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Inteligência Artificial

O princípio já existe, porém ela depende da ação humana. Na Ciência da Computação temos hoje elementos inspirados nas Ciências Biológicas, como por exemplo: Algorítimos Evolutivos e Algorítimos Genéticos. Seria possível haver uma inteligência artificial autonoma ou "auto-consciente"? Se possível, seria viável? Qual sua opnião a respeito?


4 resposta(s)

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Matheus Leonardo

Há mais de um mês

Bom, eu creio que mesmo com esse avanço tecnológico que estamos presenciando, sem a ação humanda seria bem dificil, mais enfim, não duvido de nada.

Bom, eu creio que mesmo com esse avanço tecnológico que estamos presenciando, sem a ação humanda seria bem dificil, mais enfim, não duvido de nada.

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Severino F. Oliveira

Há mais de um mês

Acho que é possível que uma inteligência artificial não-conciente seja utilizado para criar meios de criar outros meios que humanos demorariam decadas para analisar e desenvolver os códigos. A partir de uma grande quantidade de dados de várias áreas (filosofia, sociologia, biologia, matemática, etc...) poderiam ser interpretados de acordo com o meio em que estiver e gerar novas formulas de atuar totalmente diferente do programado inicialmente pelo humano. Espero não ter sido muito confuso.

A existência de uma inteligência como essa pode sair de controle e o decorrer desse drama já assistimos, mas será que eu ou você podemos evitar? (desculpe finalizar com uma pergunta)

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Liliane Pereira Liliane Pereira de Souza

Há mais de um mês

Existem vários conceitos que abordam a inteligência artificial (IA). Mas, de maneira geral, podemos dizer que é o ramo da ciência da computação dedicado a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas. Ou ainda, o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, os humanos fazem melhor.

Podemos pensar em algumas características básicas que esses sistemas de IA buscam:

  • Capacidade de raciocínio: aplicar regras lógicas a um conjunto de dados disponíveis para chegar a uma conclusão.
  • Aprendizagem: aprender com os erros e acertos de forma a, no futuro, agir de maneira mais eficaz.
  • Reconhecer padrões: tanto padrões visuais e sensoriais, como também padrões de comportamento.
  • Inferência: capacidade de conseguir aplicar o raciocínio nas situações do nosso cotidiano.

Dentre as várias abordagens de estudo, pode-se destacar duas vertentes teóricas, abordadas pelo filósofo John Searle: IA Forte e IA Fraca.

A Inteligência Artificial Forte aborda a criação da forma de inteligência baseada em computador, capaz de raciocinar e resolver problemas. Esse tipo de IA considera ser possível criar uma máquina consciente, ou seja, afirma que os sistemas artificiais devem replicar a mentalidade humana.

Já a Inteligência Artificial Fraca tem uma visão de que um sistema de inteligência artificial não seria capaz de verdadeiramente raciocinar e resolver problemas — uma máquina com IA fraca agiria como se fosse inteligente, mas não seria uma entidade genuinamente esperta, no máximo, com simulações de comportamentos inteligentes.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes