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Quais as consequências de privar uma criança do convívio social?

pedagogia

4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

O índice de bem-estar pode ser avaliado pelo convívio social, por exemplo. Ter ampla sociabilidade, desde a infância, permite que as pessoas passem a interagir de forma mais ampla e garante o estímulo ao convívio com outros seres vivos. A partir daí o ser humano começa a se identificar com o outro, de forma a ter mais confiança nas suas ações e aprender a se relacionar com os seres humanos.

Quando se priva uma criança do convívio social, o seu desenvolvimento social pode ser prejudicado e redução de estímulos do meio ambiente para melhor convívio em sociedade, de forma a reduzir as expectativas de interação social.

O índice de bem-estar pode ser avaliado pelo convívio social, por exemplo. Ter ampla sociabilidade, desde a infância, permite que as pessoas passem a interagir de forma mais ampla e garante o estímulo ao convívio com outros seres vivos. A partir daí o ser humano começa a se identificar com o outro, de forma a ter mais confiança nas suas ações e aprender a se relacionar com os seres humanos.

Quando se priva uma criança do convívio social, o seu desenvolvimento social pode ser prejudicado e redução de estímulos do meio ambiente para melhor convívio em sociedade, de forma a reduzir as expectativas de interação social.

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Fran

Há mais de um mês

A sociabilidade constitui o ser humano do início ao fim de sua vida. Relacionar-se com outras pessoas é uma necessidade constante para o bem-estar psíquico e também físico. A solidão adoece. O encontro enriquece. A vida em grupo possibilita crescimento, aponta oportunidades, consola nos momentos difíceis. Mas nem sempre a convivência é simples.

Conviver é o desafio de encontrar harmonia nas relações, equilibrando planos compartilhados com visões de mundo diferenciadas. Nesse aprendizado diário, momentos de alegria se alternam com pequenas discussões, que às vezes abalam o relacionamento com a família, com os amigos, com o companheiro ou companheira. Apesar dos altos e baixos nas relações interpessoais, o ser humano precisa do contato com o outro para viver bem.

- O indivíduo isolado não existe, mesmo quando estamos sós os outros nos acompanham internamente - diz a psicóloga Nelma Aragon, diretora do Instituto de Psicologia Social Pichon-Rivière.

A construção desses laços sociais começa desde o nascimento, quando mãe e bebê estabelecem os primeiros vínculos. Depois, cada etapa vai constituindo novas redes de relações: o ambiente escolar, as tribos da adolescência, os colegas da faculdade, o casal, os grupos de terceira idade.

- A sociabilidade nos constitui por toda a vida, é assim que se aprende a confiar em si mesmo e não temer o mundo - ensina Nelma.

Convívio social é uma das dimensões avaliadas pela pesquisa Índice de Bem-estar (IBE), realizada pela Unimed Porto Alegre. A satisfação com as relações interpessoais é determinante para o bem-estar, pois permeaia a vida humana em todas as suas fases.

É sobre isso que este especial pretende falar. Ao longo desta semana, você conhecerá histórias de convivência saudável na infância, na juventude, na vida adulta, na velhice e na vida conjugal. Vai conhecer também evidências científicas de que dedicar tempo ao encontro com o outro e cultivar afetos é receita para a longevidade.

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Andre

Há mais de um mês

O índice de bem-estar pode ser avaliado pelo convívio social, por exemplo. Ter ampla sociabilidade, desde a infância, permite que as pessoas passem a interagir de forma mais ampla e garante o estímulo ao convívio com outros seres vivos. A partir daí o ser humano começa a se identificar com o outro, de forma a ter mais confiança nas suas ações e aprender a se relacionar com os seres humanos.

Quando se priva uma criança do convívio social, o seu desenvolvimento social pode ser prejudicado e redução de estímulos do meio ambiente para melhor convívio em sociedade, de forma a reduzir as expectativas de interação social.

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Andre

Há mais de um mês

Psicologia da Educação


O índice de bem-estar pode ser avaliado pelo convívio social, por exemplo. Ter ampla sociabilidade, desde a infância, permite que as pessoas passem a interagir de forma mais ampla e garante o estímulo ao convívio com outros seres vivos. A partir daí o ser humano começa a se identificar com o outro, de forma a ter mais confiança nas suas ações e aprender a se relacionar com os seres humanos.

Quando se priva uma criança do convívio social, o seu desenvolvimento social pode ser prejudicado e redução de estímulos do meio ambiente para melhor convívio em sociedade, de forma a reduzir as expectativas de interação social.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas