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qual a importância do 5º constitucional para o Poder Judiciário?


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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DLRV Advogados Verified user icon

Há mais de um mês

O quinto constitucional, previsto no artigo 94 da Constituição, é um dispositivo jurídico que determina que um quinto das vagas de determinados tribunais brasileiros sejam preenchidas por advogados e membros do Ministério Público, e não por juízes de carreira.

A regra do quinto constitucional aplica-se aos Tribunais Regionais Federais - TRFs, aos Tribunais de Justiça de cada Estado e do Distrito Federal - TJs, e ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) e aos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

Cada órgão, a OAB ou o Ministério Público, formará uma lista sêxtupla para enviá-la ao Tribunal onde ocorreu a vaga de ministro ou de desembargador. O tribunal, após votação interna para a formação de uma lista tríplice, remete-a ao chefe do Poder Executivo, que nomeará um dos indicados.

O quinto constitucional tem o fito de democratizar o poder judiciário, incluindo à ele profissionais com vivência em outras áreas do direito que não a magistratura.

Tais profissionais trazem experiências e vivências profissionais para contrabalançar a rigidez de alguns tribunais, o que causa verdadeira renovação e oxigenação no tribunal.

Segundo Rodrigo Prates, o quinto constitucional é um "importante mecanismo de oxigenação dos tribunais, posto que é por meio dele que se incluem dentre os julgadores, sejam ministros ou desembargadores, juristas oriundos da advocacia e do Ministério Público.

Em que pese hajam críticas ao instituto é necessário frisar que, na realidade, o quinto é o responsável pelo surgimento de novos entendimentos e posicionamentos jurisprudenciais, na medida em que as visões de tais julgadores nem sempre são as mesmas que as dos magistrados de carreira."

O quinto constitucional, previsto no artigo 94 da Constituição, é um dispositivo jurídico que determina que um quinto das vagas de determinados tribunais brasileiros sejam preenchidas por advogados e membros do Ministério Público, e não por juízes de carreira.

A regra do quinto constitucional aplica-se aos Tribunais Regionais Federais - TRFs, aos Tribunais de Justiça de cada Estado e do Distrito Federal - TJs, e ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) e aos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

Cada órgão, a OAB ou o Ministério Público, formará uma lista sêxtupla para enviá-la ao Tribunal onde ocorreu a vaga de ministro ou de desembargador. O tribunal, após votação interna para a formação de uma lista tríplice, remete-a ao chefe do Poder Executivo, que nomeará um dos indicados.

O quinto constitucional tem o fito de democratizar o poder judiciário, incluindo à ele profissionais com vivência em outras áreas do direito que não a magistratura.

Tais profissionais trazem experiências e vivências profissionais para contrabalançar a rigidez de alguns tribunais, o que causa verdadeira renovação e oxigenação no tribunal.

Segundo Rodrigo Prates, o quinto constitucional é um "importante mecanismo de oxigenação dos tribunais, posto que é por meio dele que se incluem dentre os julgadores, sejam ministros ou desembargadores, juristas oriundos da advocacia e do Ministério Público.

Em que pese hajam críticas ao instituto é necessário frisar que, na realidade, o quinto é o responsável pelo surgimento de novos entendimentos e posicionamentos jurisprudenciais, na medida em que as visões de tais julgadores nem sempre são as mesmas que as dos magistrados de carreira."

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Marcelo

Há mais de um mês

O quinto constitucional tutela os valores fundamentais para os brasileiros. Possibilita a luta por direitos de liberdade, igualdade, segurança e propriedade. Traz em seus incisos questões básicas do mundo jurídico, como por exemplo, respeito ao direito adquirido, acesso à informação, direito de petição, dentre outros.

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