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sociedade conteporania

a contemporaneidade se caracteriza pelo

 


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Daniel Pohlmann

Há mais de um mês

A contemporaneidade diz respeito aos tempos recentes, dos últimos vinte anos, e pode-se considerar a marca desta época o fenômeno da globalização ou da mundialização. Definida basicamente como estabelecimento de uma rede de informações à distância e de fluxo contínuo, tendo como suporte a tecnologia avançada da informação, a informática, que organiza a vida econômica, política e social, segundo uma ordem mundial. As comunicações ultrapassam quaisquer limites ou barreiras nacionais dos estados, estabelecendo apoiadas na alta tecnologia, um fluxo rápido e em moto contínuo de dados – sons, imagens e textos cruzando o planeta, sem controle e sem limites, abertos. Definida como a terceira a onda industrial, a informatização, ou revolução eletrônica, que propiciou esse grande salto das comunicações, vencendo as distâncias, acelerando o tempo da história e da veiculação, de notícias e dados, potencializando e mantendo a memória, da otimização de estocagem destes, expandindo possibilidades no futuro, a partir de pressupostos ou probabilidades. O inexorável avanço dos meios de comunicação, estabelece sua presença e ação em todo planeta. De origem em interesses de ordem política e econômica, mas resultou em profundas transformações irreversíveis para a condição humana, quanto ao conteúdo, qualidade e quantidade de imagens a que está submetido o homem contemporâneo, nas cidades.e conseqüente ampliação do imaginário de seus habitantes. As imagens se apresentam em superfície, com pouca profundidade, rapidamente são substituídas por outras, em seqüências rápidas de forma fragmentária e artificial. Outros aspectos críticos, apontados nos últimos anos do século passado e no início deste milênio, por sociólogos, antropólogos a respeito deste sistema sócio-econômico dominante dos meios de comunicação high tech. Os centros da economia e da condução da cultura, mantêm sua hegemonia em relação às áreas excêntricas; confrontando-se com suas identidades culturais. A euforia que se seguiu à primeira fase da globalização na década de 80, liderada pelo sonho de universalidade e de eqüidade, de acesso ao mesmo nível de informações e de tecnologia para administrá-las e de inclusão de todos nesta ciranda internacional, é substituída, ao avançar dos anos 90. A ilusão de universalidade acabou, percebendo-se que a globalização, como aí hoje está é mais um processo de separação entre os centros hegemônicos de economia e cultura e demais áreas periféricas, que por sua vez buscam reagir na manutenção de seu perfil próprio, interessadas em preservar e mostrar suas raízes, sua alteridade.

A informação no mundo globalizado, alavancada pela informática, é o grande vetor de produção, de progresso, sucesso, poder e dinheiro. Esta valorização da informação fez com que vários pensadores definissem como a época como da sociedade do saber, que significa conhecimento, competência e eficiência.

A contemporaneidade diz respeito aos tempos recentes, dos últimos vinte anos, e pode-se considerar a marca desta época o fenômeno da globalização ou da mundialização. Definida basicamente como estabelecimento de uma rede de informações à distância e de fluxo contínuo, tendo como suporte a tecnologia avançada da informação, a informática, que organiza a vida econômica, política e social, segundo uma ordem mundial. As comunicações ultrapassam quaisquer limites ou barreiras nacionais dos estados, estabelecendo apoiadas na alta tecnologia, um fluxo rápido e em moto contínuo de dados – sons, imagens e textos cruzando o planeta, sem controle e sem limites, abertos. Definida como a terceira a onda industrial, a informatização, ou revolução eletrônica, que propiciou esse grande salto das comunicações, vencendo as distâncias, acelerando o tempo da história e da veiculação, de notícias e dados, potencializando e mantendo a memória, da otimização de estocagem destes, expandindo possibilidades no futuro, a partir de pressupostos ou probabilidades. O inexorável avanço dos meios de comunicação, estabelece sua presença e ação em todo planeta. De origem em interesses de ordem política e econômica, mas resultou em profundas transformações irreversíveis para a condição humana, quanto ao conteúdo, qualidade e quantidade de imagens a que está submetido o homem contemporâneo, nas cidades.e conseqüente ampliação do imaginário de seus habitantes. As imagens se apresentam em superfície, com pouca profundidade, rapidamente são substituídas por outras, em seqüências rápidas de forma fragmentária e artificial. Outros aspectos críticos, apontados nos últimos anos do século passado e no início deste milênio, por sociólogos, antropólogos a respeito deste sistema sócio-econômico dominante dos meios de comunicação high tech. Os centros da economia e da condução da cultura, mantêm sua hegemonia em relação às áreas excêntricas; confrontando-se com suas identidades culturais. A euforia que se seguiu à primeira fase da globalização na década de 80, liderada pelo sonho de universalidade e de eqüidade, de acesso ao mesmo nível de informações e de tecnologia para administrá-las e de inclusão de todos nesta ciranda internacional, é substituída, ao avançar dos anos 90. A ilusão de universalidade acabou, percebendo-se que a globalização, como aí hoje está é mais um processo de separação entre os centros hegemônicos de economia e cultura e demais áreas periféricas, que por sua vez buscam reagir na manutenção de seu perfil próprio, interessadas em preservar e mostrar suas raízes, sua alteridade.

A informação no mundo globalizado, alavancada pela informática, é o grande vetor de produção, de progresso, sucesso, poder e dinheiro. Esta valorização da informação fez com que vários pensadores definissem como a época como da sociedade do saber, que significa conhecimento, competência e eficiência.

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