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qual a imunoglobulina tem a capacidade de atravessar a placenta durante a gestação


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Há mais de um mês

É de conhecimento geral que o sistema circulatório do feto e da mãe estão separados. Contudo, o tecido que constitui a placenta é permeável a algumas substâncias. No caso da imunização passiva do feto, ocorre uma transferência de anticorpos da mãe para o feto, nomeadamente três das quatro subclasses de IgG (as classes e subclasses de imunoglobulinas diferem na estrutura da cadeia pesada). Este processo é comum a outras espécies de mamíferos, como por exemplo o rato.


A transferência de imunoglobulinas G ocorre durante o terceiro trimestre de gestação e tem como principal importância o facto do feto receber uma amostra da gama de anticorpos que a mãe possui, tendo em vista a protecção em relação a eventuais organismos patogénicos. A capacidade destas moléculas de atravessarem a placenta resulta de propriedades da região constante do anticorpo. Juntamente com as IgG, também as IgM e as IgA são encontradas no leite materno nos primeiros dias após o parto, o que representa um reforço adicional na protecção imunológica do recém-nascido.


As quatro subclasses de IgG nos humanos são: IgG1, IgG2 (pensa-se que não atravessa a placenta), IgG3 e IgG4, numeradas por ordem decrescente de abundância (a mais comum é a IgG1 com cerca de 66% do total). A diferença entre as subclasses é mínima a nível da sequência de aminoácidos, sendo a distinção mais evidente uma questão estrutural relacionada com o número e localização das ligações dissulfidicas. Estas pequenas diferenças afectam bastante a actividade biológica. As subclasses parecem ter evoluído muito tardiamente, sendo as dos humanos diferentes das subclasses encontradas nos ratos.


As imunoglobulinas G representam a classe de imunoglobulinas mais abundante (70 a 80% do total) no soro humano e constituem a única classe de antitoxinas e a maior classe de anticorpos de resposta imunitária secundária, são ainda importantes na activação do sistema complemento e promoção da fagocitose.

fonte:http://home.uevora.pt/~sinogas/TRABALHOS/2000/imuno00_gravidez.htm

É de conhecimento geral que o sistema circulatório do feto e da mãe estão separados. Contudo, o tecido que constitui a placenta é permeável a algumas substâncias. No caso da imunização passiva do feto, ocorre uma transferência de anticorpos da mãe para o feto, nomeadamente três das quatro subclasses de IgG (as classes e subclasses de imunoglobulinas diferem na estrutura da cadeia pesada). Este processo é comum a outras espécies de mamíferos, como por exemplo o rato.


A transferência de imunoglobulinas G ocorre durante o terceiro trimestre de gestação e tem como principal importância o facto do feto receber uma amostra da gama de anticorpos que a mãe possui, tendo em vista a protecção em relação a eventuais organismos patogénicos. A capacidade destas moléculas de atravessarem a placenta resulta de propriedades da região constante do anticorpo. Juntamente com as IgG, também as IgM e as IgA são encontradas no leite materno nos primeiros dias após o parto, o que representa um reforço adicional na protecção imunológica do recém-nascido.


As quatro subclasses de IgG nos humanos são: IgG1, IgG2 (pensa-se que não atravessa a placenta), IgG3 e IgG4, numeradas por ordem decrescente de abundância (a mais comum é a IgG1 com cerca de 66% do total). A diferença entre as subclasses é mínima a nível da sequência de aminoácidos, sendo a distinção mais evidente uma questão estrutural relacionada com o número e localização das ligações dissulfidicas. Estas pequenas diferenças afectam bastante a actividade biológica. As subclasses parecem ter evoluído muito tardiamente, sendo as dos humanos diferentes das subclasses encontradas nos ratos.


As imunoglobulinas G representam a classe de imunoglobulinas mais abundante (70 a 80% do total) no soro humano e constituem a única classe de antitoxinas e a maior classe de anticorpos de resposta imunitária secundária, são ainda importantes na activação do sistema complemento e promoção da fagocitose.

fonte:http://home.uevora.pt/~sinogas/TRABALHOS/2000/imuno00_gravidez.htm

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