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Alguém tem um resumão das teorias da ação?

(Teoria causalista, finalista, social e funcionalista)

Direito Penal IMACKENZIE

4 resposta(s)

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Lyra

Há mais de um mês

Teoria da Ação segundo os Neokantianos -> Reinhard Frank, Mezger, Goldschimit e Freudenthal aprimoraram a teoria causalista, mas não romperam com ela. Eles defendiam que a ação é um comportamento humano voluntário causador de um resultado. Eles avançaram no conceito de conduta, na medida em que dispensaram a ocorrência de um resultado perceptível pelos sentidos, mas eles ainda entendiam que o dolo e a culpa não integravam a conduta, devendo ser analisada na culpabilidade. A diferença é que se associaram com a teoria psicologico normativa da culpabilidade, dizendo que a culpabilidade é o dolo/culpa a imputabilidade e inexigibilidade de conduta diversa.

Teoria da Ação segundo os Neokantianos -> Reinhard Frank, Mezger, Goldschimit e Freudenthal aprimoraram a teoria causalista, mas não romperam com ela. Eles defendiam que a ação é um comportamento humano voluntário causador de um resultado. Eles avançaram no conceito de conduta, na medida em que dispensaram a ocorrência de um resultado perceptível pelos sentidos, mas eles ainda entendiam que o dolo e a culpa não integravam a conduta, devendo ser analisada na culpabilidade. A diferença é que se associaram com a teoria psicologico normativa da culpabilidade, dizendo que a culpabilidade é o dolo/culpa a imputabilidade e inexigibilidade de conduta diversa.

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Lyra

Há mais de um mês

Para a TEoria da Ação do Finalismo de Hans Welzel - conduta é o comportamento humano voluntário psiquicamente dirigido a um fim (antes dizia-se fim ilícito, que posteriormente foi corrigido retirando-se essa necessidade). o finalismo entende que toda conduta humana é orientada por uma finalidade, se eu te enviar flores, eu o fiz com uma finalidade, concorda? Por isso Welzel trasporta da culpabilidade para a conduta a análise do dolo e da culpa, pois não é há como dissocia-los. O finalismo é associado a teoria normativa pura da culpabilidade, que agora só é composta de imputabilidade, exigibilidade de conduta diversa e potencial consicência da ilicitude. O dolo e a culpa são verificadas por ocasião da conduta, que itegr ao substrato fato típico. Se na mesma situação você conduzir seu veículo e atingir prof Regina, não há crime pois inexiste fato típico, não há conduta penalmente relevante

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Lyra

Há mais de um mês

A teoria socail da ação foi Desenvolvida por Wessels e adotada por Jeschek. -> Ela não quer substituir o finalismo, mas propor incursões, misturando conceitos do causalismo e do finalismo. O dolo e a culpa integram o fato típico (igual finalismo), mas são novamente analisados na culpabilidade (desvalor do resultado). Conduta = Comportamento humano voluntario psiquicamente dirigido a um comportamento socialmente reprovável. a grande crítica é que socialmente reprovável é um conceito muito vago

Agora o funcionalismo = existem 2 correntes. Funcionalismo radical ou sistemico ou monista de Gunther Jakos e o funcionalismo moderado ou dualista ou teleológico de Claus Roxin. A teoria de Jakobs se funda na imputação normativa e a de Roxin na imputação objetiva. O grande ponto do funcionalismo é a mitigação da dogmatica, ou seja, do tecnicismo. Eles entendem que o aplicar da norma penal sempre deve olhar pra função do Direito PEnal. A divergência é que Roxin entende que a função do direito penal é protger bens jurídicos, ele aceita a incursão da política criminal na dogmática. Já Jakobs entende que a função do direito penal é reafirmar a validade da norma jurídica violada, por isso, para ele, o mais importante é a pena, e a dogmática deve ser flexibilizada para aplicar a pena.

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Roxin: crime é fato típico, antijurídico, reprovabilidade (imputabilidade, potencial consciência da ilicitude, exigibilidade de conduta diversa e necessidade da pena). Comportamento humano voluntário causador de relevante e intolerável lesão ou perigo de lesão ao bem jurídico tutelado.

Jakobs: crime é fato típico, ilicitude, culpabilidade (imputabilidade potencial consciência da ilicitude, exigibilidade de conduta diversa). Conduta é comportamento humano voluntário causador de um resultado violador do sistema, frustrando as expectativas normativas. As premissas sobre as quais se funda o funcionalismo sistêmico deram ensejo à exumação das teoria do direito penal do inimigo, representando a construção de um sistema próprio do sistema próprio par ao tratamento do individuo infiel ao sistema.

 

 

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