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quais os aspectos morfológicos, moleculares e bioquímicos


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Tulio

Há mais de um mês

O gênero Microcystis é um dos que mais causam problemas em águas continentais de todo mundo devido a sua alta capacidade de formar florações e produzir toxinas. A literatura mostra que à espécie mais conhecida e estudada do gênero é M. aeruginosa que é amplamente distribuída em todo o mundo, frequentemente forma florações e é produtora de microcistinas. Compreender os fatores que afetam a produção das microcistinas em cianobactérias tem sido um desafio para os pesquisadores há quase 40 anos. Apesar da intensa investigação, ainda não há clareza sobre sua função bem como o controle de sua produção. Apesar do desenvolvimento de inúmeros estudos, ainda há muitos resultados contraditórios em relação a sua produção. Essa falta de dados conclusivos gera uma lacuna quando se busca estabelecer como e quando uma toxina pode ser produzida por uma dada espécie de cianobactéria. Assim, nosso objetivo é estudar a produção de microcistinas de forma integrada, analisando parâmetros morfométricos, fisiológicos, ultraestruturais (tilacóides) e toxicológicos. (AU)

O gênero Microcystis é um dos que mais causam problemas em águas continentais de todo mundo devido a sua alta capacidade de formar florações e produzir toxinas. A literatura mostra que à espécie mais conhecida e estudada do gênero é M. aeruginosa que é amplamente distribuída em todo o mundo, frequentemente forma florações e é produtora de microcistinas. Compreender os fatores que afetam a produção das microcistinas em cianobactérias tem sido um desafio para os pesquisadores há quase 40 anos. Apesar da intensa investigação, ainda não há clareza sobre sua função bem como o controle de sua produção. Apesar do desenvolvimento de inúmeros estudos, ainda há muitos resultados contraditórios em relação a sua produção. Essa falta de dados conclusivos gera uma lacuna quando se busca estabelecer como e quando uma toxina pode ser produzida por uma dada espécie de cianobactéria. Assim, nosso objetivo é estudar a produção de microcistinas de forma integrada, analisando parâmetros morfométricos, fisiológicos, ultraestruturais (tilacóides) e toxicológicos. (AU)

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