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existem várias formas de classificação


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Maria Das Graças

Há mais de um mês

3. CLASSIFICAÇÀO DAS PESQUISAS

  • Existem várias formas de classificar as pesquisas. As formas clássicas de classificação serão apresentadas a seguir:

  • Do ponto de vista da sua natureza, pode ser:

3.1. PESQUISA BÁSICA

Objetiva gerar conhecimentos novos úteis para o avanço da ciência sem aplicação prática prevista. Envolve verdades e interesses universais.

3.2. PESQUISA APLICADA

Objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática dirigida à solução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais.

4. PESQUISA QUANTO ABORDAGEM DO PROBLEMA

  • As pesquisas podem ser classificadas quanto à abordagem do problema como sendo de natureza qualitativa ou quantitativa. Muito se tem discutido se as pesquisas advindas da contabilidade são de cunho qualitativo ou quantitativo. No entanto Raupp e Beuren (2004) ressaltam que em contabilidade é bastante usual a pesquisa qualitativa, pois a contabilidade apesar de lidar intensamente com números, é uma ciência social e não exata.

4.1. PESQUISA QUANTITATIVA

Considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem, média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, etc.).

4.2. PESQUISA QUALIFICATIVA

Considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa. Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. O ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados e o pesquisador é o instrumento-chave. É descritiva. Os pesquisadores tendem a analisar seus dados indutivamente. O processo e seu significado são os focos principais de abordagem.

5. CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS COM BASE EM SEUS OBJETIVOS

  • As pesquisas exploratória, descritiva e explicativa integram as classes de pesquisa que serão escolhidas com base nos objetivos do próprio pesquisador.

Tais conceituações se relacionam às diferentes classes às quais uma dada pesquisa pode pertencer. Assim sendo, quando seu objeto de estudo já se encontra prontamente definido, é chegado o momento de escolher quais procedimentos metodológicos serão utilizados para chegar a uma resposta, a uma definição, a partir daquilo que o pesquisador se propuser a analisar.

No intuito de tornar clara a presente elucidação, a partir do momento que você, pesquisador (a), se dispõe a pesquisar acerca de um determinado assunto é porque este partiu de uma dada situação-problema passível de ser investigada. Dessa forma, constata-se que tal procedimento (pesquisa) representa um caminho cujo destino é a produção do conhecimento.

Assim, ao falarmos em classes, torna-se fundamental que você compreenda que elas estão intrinsecamente relacionadas ao objeto a ser pesquisado, bem como às metas que se pretende alcançar. Então, enquadrar sua pesquisa na classe “x” ou “y”, significa, sobretudo, deixar explícitos os procedimentos que serão empregados na sua investigação científica. Vejamos, pois, quais são estas classes, no intuito de nos inteirarmos acerca das peculiaridades que as norteiam:

5.1. PESQUISA EXPLORATÓRIA

Como o próprio nome indica, a pesquisa exploratória permite uma maior familiaridade entre o pesquisador e o tema pesquisado, visto que este ainda é pouco conhecido, pouco explorado. Nesse sentido, caso o problema proposto não apresente aspectos que permitam a visualização dos procedimentos a serem adotados, será necessário que o pesquisador inicie um processo de sondagem, com vistas a aprimorar ideias, descobrir intuições e, posteriormente, construir hipóteses. 

Por ser uma pesquisa bastante específica, podemos afirmar que ela assume a forma de um estudo de caso, sempre em consonância com outras fontes que darão base ao assunto abordado, como é o caso da pesquisa bibliográfica e das entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado.

Um exemplo prático de tal modalidade pode estar relacionado ao objetivo de um determinado pesquisador, cuja intenção se manifesta pela busca de uma resposta acerca da queda de um determinado produto no mercado. Assim sendo, de modo a concretizar seu objetivo, o pesquisador terá de aprofundar suas especulações e encontrar as reais causas da ocorrência de tal fenômeno.

5.2. PESQUISA DESCRITIVA

A pesquisa descritiva tem por objetivo descrever as características de uma população, de um fenômeno ou de uma experiência. Esse tipo de pesquisa estabelece relação entre as variáveis no objeto de estudo analisado. Variáveis relacionadas à classificação, medida e/ou quantidade que podem se alterar mediante o processo realizado.

Quando comparada à pesquisa exploratória, a única diferença que podemos detectar é que o assunto já é conhecido e a contribuição é tão somente proporcionar uma nova visão sobre esta realidade já existente.

5.3. PESQUISA EXPLICATIVA

Considera-se ser este o tipo de pesquisa que explica a razão, o porquê dos fenômenos, uma vez que aprofunda o conhecimento de uma dada realidade. Assim, pelo fato de esta modalidade estar calcada em métodos experimentais, ela se encontra mais direcionada para as ciências físicas e naturais. Mesmo que a margem de erros represente um fator relevante, sua contribuição é bastante significativa, dada a sua aplicação prática.

Em face dessas características, pode-se dizer que a pesquisa explicativa geralmente utiliza as formas relativas à pesquisa experimental. Por exemplo, a partir de um objeto de estudo, no qual se identificam as variáveis que participam do processo, bem como a relação de dependência existente entre estas variáveis. Ao final, parte-se para a prática, visando à interferência na própria realidade.

6. PESQUISA POR MEIO DE COLETAS DE DADOS

A terceira etapa consiste em definir as técnicas a serem utilizadas na coleta de dados, do objeto do estudo, que pode ser documental ou observacional. De acordo com Marconi e Lakatos (2006) há uma divisão bem distinta entre elas:

  • A documental pode ser indireta, como: a pesquisa documental e a pesquisa bibliográfica; ou

  • Direta, exemplifica-se com: a pesquisa de campo e a pesquisa realizada em laboratório; e

  • A observacional que pode ser direta intensiva, como: a observação e a entrevista; ou

  • Direta extensiva, como: o questionário e o formulário

3. CLASSIFICAÇÀO DAS PESQUISAS

  • Existem várias formas de classificar as pesquisas. As formas clássicas de classificação serão apresentadas a seguir:

  • Do ponto de vista da sua natureza, pode ser:

3.1. PESQUISA BÁSICA

Objetiva gerar conhecimentos novos úteis para o avanço da ciência sem aplicação prática prevista. Envolve verdades e interesses universais.

3.2. PESQUISA APLICADA

Objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática dirigida à solução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais.

4. PESQUISA QUANTO ABORDAGEM DO PROBLEMA

  • As pesquisas podem ser classificadas quanto à abordagem do problema como sendo de natureza qualitativa ou quantitativa. Muito se tem discutido se as pesquisas advindas da contabilidade são de cunho qualitativo ou quantitativo. No entanto Raupp e Beuren (2004) ressaltam que em contabilidade é bastante usual a pesquisa qualitativa, pois a contabilidade apesar de lidar intensamente com números, é uma ciência social e não exata.

4.1. PESQUISA QUANTITATIVA

Considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem, média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, etc.).

4.2. PESQUISA QUALIFICATIVA

Considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa. Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. O ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados e o pesquisador é o instrumento-chave. É descritiva. Os pesquisadores tendem a analisar seus dados indutivamente. O processo e seu significado são os focos principais de abordagem.

5. CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS COM BASE EM SEUS OBJETIVOS

  • As pesquisas exploratória, descritiva e explicativa integram as classes de pesquisa que serão escolhidas com base nos objetivos do próprio pesquisador.

Tais conceituações se relacionam às diferentes classes às quais uma dada pesquisa pode pertencer. Assim sendo, quando seu objeto de estudo já se encontra prontamente definido, é chegado o momento de escolher quais procedimentos metodológicos serão utilizados para chegar a uma resposta, a uma definição, a partir daquilo que o pesquisador se propuser a analisar.

No intuito de tornar clara a presente elucidação, a partir do momento que você, pesquisador (a), se dispõe a pesquisar acerca de um determinado assunto é porque este partiu de uma dada situação-problema passível de ser investigada. Dessa forma, constata-se que tal procedimento (pesquisa) representa um caminho cujo destino é a produção do conhecimento.

Assim, ao falarmos em classes, torna-se fundamental que você compreenda que elas estão intrinsecamente relacionadas ao objeto a ser pesquisado, bem como às metas que se pretende alcançar. Então, enquadrar sua pesquisa na classe “x” ou “y”, significa, sobretudo, deixar explícitos os procedimentos que serão empregados na sua investigação científica. Vejamos, pois, quais são estas classes, no intuito de nos inteirarmos acerca das peculiaridades que as norteiam:

5.1. PESQUISA EXPLORATÓRIA

Como o próprio nome indica, a pesquisa exploratória permite uma maior familiaridade entre o pesquisador e o tema pesquisado, visto que este ainda é pouco conhecido, pouco explorado. Nesse sentido, caso o problema proposto não apresente aspectos que permitam a visualização dos procedimentos a serem adotados, será necessário que o pesquisador inicie um processo de sondagem, com vistas a aprimorar ideias, descobrir intuições e, posteriormente, construir hipóteses. 

Por ser uma pesquisa bastante específica, podemos afirmar que ela assume a forma de um estudo de caso, sempre em consonância com outras fontes que darão base ao assunto abordado, como é o caso da pesquisa bibliográfica e das entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado.

Um exemplo prático de tal modalidade pode estar relacionado ao objetivo de um determinado pesquisador, cuja intenção se manifesta pela busca de uma resposta acerca da queda de um determinado produto no mercado. Assim sendo, de modo a concretizar seu objetivo, o pesquisador terá de aprofundar suas especulações e encontrar as reais causas da ocorrência de tal fenômeno.

5.2. PESQUISA DESCRITIVA

A pesquisa descritiva tem por objetivo descrever as características de uma população, de um fenômeno ou de uma experiência. Esse tipo de pesquisa estabelece relação entre as variáveis no objeto de estudo analisado. Variáveis relacionadas à classificação, medida e/ou quantidade que podem se alterar mediante o processo realizado.

Quando comparada à pesquisa exploratória, a única diferença que podemos detectar é que o assunto já é conhecido e a contribuição é tão somente proporcionar uma nova visão sobre esta realidade já existente.

5.3. PESQUISA EXPLICATIVA

Considera-se ser este o tipo de pesquisa que explica a razão, o porquê dos fenômenos, uma vez que aprofunda o conhecimento de uma dada realidade. Assim, pelo fato de esta modalidade estar calcada em métodos experimentais, ela se encontra mais direcionada para as ciências físicas e naturais. Mesmo que a margem de erros represente um fator relevante, sua contribuição é bastante significativa, dada a sua aplicação prática.

Em face dessas características, pode-se dizer que a pesquisa explicativa geralmente utiliza as formas relativas à pesquisa experimental. Por exemplo, a partir de um objeto de estudo, no qual se identificam as variáveis que participam do processo, bem como a relação de dependência existente entre estas variáveis. Ao final, parte-se para a prática, visando à interferência na própria realidade.

6. PESQUISA POR MEIO DE COLETAS DE DADOS

A terceira etapa consiste em definir as técnicas a serem utilizadas na coleta de dados, do objeto do estudo, que pode ser documental ou observacional. De acordo com Marconi e Lakatos (2006) há uma divisão bem distinta entre elas:

  • A documental pode ser indireta, como: a pesquisa documental e a pesquisa bibliográfica; ou

  • Direta, exemplifica-se com: a pesquisa de campo e a pesquisa realizada em laboratório; e

  • A observacional que pode ser direta intensiva, como: a observação e a entrevista; ou

  • Direta extensiva, como: o questionário e o formulário

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