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Identifique importantes "moléculas de membrana celular" do sistema imune. Apresente suas funções.

Imunologia

UNIBH


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

A membrana celular é uma fina película lipoprotéica formada por fosfolipídios e proteínas, cuja espessura varia entre 7,5 a 10 nanômetros, delimitando o citoplasma de todos os tipos de células (bactérias, algas, fungos, protozoários, animais e vegetais), recebendo variadas denominações: plasmalema, membrana plasmática ou membrana citoplasmática.


A formação das Membrana Celular biológicas é baseado nas propriedades de lípidos, e todas as membranas celulares partilham uma organização estrutural comum: bicamadas de fosfolípidos com associadas proteínas.


Estas proteínas de membrana são responsáveis por muitas funções especializadas; alguns agem como receptores que permitem que a célula para responder a sinais externos, alguns são responsáveis pelo transporte seletivo de moléculas através da membrana, e outros participam no transporte de electrões e fosforilação oxidativa.

A membrana celular é uma fina película lipoprotéica formada por fosfolipídios e proteínas, cuja espessura varia entre 7,5 a 10 nanômetros, delimitando o citoplasma de todos os tipos de células (bactérias, algas, fungos, protozoários, animais e vegetais), recebendo variadas denominações: plasmalema, membrana plasmática ou membrana citoplasmática.


A formação das Membrana Celular biológicas é baseado nas propriedades de lípidos, e todas as membranas celulares partilham uma organização estrutural comum: bicamadas de fosfolípidos com associadas proteínas.


Estas proteínas de membrana são responsáveis por muitas funções especializadas; alguns agem como receptores que permitem que a célula para responder a sinais externos, alguns são responsáveis pelo transporte seletivo de moléculas através da membrana, e outros participam no transporte de electrões e fosforilação oxidativa.

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Bruna

Há mais de um mês

O sistema complemento (SC) é o principal mediador humoral do processo inflamatório junto aos anticorpos. Compõem, juntamente com algumas linhagens celulares e mecanismos de barreira, o sistema imune inato do organismo, com função importante na defesa humoral inespecífica. É constituído por um conjunto de proteínas (cascata protéica), tanto solúveis no plasma como expressas na membrana celular, e pode ser ativado por diversos mecanismos. 
A deficiência de uma ou mais proteínas da cascata do SC pode ser responsável pela suscetibilidade aumentada a várias doenças. As deficiências podem ser genéticas, quando poderão faltar componentes de ativação, de regulação ou mesmo de receptores ou adquiridas. Por outro lado, o aumento da concentração sérica das proteínas do sistema de complemento pode ocorrer em conseqüência de uma resposta de fase aguda (trauma, inflamação ou necrose tissular), obstrução biliar, e glomeruloesclerose local, servindo de indicativos para estas condições. 
As proteínas do Sistema de Complemento são sintetizadas principalmente nos hepatócitos e macrófagos/monócitos, além de outros tecidos. As proteínas reguladoras ligadas à membrana celular são sintetizadas nas células sobre as quais estão expressas. 
O SC participa dos seguintes processos biológicos: fagocitose, opsonização, quimiotaxia de leucócitos, liberação de histamina dos mastócitos e basófilos e de espécies ativas de oxigênio pelos leucócitos, vasoconstrição, contração da musculatura lisa, aumento da permeabilidade dos vasos, agregação plaquetária e citólise. 
Para que o SC exerça as suas funções, deve ser ativado, originando assim uma série de fragmentos com diferentes características e funções especificas. Esta ativação ocorre por duas vias: a clássica e a alternativa. Cada uma delas é desencadeada por fatores diferentes, sendo o início da ativação diferente para cada uma, mas que convergem em uma via comum a partir da formação de C3b. 
Sua ativação tanto pela via clássica como pela via alternativa leva à formação do complexo lítico de membrana (CLM), que destrói células. A opsonização leva ao reconhecimento das moléculas do SC pelos receptores para complemento nos fagócitos e pelas imunoglobulinas. 
A multiplicidade e a potência das atividades biológicas geradas quando o complemento é ativado, e, em particular, a capacidade do complemento de mediar as reações inflamatórias agudas e de produzir lesões letais nas membranas celulares constituem uma ameaça não apenas para os patógenos invasores mas também às células e aos tecidos do hospedeiro. Esse potencial de autolesão da ativação do complemento é normalmente mantido sob controle efetivo por diversos inibidores e inativadores que atuam em pontos de amplificação enzimática, bem como em nível das moléculas efetoras. 
Em seu conjunto, as proteínas de controle do complemento realizam duas funções importantes: asseguram que a ativação do complemento seja proporcional à concentração e à duração da presença dos ativadores do complemento e protegem as células do hospedeiro contra o potencial deletério dos produtos de ativação do complemento. 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas