decisão judicial, respeitado o devido processo legal e seus consectários, podem ser cumpridas de maneira voluntária por aquele sobre quem recaem os ônus, o que dispensaria o procedimento de execução, que pode se dar no mesmo processo (sincrético), quando fundada em título executivo judicial, ou em processo autônomo, quando fundada em título executivo extrajudicial.

O cumprimento voluntário é aquele que ocorre quando o sucumbente opta pelo cumprimento das obrigações estabelecidas em decisão judicial, sem necessidade da adoção de medidas coercitivas (e.g. resolve pagar indenização por danos materiais fixada em sentença transitada em julgado sem necessidade de penhora online).

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Larissa

Há mais de um mês

Trata o presente artigo da discussão acerca da contagem do prazo de quinze dias para cumprimento voluntário de sentença condenatória de quantia certa, interstício inserido no nosso sistema processual com o advento da Lei 11.232/2005, bem como da questão da necessidade ou não de intimação pessoal do devedor para o cumprimento da obrigação. 
Com o trânsito em julgado da sentença, a sistemática processual estabeleceu dois caminhos a seguir: o art. 475-A, na hipótese de sentença ilíquida, ou o art. 475-B, caput, para sentença que dependa apenas de cálculos aritméticos. 
A ênfase da discussão doutrinária está centrada no comando do art. 475-J do CPC, o que será devidamente analisado no presente artigo, em consonância com os demais dispositivos da reforma do cumprimento de sentença e dos princípios e garantias constitucionais. 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas