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Estabeleça o paralelo entre a política de saúde anterior ao SUS e a atual?

 O Sistema Único de Saúde (SUS) Criado em 1988, pela Constituição Federal, para ser o sistema de saúde de todos os brasileiros, o SUS surgiu com a finalidade de alterar a situação de desigualdade na assistência à saúde da população.


1 resposta(s)

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Rômulo

Há mais de um mês

A política de Saúde anterior ao SUS era basicamente o Ministério da Saúde em sí, que se limitava às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças como a vacinação por exemplo, realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças. E para a parcela da população, assalariados de carteira assinada e contribuíntes da previdência social ao INAMPS (Istituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) cabia às vezes que hoje é da competência do SUS em nível amplo à toda a parcela da população. Enquanto que a parcela da população que não era captada pelo INAMPS era atendida pelas Santas Casas, ONGs e Instituições Filantropico-Religiosas que amparavam a parcela da população carente e necessitada. 

 

Hoje o SUS, Sistema Único de Saúde, é reconhecido pela OMS como um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, porém de loNge está dentre os mais eficazes e eficiêntes. Isto porque com a realidade dos planos de saúde, super faturamentos, licitações, desvios de verbas e tudo o mais, não mudou muita coisa na política de fato, não em seus fundamentos.

 

A parcela carente e necessitada da população recebe da parte do SUS o equivalente ao que antes recebiam nas Santas Casas. Não digo isto pelos profissionais competêntes que há nos hospitais públicos. Mas porque de fato não é conferido ao SUS propriamente dito o que a política em sí se propõe a proporcionar e está estabelecido nos próprios princípios do SUS: universalidade, a integralidade, a equidade, a descentralização e participação social.

 

Digo que infelizmente a realidade não condiz nem em 2% à proposta política e ideal tão linda do SUS. Sendo que 2% seriam os profissionais em sí que fariam toda a diferença. E no pouco mais de 1% que satisfaz, é graças a competência e dignidade de excelêntes profissionais SUi generique ali atuam, em meio a uma outra proporção de profissionais que aderiram à realidade nem tão pouco SUSpeita.

 

Bjs

A política de Saúde anterior ao SUS era basicamente o Ministério da Saúde em sí, que se limitava às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças como a vacinação por exemplo, realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças. E para a parcela da população, assalariados de carteira assinada e contribuíntes da previdência social ao INAMPS (Istituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) cabia às vezes que hoje é da competência do SUS em nível amplo à toda a parcela da população. Enquanto que a parcela da população que não era captada pelo INAMPS era atendida pelas Santas Casas, ONGs e Instituições Filantropico-Religiosas que amparavam a parcela da população carente e necessitada. 

 

Hoje o SUS, Sistema Único de Saúde, é reconhecido pela OMS como um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, porém de loNge está dentre os mais eficazes e eficiêntes. Isto porque com a realidade dos planos de saúde, super faturamentos, licitações, desvios de verbas e tudo o mais, não mudou muita coisa na política de fato, não em seus fundamentos.

 

A parcela carente e necessitada da população recebe da parte do SUS o equivalente ao que antes recebiam nas Santas Casas. Não digo isto pelos profissionais competêntes que há nos hospitais públicos. Mas porque de fato não é conferido ao SUS propriamente dito o que a política em sí se propõe a proporcionar e está estabelecido nos próprios princípios do SUS: universalidade, a integralidade, a equidade, a descentralização e participação social.

 

Digo que infelizmente a realidade não condiz nem em 2% à proposta política e ideal tão linda do SUS. Sendo que 2% seriam os profissionais em sí que fariam toda a diferença. E no pouco mais de 1% que satisfaz, é graças a competência e dignidade de excelêntes profissionais SUi generique ali atuam, em meio a uma outra proporção de profissionais que aderiram à realidade nem tão pouco SUSpeita.

 

Bjs

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes