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INTERVENÇÃO MILITAR NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO? É A SOLUÇÃO PARA O CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA?


8 resposta(s)

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vitoria oliveira

Há mais de um mês

A solução para a segurança publica é a EDUCAÇÂO, quando o Estado entender isso o Brasil será um pais melhor, essa intervenção militar nada mais é do que uma medida de urgencia, ou seja, no momento pode ate ser que reduza a incidencia de violencia mas não vai trazer resultados significativos a longo prazo. Quando houver escolas de qualidade para TODOS, escolas onde as crianças e adolescentes realmente aprendam e não simplesmente sejam empurradas pra a serie seguinte (apenas para mudar os numeros), quando tivermos boas propostas de emprego e salario compativel ao nivel do trabalho, quando o amor a patria for maior do que a amor a corrupção... ai sim teremos a chance de viver em um pais seguro. 

A solução para a segurança publica é a EDUCAÇÂO, quando o Estado entender isso o Brasil será um pais melhor, essa intervenção militar nada mais é do que uma medida de urgencia, ou seja, no momento pode ate ser que reduza a incidencia de violencia mas não vai trazer resultados significativos a longo prazo. Quando houver escolas de qualidade para TODOS, escolas onde as crianças e adolescentes realmente aprendam e não simplesmente sejam empurradas pra a serie seguinte (apenas para mudar os numeros), quando tivermos boas propostas de emprego e salario compativel ao nivel do trabalho, quando o amor a patria for maior do que a amor a corrupção... ai sim teremos a chance de viver em um pais seguro. 

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Tomás Jahnke

Há mais de um mês

Pergunta tendenciosa. Mas, não é a solução, segundo as midias televisas e jornais vinculantes, no território nacional, afirma-se que Michel Temer assinou decreto parlamentar para à propositura da intervenção militar, que far-se-a ser válida, a lei, até o fim do ano. Nesse modo, Temer, promulga decretos legilastivos ardis e chicanos, que aferem os direitos humanos, por exemplo, a decisão aumenta o temor de abusos contra os direitos humanos sejam cometidos, além do mais em um contexto em que os militares não serão submetidos a um julgamento civil. A intervenção é algo sondado já faz algum tempo, não é algo de agora. Levando-se em conta que foi observado, a decisão de apostar mais uma vez no uso da força e o poder policial conferido às Forças Armadas, ainda mais em um contexto em que os militares não serão submetidos a um julgamento civil, aumenta o temor de que abusos contra os direitos humanos sejam cometidos.

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Tomás Jahnke

Há mais de um mês

o processo de estruturação da política de segurança pública exige rupturas, mudanças de paradigmas, sistematização de ações pontuais combinadas a programas consistentes e duradouros, fincados, sobretudo, na valorização do ser humano sob todos os aspectos, levando em consideração os contextos sociais de cada cidadão

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