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O que são os Direitos Reais?

direitos reais 


5 resposta(s)

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Welton Barreto

Há mais de um mês

Para se entender o que são direitos reais, primeiramente é importante entender como surgem as relações jurídicas que propiciam a criação destes direitos.

Dessa forma, pode-se dizer que toda relação jurídica, em princípio, se forma a partir de uma ligação entre duas ou mais pessoas específicas que, em virtude de determinado interesse, convencionam de direitos e deveres recíprocos. É o que acontece quando as pessoas firmam determinados contratos, tendo uma em relação à outra, direitos e deveres correlatos.

 

Assim, numa relação de natureza obrigacional, estarão presentes os elementos:

Um fato jurídico (causa, por exemplo: contrato) é responsável pela formação da relação jurídica cujo objeto se constitui numa prestação (comportamento satisfativo) do sujeito passivo (devedor) em favor do sujeito ativo (credor).

Mas em se tratando de uma relação jurídica decorrente de direitos reais, a situação é um pouco diferente.

Numa relação jurídica real, o sujeito ativo possui ligação com o objeto (bem passível de ser apropriado), e a relação jurídica se dá entre o titular (que é o proprietário) e um sujeito passivo universal que são todas as demais pessoas não titulares. O vínculo se forma pela possibilidade do sujeito ativo opor a qualquer pessoa a sua propriedade, e o sujeito passivo, em contrapartida, tem o dever geral de abstenção, que se traduz no dever de não interferir no direito do proprietário.

Os direitos reais se traduzem na noção de propriedade. Segundo o Código Civil Brasileiro, art. 1.228, essa noção abrange os poderes que o proprietário pode exercer sobre a coisa, objeto de sua apropriação, quais sejam: poder de usar, fruir, dispor e reivindicar:

Art. 1.228. O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha.

Espero que te ajude.

Para se entender o que são direitos reais, primeiramente é importante entender como surgem as relações jurídicas que propiciam a criação destes direitos.

Dessa forma, pode-se dizer que toda relação jurídica, em princípio, se forma a partir de uma ligação entre duas ou mais pessoas específicas que, em virtude de determinado interesse, convencionam de direitos e deveres recíprocos. É o que acontece quando as pessoas firmam determinados contratos, tendo uma em relação à outra, direitos e deveres correlatos.

 

Assim, numa relação de natureza obrigacional, estarão presentes os elementos:

Um fato jurídico (causa, por exemplo: contrato) é responsável pela formação da relação jurídica cujo objeto se constitui numa prestação (comportamento satisfativo) do sujeito passivo (devedor) em favor do sujeito ativo (credor).

Mas em se tratando de uma relação jurídica decorrente de direitos reais, a situação é um pouco diferente.

Numa relação jurídica real, o sujeito ativo possui ligação com o objeto (bem passível de ser apropriado), e a relação jurídica se dá entre o titular (que é o proprietário) e um sujeito passivo universal que são todas as demais pessoas não titulares. O vínculo se forma pela possibilidade do sujeito ativo opor a qualquer pessoa a sua propriedade, e o sujeito passivo, em contrapartida, tem o dever geral de abstenção, que se traduz no dever de não interferir no direito do proprietário.

Os direitos reais se traduzem na noção de propriedade. Segundo o Código Civil Brasileiro, art. 1.228, essa noção abrange os poderes que o proprietário pode exercer sobre a coisa, objeto de sua apropriação, quais sejam: poder de usar, fruir, dispor e reivindicar:

Art. 1.228. O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha.

Espero que te ajude.

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Deildo Couto

Há mais de um mês

Obrigado,por responder.

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Luiz Henrique Oliveira

Há mais de um mês

Direito Real  é o campo do direito patrimonial cujas regras tratam do poder dos homens sobre as coisas apropriáveis.

As coisas apropriáveis são aquelas úteis e raras.que podem ser objetos de propriedade. Excluem-se os bens abundantes sem valoração econômica. Ex.: ar, agua do mar, luz do sol. A coisa pública também não é apropriável.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes