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penas privativas de liberdade

O Juiz da Décima Vara Criminal da Comarca da Capital do RJ condenou ANACLETO a uma pena privativa de liberdade que foi substituída por uma pena restritiva de direitos de perda do seu automóvel Gol, ano 2010 (CP, art. 43, II), que fazia parte de seu considerável acervo patrimonial. Em fase de Execução da Pena, ANACLETO vem a falecer, ocasião em que o Estado vem a se habilitar em seu inventário judicial. Em defesa, ANATÉRCIA, viúva de ANACLETO, sustentou a inconstitucionalidade da referida atividade estatal trazendo como fundamento constitucional que a pena estaria passando da pessoa do condenado. Considerando a situação hipotética, indaga-se se assiste razão à defesa de ANATÉRCIA e qual(is) o(s) princípio(s) a ser(em) invocado(s) ?

Direito Penal II

ESTÁCIO


2 resposta(s)

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Estudante

Há mais de um mês

Nesse caso Anatércia não possui razão, haja vista que, a pena não está sendo transferida para o patrimônio alheio (princípio da intranscendência das penas) e sim está restrita ao próprio patrimônio do condenado, desse modo, o valor que será executado não está ferindo princípios constitucionais. 

Nesse caso Anatércia não possui razão, haja vista que, a pena não está sendo transferida para o patrimônio alheio (princípio da intranscendência das penas) e sim está restrita ao próprio patrimônio do condenado, desse modo, o valor que será executado não está ferindo princípios constitucionais. 

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Luiz

Há mais de um mês

Anatércia não possui razão, pois a condenação foi transitada em julgada antes do falecimento de Anacleto

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