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1. Dê um exemplo em que seja necessário o uso da amostragem estratificada, aleatória.


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

A amostragem aleatória estratificada consiste em:

  1. Começar por identificar subgrupos de uma população (estratos) significativos;
  2. Calcular o peso relativo (%) de cada um dos estratos na população; e
  3. Utilizar, em cada um dos estratos, um procedimento de amostragem aleatória simples para escolher (na mesma proporção em que estão representados na população) os sujeitos de cada estrato que irão integrar a amostra.

Quando podemos ver, por meio da literatura científica, que existem diferença significativas entre subgrupos da população que serão estudados, é vantajoso fazer uma amostragem que garanta que esses subgrupos (estratos) vão estar representados na nossa amostra de forma proporcional ao seu peso nessa população.

Por exemplo, a literatura científica nos diz que, no que se refere relação ao comportamento religioso, há diferenças significativas entre a população feminina e masculina e entre a população rural e urbana. Se fôssemos fazer uma sondagem onde a religiosidade fosse uma variável relevante, seria importante que a nossa amostra incluísse um numero de homens e de mulheres residentes em áreas urbanas e rurais que fosse proporcionalmente igual ao que existe na população em estudo.

Para isso, usaríamos uma amostragem aleatória estratificada.


Portanto, um exemplo em que é necessário o uso da amostragem estratificada é uma sondagem qualquer onde a religiosidade fosse um fato relevante, e poderíamos tomar como estratos o sexo (masculino ou feminino) e a área de residência, os quais são subgrupos que têm diferença significativa quanto a comportamento religioso, de acordo com a literatura científica.

A amostragem aleatória estratificada consiste em:

  1. Começar por identificar subgrupos de uma população (estratos) significativos;
  2. Calcular o peso relativo (%) de cada um dos estratos na população; e
  3. Utilizar, em cada um dos estratos, um procedimento de amostragem aleatória simples para escolher (na mesma proporção em que estão representados na população) os sujeitos de cada estrato que irão integrar a amostra.

Quando podemos ver, por meio da literatura científica, que existem diferença significativas entre subgrupos da população que serão estudados, é vantajoso fazer uma amostragem que garanta que esses subgrupos (estratos) vão estar representados na nossa amostra de forma proporcional ao seu peso nessa população.

Por exemplo, a literatura científica nos diz que, no que se refere relação ao comportamento religioso, há diferenças significativas entre a população feminina e masculina e entre a população rural e urbana. Se fôssemos fazer uma sondagem onde a religiosidade fosse uma variável relevante, seria importante que a nossa amostra incluísse um numero de homens e de mulheres residentes em áreas urbanas e rurais que fosse proporcionalmente igual ao que existe na população em estudo.

Para isso, usaríamos uma amostragem aleatória estratificada.


Portanto, um exemplo em que é necessário o uso da amostragem estratificada é uma sondagem qualquer onde a religiosidade fosse um fato relevante, e poderíamos tomar como estratos o sexo (masculino ou feminino) e a área de residência, os quais são subgrupos que têm diferença significativa quanto a comportamento religioso, de acordo com a literatura científica.

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Hugo Carvalho

Há mais de um mês

Em um estudo com uma população heterogênea e com peculiaridades em cada faixa de idade. Deve-se estratificar pra poder entender melhor a amostra

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas