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Mediação de Conflitos

A mudança de paradigmas para o manejo dos conflitos, ao invés de privilegiar os processos litigiosos, deve-se buscar o entendimento entre as partes, sempre, visando à manutenção e responsabilização correlatas. Desta maneira, percebe-se claramente a importância desta nova postura que :


10 resposta(s)

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Mari

Há mais de um mês

Potencializa o poder de decisão entre as partes antes que o litígio possa ser decidido por um juiz imparcial; torna a tentativa de autocomposição voluntária, pois, as partes não são obrigadas a ceder por elas um acordo; torna a mediação sigilosa, ou seja, nada do que aconteceu na sessão pode ser gravado ou utilizado como prova nos autos, nem mesmo os mediadores que participaram da mediação podem servir como testemunhas; havendo ou não um entendimento, um termo de audiência será elaborado, a fim de dar ciência ao juízo do êxito, prosseguimento ou desistência com a concordância das partes; a mediação é o momento de identificar as verdadeiras razões que estão por trás e escondidas no litígio, por isso, poderá haver mais de uma sessão conjunta ou individual. Isso oportuniza a chance de resolver questões delicadas no tempo mais oportuno para as partes. A decisão tomada na sessão será homologada pelo juiz, servindo como título executivo  extrajudicial. Uma vez tomada a decisão, ela é irrevogável, não podendo discuti-la com outra ação; os advogados devem se fazer presentes, mas só auxiliarão questões de caráter jurídico, já que o mediador não tem acesso aos autos do processo. A palavra final será da partes e não de seus advogados.

 

A mediação poderá ser pré processual ou processual. A primeira, como analogia, é parecido com o JEC na primeira instância, porém, não é preciso ajuizar nenhuma ação. Basicamente, a parte interessada vai até uma unidade e explica o seu problema, solicitando para tanto, que um mediador ajude na comunicação com quem possui conflito, daí é enviado um convite para ambos as partes com data e hora para sessão. Nada impede também que o advogado leve seu cliente de forma extrajudicial e preliminarmente como tentativa de realizar um acordo com a parte adversa antes de ajuizar uma demanda. A segunda, é uma ação em tramitação, que antes de uma audiência ou julgamento, ou em qualquer fase do processo, o juiz designará a tentativa de acordo, sendo também essa opção das partes representados por seus advogados

Potencializa o poder de decisão entre as partes antes que o litígio possa ser decidido por um juiz imparcial; torna a tentativa de autocomposição voluntária, pois, as partes não são obrigadas a ceder por elas um acordo; torna a mediação sigilosa, ou seja, nada do que aconteceu na sessão pode ser gravado ou utilizado como prova nos autos, nem mesmo os mediadores que participaram da mediação podem servir como testemunhas; havendo ou não um entendimento, um termo de audiência será elaborado, a fim de dar ciência ao juízo do êxito, prosseguimento ou desistência com a concordância das partes; a mediação é o momento de identificar as verdadeiras razões que estão por trás e escondidas no litígio, por isso, poderá haver mais de uma sessão conjunta ou individual. Isso oportuniza a chance de resolver questões delicadas no tempo mais oportuno para as partes. A decisão tomada na sessão será homologada pelo juiz, servindo como título executivo  extrajudicial. Uma vez tomada a decisão, ela é irrevogável, não podendo discuti-la com outra ação; os advogados devem se fazer presentes, mas só auxiliarão questões de caráter jurídico, já que o mediador não tem acesso aos autos do processo. A palavra final será da partes e não de seus advogados.

 

A mediação poderá ser pré processual ou processual. A primeira, como analogia, é parecido com o JEC na primeira instância, porém, não é preciso ajuizar nenhuma ação. Basicamente, a parte interessada vai até uma unidade e explica o seu problema, solicitando para tanto, que um mediador ajude na comunicação com quem possui conflito, daí é enviado um convite para ambos as partes com data e hora para sessão. Nada impede também que o advogado leve seu cliente de forma extrajudicial e preliminarmente como tentativa de realizar um acordo com a parte adversa antes de ajuizar uma demanda. A segunda, é uma ação em tramitação, que antes de uma audiência ou julgamento, ou em qualquer fase do processo, o juiz designará a tentativa de acordo, sendo também essa opção das partes representados por seus advogados

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Angela

Há mais de um mês

Privilegia acima de  tudo o relacionamento entre as partes, o empoderamento a responsabilização de cada um na condução do conflito vivenciado. Esse procedimento capacita os envolvidos no conflito  a serem protagonistas de sua história e acima de tudo os capacita para o exercício da cidadania.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes