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qual a diferença entre acting out e passagem ao ato?


4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Acting out é um termo psicológico que advém da linguagem dos mecanismos de defesa e do autocontrole, ou seja, realizar uma ação em contraste com suportar e controlar o impulso de realizá-la. A ação feita é geralmente antissocial e pode tomar a forma de agir sobre os impulsos de um vício ou em um meio projetado para atrair atenção, birra ou comportamento promíscuo.


A atitude ou comportamento oposto é chamado de atuação. No uso geral, a ação executada é destrutiva para si ou para os outros e pode inibir o desenvolvimento de respostas mais construtivas aos sentimentos em questão. O termo é usado desta forma no tratamento da dependência sexual, psicoterapia, criminologia e parentalidade.


A passagem ao ato diz respeito à relação entre o ato e sua mentalização; poderia, de fato, ser considerado como uma exclusão quase total de qualquer processo mental do ato. Qualquer entendimento de tal ato, que não é assumido, mas sim apresentado pelo agente como passivamente experimentado, deve depender de um esforço de decifração. Por essa razão, a passagem para o ato tem sido comparada à somatização, pois ambas são caracterizadas por uma falta de trabalho psíquico.

Acting out é um termo psicológico que advém da linguagem dos mecanismos de defesa e do autocontrole, ou seja, realizar uma ação em contraste com suportar e controlar o impulso de realizá-la. A ação feita é geralmente antissocial e pode tomar a forma de agir sobre os impulsos de um vício ou em um meio projetado para atrair atenção, birra ou comportamento promíscuo.


A atitude ou comportamento oposto é chamado de atuação. No uso geral, a ação executada é destrutiva para si ou para os outros e pode inibir o desenvolvimento de respostas mais construtivas aos sentimentos em questão. O termo é usado desta forma no tratamento da dependência sexual, psicoterapia, criminologia e parentalidade.


A passagem ao ato diz respeito à relação entre o ato e sua mentalização; poderia, de fato, ser considerado como uma exclusão quase total de qualquer processo mental do ato. Qualquer entendimento de tal ato, que não é assumido, mas sim apresentado pelo agente como passivamente experimentado, deve depender de um esforço de decifração. Por essa razão, a passagem para o ato tem sido comparada à somatização, pois ambas são caracterizadas por uma falta de trabalho psíquico.

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Caroline Quixabeira

Há mais de um mês

Olá, acredito que o acting out fica mais no campo de uma reação a um conteúdo especifico, enquanto que na passagem ao ato a pessoa concretiza aquela ação a qual buscava evitar. Passagem ao ato: uma tentativa de suicidio.

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Andre Smaira

Há mais de um mês

Acting out é um termo psicológico que advém da linguagem dos mecanismos de defesa e do autocontrole, ou seja, realizar uma ação em contraste com suportar e controlar o impulso de realizá-la. A ação feita é geralmente antissocial e pode tomar a forma de agir sobre os impulsos de um vício ou em um meio projetado para atrair atenção, birra ou comportamento promíscuo.


A atitude ou comportamento oposto é chamado de atuação. No uso geral, a ação executada é destrutiva para si ou para os outros e pode inibir o desenvolvimento de respostas mais construtivas aos sentimentos em questão. O termo é usado desta forma no tratamento da dependência sexual, psicoterapia, criminologia e parentalidade.


A passagem ao ato diz respeito à relação entre o ato e sua mentalização; poderia, de fato, ser considerado como uma exclusão quase total de qualquer processo mental do ato. Qualquer entendimento de tal ato, que não é assumido, mas sim apresentado pelo agente como passivamente experimentado, deve depender de um esforço de decifração. Por essa razão, a passagem para o ato tem sido comparada à somatização, pois ambas são caracterizadas por uma falta de trabalho psíquico.

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Andre Smaira

Há mais de um mês

Acting out é um termo psicológico que advém da linguagem dos mecanismos de defesa e do autocontrole, ou seja, realizar uma ação em contraste com suportar e controlar o impulso de realizá-la. A ação feita é geralmente antissocial e pode tomar a forma de agir sobre os impulsos de um vício ou em um meio projetado para atrair atenção, birra ou comportamento promíscuo.


A atitude ou comportamento oposto é chamado de atuação. No uso geral, a ação executada é destrutiva para si ou para os outros e pode inibir o desenvolvimento de respostas mais construtivas aos sentimentos em questão. O termo é usado desta forma no tratamento da dependência sexual, psicoterapia, criminologia e parentalidade.


A passagem ao ato diz respeito à relação entre o ato e sua mentalização; poderia, de fato, ser considerado como uma exclusão quase total de qualquer processo mental do ato. Qualquer entendimento de tal ato, que não é assumido, mas sim apresentado pelo agente como passivamente experimentado, deve depender de um esforço de decifração. Por essa razão, a passagem para o ato tem sido comparada à somatização, pois ambas são caracterizadas por uma falta de trabalho psíquico.

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