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POLÊMICA - Será que existe imparcialidade dos juízes?

GARANTIA DA IMPARCIALIDADE


14 resposta(s)

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Maykon de Lima Bessa

Há mais de um mês

Lyra, pefeito! Mas essa polêmica existe até hoje porque o código processual penal é de 1941, ao passo que a constituição é de 1988.  Não gosto do princípio do "porque sim" (aquele que as pessoas quando respondem algo, fundamenta no porque sim - há é isso é aquilo, por que? porque sim) ao contrário de você. A expressão "polêmica" não foi por acaso, muitos doutrinadores entende que não há a onfesa ao princípio acusatório, outros sim. AGRADESSO GRANDIOSAMENTE POR SUA OPINIÃO. Meu intuíto foi justamente este, disperta opiniões. 

Lyra, pefeito! Mas essa polêmica existe até hoje porque o código processual penal é de 1941, ao passo que a constituição é de 1988.  Não gosto do princípio do "porque sim" (aquele que as pessoas quando respondem algo, fundamenta no porque sim - há é isso é aquilo, por que? porque sim) ao contrário de você. A expressão "polêmica" não foi por acaso, muitos doutrinadores entende que não há a onfesa ao princípio acusatório, outros sim. AGRADESSO GRANDIOSAMENTE POR SUA OPINIÃO. Meu intuíto foi justamente este, disperta opiniões. 

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Lyra

Há mais de um mês

Maykon... qualquer iniciativa do juiz antes da propositura da ação penal exige atenção. Grande parte da doutrina entende que o juiz não deve ter iniciativa probatória nenhuma antes do oferecimento da denúncia. Contudo, outra parte entede que seria possível excepcionalmente essa produção probatória em homeangem a proteção da prova. Em relação a possibilidade de atuação residual do juiz na produção probatória no curso da ação penal há vários entendimentos. Eu, que tenho um olhar mais pro societate, entendo que não há ofensa ao princípio acusatório (imparciliadade), pois quando um juiz mandar produzir uma prova ele não sabe qual será o resultado, entendo que isso não contamina sua decisão...quando se produz uma prova, ela poderá ser favoral ou contra o réu. Há doutrina capitaneada por adovgados e defensores publicos que defende que o juiz não deveria ter essa iniciatvia, pois se ele tem dúvida sobre a acusação deveria, então, absolver o reu (in dubio pro reu)

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Lu Carvalho

Há mais de um mês

Maycon, a questão da imparcialidade é muito complexa se olharmos para a condição do homem como ser dotado de emoções, imperfeições e as inflências do meio. Considero a imparcialidade necessária e importante para as decisões que envolvem direito, porém, as circunstâncias apontam para a existência de atitudes parciais por grande parte dos nossos juizes. É difícil ser justo quando se é humano sujeito a falhas. Se não houvesse a parcialidade pelos juizes, por que então a precausão dentro da nossa Constituição quando preza o princípio da isonomia, o princípio da imparcialidade? Se existe normas para controlar é porque há a existência da possibilidade e casos concretos que conduziram a urgência em si fazer normas restritivas. Sendo assim, considero humanamente falando, impossível que em um dado momento, diante das circunstãncias ou por própria indole da pessoa do juiz, deixe de existir a parcialidade. Se ocorrer, a efeito de exemplo, algo de forte emoção, acho impossível que um juiz não deixe de agir por seu entendimento. Afinal, os julgados que afrontam a lei estão a todo momento servindo de exemplos. A lei, ultrapassada, resulta na decisão, pessoal, do que interpreta dos fatos em posicionamento diferente do que a lei de fato ordena. rsrs, resumindo: Humanamente falando, a imparcialidade diante de leis brandas, que mais parecem punir a vítima do que os agressores, impossível é a imparcialidade em determinadas circunstancia pelo ser "HUMANO" que é a pessoa do Juiz. Penso assim, ok

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes