A maior rede de estudos do Brasil

Como ocorre a inibição da ovulação pela pílula do dia seguinte?


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

A pílula do dia seguinte age de três maneiras: ela impede que o óvulo seja liberado, reduz os movimentos das tubas uterinas (que servem para transportar o óvulo e também são chamadas de trompas de Falópio) e descama o útero para impedir que um óvulo fecundado se implante. Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.


Vale lembrar que a pílula não tem efeito cumulativo, portanto, se houver outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de gravidez são as mesmas de quem não usou o medicamento. É bom prestar atenção nos métodos anticoncepcionais disponíveis.


Ela pode inibir ou apenas atrasar a ovulação. Isso acontece porque esse hormônio atrasa a movimentação das tubas, que é por onde o óvulo vai do ovário ao útero em encontro ao espermatozoide – e o espermatozoide vem do útero pela tuba ao encontro do óvulo. Com isso, ela também dificulta a penetração do espermatozoide no muco cervical, já que a progesterona altera a consistência do muco, tornando o ambiente hostil ao espermatozoide.


O muco cervical é um fator importante na fecundação (ou não) do óvulo, que reflete diretamente as variações hormonais. Tanto que, para quem usa anticoncepcional, a consistência já é diferente de que não usa. “O muco tem como uma de suas funções normais tornar a travessia do espermatozoide ao encontro do óvulo mais fácil. E em quem usa métodos hormonais, essa combinação deixa o muco mais espesso e dificulta o trânsito dos espermatozoides por ele”, elucida a médica.

A pílula do dia seguinte age de três maneiras: ela impede que o óvulo seja liberado, reduz os movimentos das tubas uterinas (que servem para transportar o óvulo e também são chamadas de trompas de Falópio) e descama o útero para impedir que um óvulo fecundado se implante. Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.


Vale lembrar que a pílula não tem efeito cumulativo, portanto, se houver outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de gravidez são as mesmas de quem não usou o medicamento. É bom prestar atenção nos métodos anticoncepcionais disponíveis.


Ela pode inibir ou apenas atrasar a ovulação. Isso acontece porque esse hormônio atrasa a movimentação das tubas, que é por onde o óvulo vai do ovário ao útero em encontro ao espermatozoide – e o espermatozoide vem do útero pela tuba ao encontro do óvulo. Com isso, ela também dificulta a penetração do espermatozoide no muco cervical, já que a progesterona altera a consistência do muco, tornando o ambiente hostil ao espermatozoide.


O muco cervical é um fator importante na fecundação (ou não) do óvulo, que reflete diretamente as variações hormonais. Tanto que, para quem usa anticoncepcional, a consistência já é diferente de que não usa. “O muco tem como uma de suas funções normais tornar a travessia do espermatozoide ao encontro do óvulo mais fácil. E em quem usa métodos hormonais, essa combinação deixa o muco mais espesso e dificulta o trânsito dos espermatozoides por ele”, elucida a médica.

User badge image

Diogo

Há mais de um mês

bem, de maneira resumida: ocorre por meio da promoção do atraso no crescimento do folículo e também na supressão do pico do hormônio luteinizante. há outros mecanismos envolvidos, mas esses sao os fundamentais. abraço

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas