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Processo civilizatorio indigena

Estou montando um seminário sobre o processo civilizatório indigena, alguém pode me ajudar a complementar sobre como se iniciou,como está e no que isso influencia nas relaações étnicas.


3 resposta(s)

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Adriane

Há mais de um mês

achei algumas informações, espero ajudar você

O processo civilizatório foi iniciado pela revolução tecnológica, que favoreceu as grandes navegações, travestindo as nações Ibéricas em impérios mercantis salvacionistas. Com a desculpa de converter povos distantes eles conquistavam terras, gritavam Jihad e deixavam o povo viver. Eles se expandiram pelos mares lançando-se em guerras de conquistas, saqueio e evangelização sobre os povos da África, Ásia e, especialmente das Américas. 
 
Nesse processo as nações Ibéricas se transformam e adquirem formações sócio-econômicas com novas configurações sócio-culturais, que cobriam áreas e subjugavam povos infinitamente maiores que os existentes na Europa. Darcy Ribeiro relata que é no curso dessa autotransformação que as populações indígenas das Américas, do Brasil inclusive, se vêem escritas contra a sua vontade, para tarefas da civilização nascente. Os indígenas favoreceram, com seus conhecimentos, os europeus na conquista de outras latitudes, além de fornecerem força de trabalho para o mercado mundial em formação. 
 
Cada um deles deu origem a uma variante da humanidade: latino-americana, neo-britânica e a eslava. Criando dessa forma gente tão homogênea entre si como diferenciada das demais. No outro pólo, nações como Alemanha, França e Itália, não foram germinais. Os ingleses se expandiram como granjeiros puritanos que calculava bem seus lances e transformava as terras conquistadas em “novas inglaterras”. 
 
Dois estilos de colonização se inauguraram de norte à sul do Novo Mundo, lá o gótico oriundo das nações nórdicas transladado de famílias inteiras que vinham sendo excluídos como mão-de-obra excedente pela nova agricultura e viam o índio como uma sujeira e para se europerizar deveria se livrar deles; e cá o barroco oriundo de povos ibéricos, mestiçados que se mesclavam com os índios, ao apartheid dos nórdicos eles opunham o assimilacionismo dos caldeadores, reproduzindo cada vez mais braços para seus serviços. 
 
Nos dois pólos vemos traços de uma tolerância com motivações escusas. De um lado uma tolerância soberba e orgulhosa que se conhecem como diferentes e assim querem permanecer; do outro lado é a tolerância opressiva, de quem quer continuar reinando sobre os corpos e almas dos nativos cativos, negros e índios. A colonização do Brasil fez um esforço para europerizar adaptada nesses trópicos e encarnada nessas mestiçagens.

achei algumas informações, espero ajudar você

O processo civilizatório foi iniciado pela revolução tecnológica, que favoreceu as grandes navegações, travestindo as nações Ibéricas em impérios mercantis salvacionistas. Com a desculpa de converter povos distantes eles conquistavam terras, gritavam Jihad e deixavam o povo viver. Eles se expandiram pelos mares lançando-se em guerras de conquistas, saqueio e evangelização sobre os povos da África, Ásia e, especialmente das Américas. 
 
Nesse processo as nações Ibéricas se transformam e adquirem formações sócio-econômicas com novas configurações sócio-culturais, que cobriam áreas e subjugavam povos infinitamente maiores que os existentes na Europa. Darcy Ribeiro relata que é no curso dessa autotransformação que as populações indígenas das Américas, do Brasil inclusive, se vêem escritas contra a sua vontade, para tarefas da civilização nascente. Os indígenas favoreceram, com seus conhecimentos, os europeus na conquista de outras latitudes, além de fornecerem força de trabalho para o mercado mundial em formação. 
 
Cada um deles deu origem a uma variante da humanidade: latino-americana, neo-britânica e a eslava. Criando dessa forma gente tão homogênea entre si como diferenciada das demais. No outro pólo, nações como Alemanha, França e Itália, não foram germinais. Os ingleses se expandiram como granjeiros puritanos que calculava bem seus lances e transformava as terras conquistadas em “novas inglaterras”. 
 
Dois estilos de colonização se inauguraram de norte à sul do Novo Mundo, lá o gótico oriundo das nações nórdicas transladado de famílias inteiras que vinham sendo excluídos como mão-de-obra excedente pela nova agricultura e viam o índio como uma sujeira e para se europerizar deveria se livrar deles; e cá o barroco oriundo de povos ibéricos, mestiçados que se mesclavam com os índios, ao apartheid dos nórdicos eles opunham o assimilacionismo dos caldeadores, reproduzindo cada vez mais braços para seus serviços. 
 
Nos dois pólos vemos traços de uma tolerância com motivações escusas. De um lado uma tolerância soberba e orgulhosa que se conhecem como diferentes e assim querem permanecer; do outro lado é a tolerância opressiva, de quem quer continuar reinando sobre os corpos e almas dos nativos cativos, negros e índios. A colonização do Brasil fez um esforço para europerizar adaptada nesses trópicos e encarnada nessas mestiçagens.
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Rayane

Há mais de um mês

Obrigadaaaaaaaaaaaaaa!!!

 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes