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A diferença entre Constituto Possessorio e Tradictio breve manu

Direito Civil I

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Júnior Oliveira Verified user icon

Há mais de um mês

O constituto possessório, instutuído no negócio jurídico por meio da denominada cláusula constituti, é o instituto por meio do qual se opera a alteração de titularidade da posse, de modo que aquele que possuia a coisa em nome próprio, passará a possuí-la em nome de terceiro.

Por exemplo: imagine que Maria venda um imóvel seu para João. No entanto, o comprador não prentende morar no imóvel, que é alugado para a própria Maria, antiga proprietária, por meio da cláusula constituti. Perceba que Maria, que já detinha a posse sobre a coisa, continuará exercendo essa posse, mas agora na qualidade de locatária, não mais de proprietária.

Já a tradictio brevi manu é o instituto diametralmente o posto ao constituto possessório: haverá tradictio brevi manu quando aquele que detinha a posse sobre um bem em nome de terceiro passa a exercê-la em nome próprio. É o caso, por exemplo, do locatário que, por meio de uma cláusula, adquire o bem até então alugado, deixando de possuí-lo enquanto locatário e passando para o status de proprietário.

Perceba que em ambos os casos a posse direta sobre o bem se mantem, o que se altera é a qualidade do possuidor, se exerce essa posse em nome próprio ou de terceiro.

O constituto possessório, instutuído no negócio jurídico por meio da denominada cláusula constituti, é o instituto por meio do qual se opera a alteração de titularidade da posse, de modo que aquele que possuia a coisa em nome próprio, passará a possuí-la em nome de terceiro.

Por exemplo: imagine que Maria venda um imóvel seu para João. No entanto, o comprador não prentende morar no imóvel, que é alugado para a própria Maria, antiga proprietária, por meio da cláusula constituti. Perceba que Maria, que já detinha a posse sobre a coisa, continuará exercendo essa posse, mas agora na qualidade de locatária, não mais de proprietária.

Já a tradictio brevi manu é o instituto diametralmente o posto ao constituto possessório: haverá tradictio brevi manu quando aquele que detinha a posse sobre um bem em nome de terceiro passa a exercê-la em nome próprio. É o caso, por exemplo, do locatário que, por meio de uma cláusula, adquire o bem até então alugado, deixando de possuí-lo enquanto locatário e passando para o status de proprietário.

Perceba que em ambos os casos a posse direta sobre o bem se mantem, o que se altera é a qualidade do possuidor, se exerce essa posse em nome próprio ou de terceiro.

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