Quando o noivado ou o namoro podem se caracterizar união estável?

Atualmente, ainda a visão dos Tribunais, sejam Superiores ou Inferiores, é de que para que seja plausível de qualquer ato indenizatório, a relação do casal deva ser vinculado ou do próprio casamento em si ou pela constituição da união estável.

Contudo, a introdução de mais esta conceituação ao viés Jurídico Brasileiro, muito se contrapõe conflituoso e problemático, qual seja, o tempo para a formalização de tal união fatídica, em quais circunstancialidades devem perseguir ou quais os requisitos necessários. Frente a estas causalidades, um casal que perdure namorar por um lapso temporal de 6 anos, ininterruptamente (a este fator faço uma ressalva pois se constata intimamente subjetivo, sendo que no próprio laço do casamento um tempo pode sim ser interrompido), em razão pública e configurante da intenção de formalizar uma família, pode ser considerado esse enlace uma união estável e portanto passível de indenizações futuras?

OBS.: o entendimento dos Tribunaus é que não, pois, mesmo detendo todos os requisitos da problemática união estável, um namoro é somente um fator pré-familiar, portanto, ainda não se detém plausível fator familiar.

E vocês, o que pensam.

#indenizao
#Namoro
#Noivado
Disciplina:Direito de Família e Sucessões1.519 materiais