A maior rede de estudos do Brasil

Habermas

Por favor, alguém sabe me dizer alguma coisa sobre a decisão judicial em Habermas?


5 resposta(s)

User badge image

Carlos Eduardo Walter da Silva

Há mais de um mês

Habermas prioriza a teoria da razão argumentativa, propondo pensar e criticar coletivamente sobre nossas próprias tradições. A razão passa a ser analisada como uma possibilidade social a partir de um processo argumentativo. Para ele, é primordial a busca pela fundamentação, a partir da argumentação, para então encontrarmos a razão, ainda que a reposta seja inalcançável.

 

A razão estaria no centro de nossas comunicações cotidianas, servindo não para descobertas abstratas, mas, sobretudo para nos justificar socialmente, tendo a linguagem papel primordial nesse processo. Essa razão comunicativa na esfera pública é quem constrói o consenso, ocasiona mudanças e fortalece a sociedade. A razão passa a interligar-se com a intersubjetividade.

 

Habermas afirma que a racionalidade da sociedade está relacionada aos valores da comunidade, que surgem a partir de deliberações coletivas. Mas estas, para serem universais precisam ser éticas e válidas politicamente.

 

Habermas transforma o quadro filosófico existente ao distanciar a filosofia dos conhecimentos metafísicos e religiosos, e aproximá-la da razão comunicativa, sugerindo a autorreflexão dentro de uma esfera social. Para ele a sociedade está capacitada para repensar as condições de sua constituição e quebrar paradigmas.

 

A partir da intersubjetividade teremos o ser reflexivo.  È necessário que o homem discuta sobre si mesmo, sua natureza, seus valores e objetivos, ampliando essa experiência argumentativa com a sociedade. Essa discussão permanente na sociedade permite a evolução.

 

Dessa forma, a legitimidade do direito centra-se em argumentos/fundamentos justos e equânimes, derivados da perene discussão intersubjetiva, dignos de serem reconhecidos e universalizados.

Habermas prioriza a teoria da razão argumentativa, propondo pensar e criticar coletivamente sobre nossas próprias tradições. A razão passa a ser analisada como uma possibilidade social a partir de um processo argumentativo. Para ele, é primordial a busca pela fundamentação, a partir da argumentação, para então encontrarmos a razão, ainda que a reposta seja inalcançável.

 

A razão estaria no centro de nossas comunicações cotidianas, servindo não para descobertas abstratas, mas, sobretudo para nos justificar socialmente, tendo a linguagem papel primordial nesse processo. Essa razão comunicativa na esfera pública é quem constrói o consenso, ocasiona mudanças e fortalece a sociedade. A razão passa a interligar-se com a intersubjetividade.

 

Habermas afirma que a racionalidade da sociedade está relacionada aos valores da comunidade, que surgem a partir de deliberações coletivas. Mas estas, para serem universais precisam ser éticas e válidas politicamente.

 

Habermas transforma o quadro filosófico existente ao distanciar a filosofia dos conhecimentos metafísicos e religiosos, e aproximá-la da razão comunicativa, sugerindo a autorreflexão dentro de uma esfera social. Para ele a sociedade está capacitada para repensar as condições de sua constituição e quebrar paradigmas.

 

A partir da intersubjetividade teremos o ser reflexivo.  È necessário que o homem discuta sobre si mesmo, sua natureza, seus valores e objetivos, ampliando essa experiência argumentativa com a sociedade. Essa discussão permanente na sociedade permite a evolução.

 

Dessa forma, a legitimidade do direito centra-se em argumentos/fundamentos justos e equânimes, derivados da perene discussão intersubjetiva, dignos de serem reconhecidos e universalizados.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes