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calculo de drenagem para loteamento

Drenagem

UNISUL


2 resposta(s)

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Vilmar Vitalis

Há mais de um mês

Podes seguir os seguintes passos, se ulitizar o Método Racional:

1) verificar se existem dados hidorlogicos prontos para a localidade, como por exemplo, a precipitação máxima de projeto, apurada pela equação da IDF;

2) verificar o crescimento da bacia, as taxas permitidas para edificação e impermeabilização do solo;

3) realizar a apuração do tempo de concentração da bacia ou sub-bacias;

4) apurar as áreas de influência das sub-bacias e as respectivas taxas de impermeabilização (como margem de segurança poderá utilizar 100% da área impermeabilizada);

5) realizar o dimensionamento das vazões de pico de cada sub-bacia; ao agregar ramais, recalcular os tempos de concentração e areas agregadamente, para compensar o efeito cinemático da vazão conjunta;

6) Dimensionar as áreas de sarjetas, bocas de lobo e canais de microdrenagem, considerando a declividade e geometria aplicados, e a rugosidade das superfícies de drenagem para o final da vida útil.

Poderá utilizar ainda, outro método de obtenção das vazões de pico com outros hidrogramas, e a partir da vazão projetar a rede com utilização mais economica com seção de 0,94D para conduto live, conforme PORTO. Note que a condição do conduto é considerada limpa, livre de obstruções de materiais decompostos ou lixo. Se a drenagem municipal é regulada por legislação própria, deve-se observar a condição de vazão dos condutos.

A partir da rede projetada, testar um evento em simulador de utilização livre, como swmm encontrado em: http://www.lenhs.ct.ufpb.br/?page_id=34. 

 

 

Podes seguir os seguintes passos, se ulitizar o Método Racional:

1) verificar se existem dados hidorlogicos prontos para a localidade, como por exemplo, a precipitação máxima de projeto, apurada pela equação da IDF;

2) verificar o crescimento da bacia, as taxas permitidas para edificação e impermeabilização do solo;

3) realizar a apuração do tempo de concentração da bacia ou sub-bacias;

4) apurar as áreas de influência das sub-bacias e as respectivas taxas de impermeabilização (como margem de segurança poderá utilizar 100% da área impermeabilizada);

5) realizar o dimensionamento das vazões de pico de cada sub-bacia; ao agregar ramais, recalcular os tempos de concentração e areas agregadamente, para compensar o efeito cinemático da vazão conjunta;

6) Dimensionar as áreas de sarjetas, bocas de lobo e canais de microdrenagem, considerando a declividade e geometria aplicados, e a rugosidade das superfícies de drenagem para o final da vida útil.

Poderá utilizar ainda, outro método de obtenção das vazões de pico com outros hidrogramas, e a partir da vazão projetar a rede com utilização mais economica com seção de 0,94D para conduto live, conforme PORTO. Note que a condição do conduto é considerada limpa, livre de obstruções de materiais decompostos ou lixo. Se a drenagem municipal é regulada por legislação própria, deve-se observar a condição de vazão dos condutos.

A partir da rede projetada, testar um evento em simulador de utilização livre, como swmm encontrado em: http://www.lenhs.ct.ufpb.br/?page_id=34. 

 

 

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Pablo Scobar

Há mais de um mês

eu não recebo nenhuma materia neste bloguer, so muita propaganta

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes