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No direito romano,o que são oa magistrados judiciários e os juizes populares?


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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Conceituaremos a seguir, os dois títulos predispostos.
De acordo com o Direito Romano, denominam-se magistrados os oficiais que eram eleitos na Roma Antiga, e seu principal expoente era o próprio rei de Roma, classificado como magistrado executivo com poder, ou seja, ele era o mais alto sacerdote, criador das leis, juiz comandando o exército majoritariamente, tendo em vista que ser magistrado, dava a ele um dos mais altos cargos administrativos do poder.

Os magistrados podem ser classificados como: ordinários (eleitos mediante um intervalo definido), extraordinários (independia de intervalos para sua eleição), curul (abrangia os consules, pretores, os edis, os censores, o ditador, mestre da cavalaria e o carcereiro), não curul (diferentemente dos curul, esses não nasciam oficiais), patrício e plebeu, maior e menor, dentre outros.

Juiz Popular nada mais é que um indivíduo escolhido mediante a população, que julgaria os processos mediante um documento escrito e elaborado em acordo com as partes e pelo magistrado, onde caberia a ele condenar ou absorver o réu.


Podemos fazer uma analogia ao Juiz Popular do Direito Romano, ao Júri Popular atual, onde são escolhidos perante a sociedade candidatos que julgarão processos de crimes que atentem contra a vida.
Conceituaremos a seguir, os dois títulos predispostos.
De acordo com o Direito Romano, denominam-se magistrados os oficiais que eram eleitos na Roma Antiga, e seu principal expoente era o próprio rei de Roma, classificado como magistrado executivo com poder, ou seja, ele era o mais alto sacerdote, criador das leis, juiz comandando o exército majoritariamente, tendo em vista que ser magistrado, dava a ele um dos mais altos cargos administrativos do poder.

Os magistrados podem ser classificados como: ordinários (eleitos mediante um intervalo definido), extraordinários (independia de intervalos para sua eleição), curul (abrangia os consules, pretores, os edis, os censores, o ditador, mestre da cavalaria e o carcereiro), não curul (diferentemente dos curul, esses não nasciam oficiais), patrício e plebeu, maior e menor, dentre outros.

Juiz Popular nada mais é que um indivíduo escolhido mediante a população, que julgaria os processos mediante um documento escrito e elaborado em acordo com as partes e pelo magistrado, onde caberia a ele condenar ou absorver o réu.


Podemos fazer uma analogia ao Juiz Popular do Direito Romano, ao Júri Popular atual, onde são escolhidos perante a sociedade candidatos que julgarão processos de crimes que atentem contra a vida.
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Maria Oliver

Há mais de um mês

LLLvvto pastevtopasdteMagistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).Magistrados ordinários, magistrados extraordinários (Magistratus ordinarii, magistratus extraordinarii) - O primeira tipo era regularmente eleito a intervalos definidos diferentemente do segundo. Os principais magistrados ordinários eram os cônsules, os pretores, os edis, os questores, a tribuno da plebe e os censores; os principais magistrados extraordinários (magistratus extraordinarii) eram o ditador, o mestre da cavalaria e o interrex. Os decênviros jurídicos (Decemviri legibus scribendis)[4]) e o tribuno militar com poder consular existiam sob circunstâncias que os impede de ser classificados apropriadamente, embora de acordo com a definição, eles deve ser classificados como extraordinários. O prefeito urbano era um magistrado ordinário abaixo do rei, extraordinário durante o período da república e novamente tornou-se ordinário sob o império.
Magistrado curul (Magistratus curules) e magistrado não curul (magistratus non curules) - o primeiro seriam os cônsules, os pretores, os edis, os censores e possivelmente o ditador, o mestre da cavalaria e o carcereiro da cidade. Duvidosamente inclui-se os decênviros jurídicos e o tribuno militar com poder consular. Esta distinção é importante porque aqueles que nasceram oficiais edis eram nobres e desfrutavam do ius imaginum.
Magistrado patrício (Magistratus patricii) e magistrado plebeu (magistratus plebeii) - originalmente todos os grandes gabinetes do estados eram preenchidos exclusivamente pelos patrícios, exceto o tribuno da plebe e os edis plebeus da qual, desde o período de sua instituição até o fechamento da república, os plebeus eram elegíveis.
Magistrado maior (Magistratus maiores) e magistrado menor (magistratus menores) - classicamente reúnem os oficiais menores como os triúnviros principais (triumviri capitales) e os os triúnviros monetários (triumviri monetales).

 Instância perante juiz popular: este parte do princípio de caso a ação fosse concedida. Neste caso o magistrado iria propor uma lista de juízes, para que as duas partes em conjunto escolhessem um dos integrantes da lista, para julgar o processo. Nesta fase seriam apurados os fatos que eram trazidos pelas duas partes, para que a partir deles pudesse ser formulada a sentença. Era proibido que alguém agisse em nome de outro. Com a nomeação do iudex as partes deviam se apresentar em sua presença três dias após a decisão. Se uma das partes não comparecesse, seria dado um tempo a ela e se mesmo assim não viesse o processo seria julgado a favor do que estivesse presente. Qualquer que fosse a sentença não era aberto ao réu uma tentativa de recorrer sobre a decisão tomada. Instância perante juiz popular: este parte do princípio de caso a ação fosse concedida. Neste caso o magistrado iria propor uma lista de juízes, para que as duas partes em conjunto escolhessem um dos integrantes da lista, para julgar o processo. Nesta fase seriam apurados os fatos que eram trazidos pelas duas partes, para que a partir deles pudesse ser formulada a sentença. Era proibido que alguém agisse em nome de outro. Com a nomeação do iudex as partes deviam se apresentar em sua presença três dias após a decisão. Se uma das partes não comparecesse, seria dado um tempo a ela e se mesmo assim não viesse o processo seria julgado a favor do que estivesse presente. Qualquer que fosse a sentença não era aberto ao réu uma tentativa de recorrer sobre a decisão tomada. Instância perante juiz popular: este parte do princípio de caso a ação fosse concedida. Neste caso o magistrado iria propor uma lista de juízes, para que as duas partes em conjunto escolhessem um dos integrantes da lista, para julgar o processo. Nesta fase seriam apurados os fatos que eram trazidos pelas duas partes, para que a partir deles pudesse ser formulada a sentença. Era proibido que alguém agisse em nome de outro. Com a nomeação do iudex as partes deviam se apresentar em sua presença três dias após a decisão. Se uma das partes não comparecesse, seria dado um tempo a ela e se mesmo assim não viesse o processo seria julgado a favor do que estivesse presente. Qualquer que fosse a sentença não era aberto ao réu uma tentativa de recorrer sobre a decisão tomada. Instância perante juiz popular: este parte do princípio de caso a ação fosse concedida. Neste caso o magistrado iria propor uma lista de juízes, para que as duas partes em conjunto escolhessem um dos integrantes da lista, para julgar o processo. Nesta fase seriam apurados os fatos que eram trazidos pelas duas partes, para que a partir deles pudesse ser formulada a sentença. Era proibido que alguém agisse em nome de outro. Com a nomeação do iudex as partes deviam se apresentar em sua presença três dias após a decisão. Se uma das partes não comparecesse, seria dado um tempo a ela e se mesmo assim não viesse o processo seria julgado a favor do que estivesse presente. Qualquer que fosse a sentença não era aberto ao réu uma tentativa de recorrer sobre a decisão tomada.

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