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Direito Financeiro

Admite o Ordenamento Jurídico brasileiro que o Poder Publico ajude financeiramente Empresas Privadas com fins lucrativos?


1 resposta(s)

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Allan Simões Carvalho

Há mais de um mês

Em princípio a legislação referente ao direito financeiro veda a ajuda financeira a empresas com fins lucrativos. Porém, existem exceções, sendo uma dela prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.

 

Observe – LRF:

 

DA DESTINAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS PARA O SETOR PRIVADO

 

Art. 26. A destinação de recursos para, direta ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas físicas ou déficits de pessoas jurídicas deverá ser autorizada por lei específica, atender às condições estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias e estar prevista no orçamento ou em seus créditos adicionais.

 

§ 1º O disposto no caput aplica-se a toda a administração indireta, inclusive fundações públicas e empresas estatais, exceto, no exercício de suas atribuições precípuas, as instituições financeiras e o Banco Central do Brasil.

 

§ 2º Compreende-se incluída a concessão de empréstimos, financiamentos e refinanciamentos, inclusive as respectivas prorrogações e a composição de dívidas, a concessão de subvenções e a participação em constituição ou aumento de capital.

 

A Constituição Federal também dispõe sobre esta matéria (destinação de recursos públicos para empresas privadas de fins lucrativos).

 

Observe – CF/88:

 

Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

 

§ 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

 

§ 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

 

§ 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.

 

Pode-se verificar que elas regras constitucionais (§ 1º, art. 199), a preferência para destinação de recursos é para empresas sem fins lucrativos, abrindo exceção a empresas com fins lucrativos.

Em princípio a legislação referente ao direito financeiro veda a ajuda financeira a empresas com fins lucrativos. Porém, existem exceções, sendo uma dela prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.

 

Observe – LRF:

 

DA DESTINAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS PARA O SETOR PRIVADO

 

Art. 26. A destinação de recursos para, direta ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas físicas ou déficits de pessoas jurídicas deverá ser autorizada por lei específica, atender às condições estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias e estar prevista no orçamento ou em seus créditos adicionais.

 

§ 1º O disposto no caput aplica-se a toda a administração indireta, inclusive fundações públicas e empresas estatais, exceto, no exercício de suas atribuições precípuas, as instituições financeiras e o Banco Central do Brasil.

 

§ 2º Compreende-se incluída a concessão de empréstimos, financiamentos e refinanciamentos, inclusive as respectivas prorrogações e a composição de dívidas, a concessão de subvenções e a participação em constituição ou aumento de capital.

 

A Constituição Federal também dispõe sobre esta matéria (destinação de recursos públicos para empresas privadas de fins lucrativos).

 

Observe – CF/88:

 

Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

 

§ 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

 

§ 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

 

§ 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.

 

Pode-se verificar que elas regras constitucionais (§ 1º, art. 199), a preferência para destinação de recursos é para empresas sem fins lucrativos, abrindo exceção a empresas com fins lucrativos.

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