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Como funciona o imposto DIFAL?


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Há mais de um mês

O Difal (Diferencial de Alíquota do ICMS) é um cálculo usado para operações interestaduais para consumidor final e não contribuinte de ICMS

Por meio do cálculo, determina-se a diferença entre alíquota aplicada no estado e tarifa interestadual. Como um exemplo, podemos usar o exemplo de uma mercadoria que sairá de São Paulo com o Rio de Janeiro como destino: nesse caso, a tarifa interestadual é de 12%, enquanto que a alíquota de ICMS no estado fluminense é de 18%. Sendo assim, o DIFAL é de 6% sobre o valor da operação. Portanto, para um produto que custou R$ 100, R$ 6 corresponderão ao DIFAL.

O Difal tenta equilibrar o cenário do ICMS, para que haja uma regulamentação entre os estados para esse tipo de imposto.

 

O Difal (Diferencial de Alíquota do ICMS) é um cálculo usado para operações interestaduais para consumidor final e não contribuinte de ICMS

Por meio do cálculo, determina-se a diferença entre alíquota aplicada no estado e tarifa interestadual. Como um exemplo, podemos usar o exemplo de uma mercadoria que sairá de São Paulo com o Rio de Janeiro como destino: nesse caso, a tarifa interestadual é de 12%, enquanto que a alíquota de ICMS no estado fluminense é de 18%. Sendo assim, o DIFAL é de 6% sobre o valor da operação. Portanto, para um produto que custou R$ 100, R$ 6 corresponderão ao DIFAL.

O Difal tenta equilibrar o cenário do ICMS, para que haja uma regulamentação entre os estados para esse tipo de imposto.

 

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Marcelo

Há mais de um mês

Até 2015 todo o valor recolhido nos pagamentos de diferença de alíquota em transações envolvendo não contribuintes ia para os estados de origem das transações interestaduais, locais das empresas vendedoras. Mas em 2016 isso começou a mudar.

Progressivamente, até 2019, todos os recolhimentos de DIFAL irão para os estados destino dessas operações. Para isso, o Convênio ICMS 93/2015 estabeleceu a seguinte tabela:

  • 2016: 60% da DIFAL para a origem e 40% para o destino;

  • 2017: 40% da DIFAL para a origem e 60% para o destino:

  • 2018: 20% da DIFAL para a origem e 80% para o destino;

  • 2019 em diante: 100% da DIFAL para o destino.

Vale ressaltar que essa partilha vale apenas para as vendas a não contribuintes do ICMS, os clientes finais pessoas físicas. Anteriormente, essas operações não eram tributadas com a diferença de alíquota. Desde que passaram a ser, a partilha foi instituída para essas operações.

Quando ocorrem, a responsabilidade pelo recolhimento é da empresa vendedora, pois ela tem inscrição estadual e é contribuinte do ICMS. Já nas transações entre empresas, todo o valor da DIFAL é destinado ao estado de origem da mercadoria com o pagamento sendo feito pela empresa compradora.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas