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reaccoes transfusionais hemoliticas e infecciosas

Imunologia e Patologia

Biológicas / Saúde


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

A relação entre risco e benefício da transfusão de hemocomponentes em pacientes críticos tem sido objeto de estudo. A hemotransfusão não é isenta de riscos, estando associada a inúmeros eventos adversos como infeccões, injúria pulmonar aguda, sobrecarga volêmica, alteracões imunes e reações hemolíticas.


A melhora dos métodos de triagem sorológica dos doadores reduziu significativamente as taxas de transmissão de doenças infecciosas por meio da hemotransfusão. Com isso as reações hemolíticas transfusionais (RHT) se tornaram uma das principais complicações relacionadas a terapia transfusional. Essas reações são mediadas pelo sistema imunológico e cursam com hemólise.


As RHT possuem amplo espectro de manifestações clínicas, podendo variar desde quadros assintomáticos até aqueles potencialmente fatais. A identificação precoce dos sinais e sintomas é fundamental, pois o tratamento é fator decisivo no prognóstico do paciente. O conhecimento da fisiopatologia das RHT auxilia no diagnóstico das mesmas e na diferenciação de causas não imunomediadas de hemólise. O anestesiologista tem papel fundamental tanto na vigilância do paciente transfundido quanto na identificação e subsequente tratamento das possíveis reações adversas associadas a transfusão perioperatória de hemocomponentes.

A relação entre risco e benefício da transfusão de hemocomponentes em pacientes críticos tem sido objeto de estudo. A hemotransfusão não é isenta de riscos, estando associada a inúmeros eventos adversos como infeccões, injúria pulmonar aguda, sobrecarga volêmica, alteracões imunes e reações hemolíticas.


A melhora dos métodos de triagem sorológica dos doadores reduziu significativamente as taxas de transmissão de doenças infecciosas por meio da hemotransfusão. Com isso as reações hemolíticas transfusionais (RHT) se tornaram uma das principais complicações relacionadas a terapia transfusional. Essas reações são mediadas pelo sistema imunológico e cursam com hemólise.


As RHT possuem amplo espectro de manifestações clínicas, podendo variar desde quadros assintomáticos até aqueles potencialmente fatais. A identificação precoce dos sinais e sintomas é fundamental, pois o tratamento é fator decisivo no prognóstico do paciente. O conhecimento da fisiopatologia das RHT auxilia no diagnóstico das mesmas e na diferenciação de causas não imunomediadas de hemólise. O anestesiologista tem papel fundamental tanto na vigilância do paciente transfundido quanto na identificação e subsequente tratamento das possíveis reações adversas associadas a transfusão perioperatória de hemocomponentes.

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Rita

Há mais de um mês

Existem reações transfusionais imunes e não imunes, tardias e imediatas.

As reaçoes imunes são reações entre antígeno e anticorpo, que podem ser transfusão de antígenos eritrocitários do doador, onde o receptor foi previamente sensibilizado por multiplas gestações oou transfusões anteriores ou anticorpos naturais, formados ao longo da vida.

As reações imunes mais frequentes são:

1- Reação febril não hemolítica;

2- Reação febril hemolítica,

3- reação alergicas( urticariforme) e ou anafilática;

4- reação aloimune( anticorpos irregulares)

5- TRALI( injuria pulmonar aguda pós transfusão

6- Reação enxerto contra hospedeiro pós transfusão

As reações não imunes mais frequentes são:

1- TACO;

2- Infecção bacteriana pós transfusão;

3- Viroses( citomegalovirus, hepatites B e C e HTLV)

4-Babesiose;

5- Malária

6- Febre Amarela

 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas