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qual a diferença entre crescimento, emprego e desemprego

Macroeconomia IESTÁCIO

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Os dois principais problemas econômicos do Brasil hoje são o baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e o desemprego. Ambos estão diretamente ligados à recessão. Da população total de 207,2 milhões, 103 milhões compõem a chamada “população economicamente ativa” (os que estão em condições de trabalhar), dos quais 13 milhões estão desempregados, fenômeno cuja causa primária é a queda de 7,4% do PIB de 2016 em relação a 2013, já que as vagas totais de empregos dependem do tamanho da produção feita no território nacional e da estrutura tecnológica incorporada ao sistema produtivo. Uma vez dado o nível de automação e o tipo de tecnologia de cada etapa do processo produtivo, menos produto implica menos gente trabalhando.

Um efeito conhecido dos especialistas em economia do setor privado é que, quando o PIB cai, o aumento do desemprego pode ser calculado com boa dose de precisão técnica. A cada ponto porcentual de queda no PIB, considerando a forma como a recessão se distribui pelos vários setores da economia, sabe-se quantos empregos formais serão perdidos. Assim, os 13 milhões de desempregados resultam do tamanho a que chegou a recessão brasileira.

Os dois principais problemas econômicos do Brasil hoje são o baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e o desemprego. Ambos estão diretamente ligados à recessão. Da população total de 207,2 milhões, 103 milhões compõem a chamada “população economicamente ativa” (os que estão em condições de trabalhar), dos quais 13 milhões estão desempregados, fenômeno cuja causa primária é a queda de 7,4% do PIB de 2016 em relação a 2013, já que as vagas totais de empregos dependem do tamanho da produção feita no território nacional e da estrutura tecnológica incorporada ao sistema produtivo. Uma vez dado o nível de automação e o tipo de tecnologia de cada etapa do processo produtivo, menos produto implica menos gente trabalhando.

Um efeito conhecido dos especialistas em economia do setor privado é que, quando o PIB cai, o aumento do desemprego pode ser calculado com boa dose de precisão técnica. A cada ponto porcentual de queda no PIB, considerando a forma como a recessão se distribui pelos vários setores da economia, sabe-se quantos empregos formais serão perdidos. Assim, os 13 milhões de desempregados resultam do tamanho a que chegou a recessão brasileira.

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bruno henrique orsolon

Há mais de um mês

Ter um emprego não só constitui o principal recurso com que conta a maioria das pessoas para suprir suas necessidades materiais como também lhes permite plena integração social. Por isso, a maior parte dos países reconhece o direito ao trabalho como um dos direitos fundamentais dos cidadãos.

O potencial de mão-de-obra latino-americano está longe de seu pleno aproveitamento. Há na economia agropecuária um desemprego latente, disfarçado e, embora generalizado, dificilmente mensurável em termos estatísticos. O mesmo ocorre nas camadas economicamente marginais da população urbana. É também cada vez maior o desemprego nos subgrupos secundário e terciário das atividades econômicas no setor citadino. Observam-se na América Latina os diversos tipos de desemprego comuns à economia capitalista. Como nessa região do mundo coexistem formas de exploração da terra em regime semifeudal pré-capitalista até atividades em centros altamente industrializados, aí estão também desde o subemprego rural, decorrente da concentração da propriedade da terra, até o desemprego tecnológico, conseqüência da maior procura de mão-de-obra especializada em lugar de simples trabalhadores braçais.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas