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Quais princípios regem o direito eleitoral


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ana carolina dos santos

Há mais de um mês

1.2.4 Princípios do Direito Eleitoral

1.2.4.1 Princípio da lisura das eleições

Lisura, em sentido meramente semântico, está ligada à idéia de honestidade, franqueza. No que concerne ao Direito Eleitoral, o princípio da lisura tem por escopo preservar a intangibilidade dos votos e igualdade dos candidatos perante a lei eleitoral. Protege o processo eleitoral, no sentido de combater abusos, fraude e corrupção.

Veja art. 23 da Lei Complementar 64/90.

1.2.4.2 Princípio do aproveitamento do voto

Semelhante ao princípio in dubio pro reu, noDireito Eleitoral adota-se o princípio in dubio pro voto, de modo a preservar a soberania popular, a apuração dos votos e a diplomação dos eleitos.

1.2.4.3 Princípio da celeridade

Impõe que as decisões eleitorais sejam imediatas, evitando-se ultrapassar a fase da diplomação. No mesmo sentido, o cumprimento das decisões eleitorais deve ser imediato.

Veja art. 257parágrafo único do Código Eleitoral.

1.2.4.4 Princípio da devolutividade dos recursos

Preserva os efeitos das decisões proferidas pela Justiça Eleitoral, de modo que os recursos não suspendam seus efeitos.

Veja os arts. 216 e 257 do Código Eleitoral e a Resolução 21635/04.

1.2.4.5 Princípio da preclusão instantânea

Este princípio é uma decorrência da celeridade, consubstancia-se numa série de regras que visam dar sequencia ao processo eleitoral.

Veja os arts. 147§ 1º149 e 223, todos do Código Eleitoral.

1.2.4.6 Princípio da anualidade

O princípio da anualidade está previsto no art. 16 da CRFB/88 e visa preservar o processo eleitoral de mudanças casuística que possam, de alguma forma, confundir o eleitor, deformando o resultado das eleições.

1.2.4.7 Princípio da responsabilidade solidária

Impõe a solidariedade entre os candidatos e partidos políticos por atos praticados na propaganda eleitoral e nas despesas de campanha.

Veja o art. 1724 e 38 da Lei 9504/97.

1.2.4.8 Princípio da irrecorribilidade das decisões

O princípio veda a interposição de recursos contra as decisões do Tribunal Superior Eleitoral.

Veja art. 281 e 121 § 3º da CRFB/88.

1.2.4.9 Princípio da moralidade

É um corolário do regime democrático. Tem por escopo preservar a confiança do eleitor no candidato, bem como a capacidade para exercer de forma proba o mandato eletivo. Está previsto no art. 14 § 9º da CRFB/88, e regulamentado pela LC 64/90 alterada pela LC 135/10.

1.2.4.9.1 O direito ao governante honesto

Desde a promulgação da Constituição de 1988, em que pese trazer em seu texto um longo rol de princípios, o Brasil revelou uma nova irregularidade cometida em detrimento da sociedade a cada dia. Pode-se afirmar, sem exagero, que o parlamento mais parece um caso de polícia. Sem saber o que fazer, o eleitor assiste a tudo perplexo diante de tal cenário.

O direito ao governante honesto é exaltado como direito fundamental de quarta geração pelo prof. Djalma Pinto, em sua obra Direito Eleitoral – Improbidade Administrativa e Responsabilidade Fiscal. Segundo o professor, governo honesto “é que pauta suas ações nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”

Neste sentido, cabe ao Direito Eleitoral aprimorar os mecanismos que garantam a moralidade administrativa e a probidade para o exercício de mandato eletivo, à luz do § 9º do art. 14 da CRFB/88.

1.2.4 Princípios do Direito Eleitoral

1.2.4.1 Princípio da lisura das eleições

Lisura, em sentido meramente semântico, está ligada à idéia de honestidade, franqueza. No que concerne ao Direito Eleitoral, o princípio da lisura tem por escopo preservar a intangibilidade dos votos e igualdade dos candidatos perante a lei eleitoral. Protege o processo eleitoral, no sentido de combater abusos, fraude e corrupção.

Veja art. 23 da Lei Complementar 64/90.

1.2.4.2 Princípio do aproveitamento do voto

Semelhante ao princípio in dubio pro reu, noDireito Eleitoral adota-se o princípio in dubio pro voto, de modo a preservar a soberania popular, a apuração dos votos e a diplomação dos eleitos.

1.2.4.3 Princípio da celeridade

Impõe que as decisões eleitorais sejam imediatas, evitando-se ultrapassar a fase da diplomação. No mesmo sentido, o cumprimento das decisões eleitorais deve ser imediato.

Veja art. 257parágrafo único do Código Eleitoral.

1.2.4.4 Princípio da devolutividade dos recursos

Preserva os efeitos das decisões proferidas pela Justiça Eleitoral, de modo que os recursos não suspendam seus efeitos.

Veja os arts. 216 e 257 do Código Eleitoral e a Resolução 21635/04.

1.2.4.5 Princípio da preclusão instantânea

Este princípio é uma decorrência da celeridade, consubstancia-se numa série de regras que visam dar sequencia ao processo eleitoral.

Veja os arts. 147§ 1º149 e 223, todos do Código Eleitoral.

1.2.4.6 Princípio da anualidade

O princípio da anualidade está previsto no art. 16 da CRFB/88 e visa preservar o processo eleitoral de mudanças casuística que possam, de alguma forma, confundir o eleitor, deformando o resultado das eleições.

1.2.4.7 Princípio da responsabilidade solidária

Impõe a solidariedade entre os candidatos e partidos políticos por atos praticados na propaganda eleitoral e nas despesas de campanha.

Veja o art. 1724 e 38 da Lei 9504/97.

1.2.4.8 Princípio da irrecorribilidade das decisões

O princípio veda a interposição de recursos contra as decisões do Tribunal Superior Eleitoral.

Veja art. 281 e 121 § 3º da CRFB/88.

1.2.4.9 Princípio da moralidade

É um corolário do regime democrático. Tem por escopo preservar a confiança do eleitor no candidato, bem como a capacidade para exercer de forma proba o mandato eletivo. Está previsto no art. 14 § 9º da CRFB/88, e regulamentado pela LC 64/90 alterada pela LC 135/10.

1.2.4.9.1 O direito ao governante honesto

Desde a promulgação da Constituição de 1988, em que pese trazer em seu texto um longo rol de princípios, o Brasil revelou uma nova irregularidade cometida em detrimento da sociedade a cada dia. Pode-se afirmar, sem exagero, que o parlamento mais parece um caso de polícia. Sem saber o que fazer, o eleitor assiste a tudo perplexo diante de tal cenário.

O direito ao governante honesto é exaltado como direito fundamental de quarta geração pelo prof. Djalma Pinto, em sua obra Direito Eleitoral – Improbidade Administrativa e Responsabilidade Fiscal. Segundo o professor, governo honesto “é que pauta suas ações nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”

Neste sentido, cabe ao Direito Eleitoral aprimorar os mecanismos que garantam a moralidade administrativa e a probidade para o exercício de mandato eletivo, à luz do § 9º do art. 14 da CRFB/88.

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Especialistas PD

Há mais de um mês

Alguns dos principais princípios do Direito Eleitoral são:

  1. Democracia Representativa
  2. Estado Democrático de Direito
  3. Soberania popular
  4. Sufrágio universal
  5. Legitimidade
  6. Moralidade
  7. Probidade
  8. Igualdade ou isonomia

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