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Por que o consumidor "paga a conta" do desperdício de alimento no Brasil?


5 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução à Antropologia.


O consumidor “paga a conta” do desperdício de alimento no Brasil pois o comerciante varejista embuti no preço do produto a venda uma margem para compensar as perdas.

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução à Antropologia.


O consumidor “paga a conta” do desperdício de alimento no Brasil pois o comerciante varejista embuti no preço do produto a venda uma margem para compensar as perdas.

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Andre

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução à Antropologia.


O consumidor “paga a conta” do desperdício de alimento no Brasil pois o comerciante varejista embuti no preço do produto a venda uma margem para compensar as perdas.

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Josiane

Há mais de um mês

Falar sobre o desperdício de alimentos no Brasil é quase tão importante quando falar sobre a necessidade de trabalhar para preservar nossos recursos naturais. Anualmente nosso país perde, entre a colheita, manuseio, transporte e venda, cerca de R$ 12 bilhões em alimentos que seriam suficientes para alimentar 30 milhões de pessoas.As perdas na safra de grãos chegam a 10%, enquanto frutas, verduras e legumes apresentam uma perda de 20%. A distribuição do desperdício é a seguinte: 10% na colheita, 50% no manuseio e transporte, 30% nas centrais de abastecimento e 10% entre supermercado e consumidor (1). E quem paga a conta é o consumidor final, já que os custos desses desperdícios são embutidos no preço.

A questão apresenta um problema muito sério. Se a perda é um aspecto conhecido, para atender à demanda é necessário produzir mais do que seria preciso caso o desperdício oriundo da logística fosse evitado. Imagine que, em média, um produtor usa 15% de solo, água, adubo, pesticidas e outros considerando essa margem como uma perda de processo.

Outra questão a ser vista são os custos ambientais e sociais, pouco considerados atualmente nos processos agrícolas tradicionais. Neles estão incluídos: a perda da capacidade de produção do solo provocada pelo constante cultivo de monoculturas, a poluição de rios e lençóis freáticos pelo uso excessivo de agrotóxicos (basta ver a série sobre o assunto exibida nesta semana pelo Jornal Nacional), destruição dos ecossistemas locais pela intervenção humana (isso inclui o uso de grãos geneticamente modificados), doenças ocupacionais geradas pelo uso de agrotóxicos sem as devidas proteções, entre outros.

Mas essa não é a única fase do desperdício. Segundo o Instituto Akatu, 1/3 do que compramos vai para o lixo na forma de cascas, folhas, talos e alimentos estragados. Quando desperdício! Quantos recursos naturais jogados para o lixo! Quantas pessoas ainda passam fome num mundo de tantos excessos e desperdícios!

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Andre

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução à Antropologia.


O consumidor “paga a conta” do desperdício de alimento no Brasil pois o comerciante varejista embuti no preço do produto a venda uma margem para compensar as perdas.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas