A maior rede de estudos do Brasil

quando Kelsen cita a planta ele esta se referindo a que método cientifico justifiqu?

História do Direito BrasileiroFACULDADES CATHEDRAL

3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.
O Direito é um conjunto de normas de conduta social imposto coercitivamente pelo Estado para conferir segurança ao cidadão e às suas relações, assim como ao seu patrimônio, seguindo os critérios da justiça, da moral e da ética. Ou seja, trata-se de um instrumento que conserva e regula as estruturas sociais através de um ordenamento jurídico, de forma que, caso o indivíduo faça algo que vá contra o disposto em lei, este deverá responder ao Estado, único que detém o jus puniendi (direito de punir), e que poderá, compelir o agente a responder civil ou penalmente de acordo com o estipulado em lei, visando evitar conflitos e promover a justiça.
É notável o quanto o pensamento de Hans Kelsen foi e vem sendo importante dentro das discussões jurídicas. Desde 1934, com a publicação da obra de maior do jurista, Teoria Pura do Direito, o pensamento kelsiano vem sendo muito debatido e expandido. No âmbito do positivismo científico do século XX, Kelsen entende que o Direito deve ser analisado por uma perspectiva científica, ou pura, isto quer dizer que seus aspectos subjetivos deveriam ser deixados de lado. Isto quer dizer, que de acordo com a vertente positivista, Kelsen separa o sujeito cognoscente do objeto cognoscível, buscando alcançar uma análise do direito mais adequada e objetiva possível.

Para Kelsen, a unidade entre Estado e Direito é essencial para que haja um Estado de Direito justo, objetivo e exato, porque o poder reservado ao Estado para regulamentação, normatização e imposição do cumprimento das leis é um poder dado pela própria lei. A teoria kelsiana estabelece que o poder do Estado não é algo dado por um poder divino ou imposto, mas está em conformidade com a lei, sendo assim, ao identificar Estado e Direito, a ciência jurídica poderia ser objetiva e eficaz, já que se vê liberta de ideologias e preferências pessoais. Com os acontecimentos históricos no começo do século XX, principalmente em relação aos estados absolutistas ditatoriais da Europa e suas implicações, o positivismo e a teoria de Kelsen foram adquirindo muitos adeptos que entendiam que os Estados de Direito poderiam ser muito mais justos se fossem baseados na identidade entre Estado e Direito. Assim, não daria margem para ideologias políticas, limitando também pela lei o poder do Estado.

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Direito.
O Direito é um conjunto de normas de conduta social imposto coercitivamente pelo Estado para conferir segurança ao cidadão e às suas relações, assim como ao seu patrimônio, seguindo os critérios da justiça, da moral e da ética. Ou seja, trata-se de um instrumento que conserva e regula as estruturas sociais através de um ordenamento jurídico, de forma que, caso o indivíduo faça algo que vá contra o disposto em lei, este deverá responder ao Estado, único que detém o jus puniendi (direito de punir), e que poderá, compelir o agente a responder civil ou penalmente de acordo com o estipulado em lei, visando evitar conflitos e promover a justiça.
É notável o quanto o pensamento de Hans Kelsen foi e vem sendo importante dentro das discussões jurídicas. Desde 1934, com a publicação da obra de maior do jurista, Teoria Pura do Direito, o pensamento kelsiano vem sendo muito debatido e expandido. No âmbito do positivismo científico do século XX, Kelsen entende que o Direito deve ser analisado por uma perspectiva científica, ou pura, isto quer dizer que seus aspectos subjetivos deveriam ser deixados de lado. Isto quer dizer, que de acordo com a vertente positivista, Kelsen separa o sujeito cognoscente do objeto cognoscível, buscando alcançar uma análise do direito mais adequada e objetiva possível.

Para Kelsen, a unidade entre Estado e Direito é essencial para que haja um Estado de Direito justo, objetivo e exato, porque o poder reservado ao Estado para regulamentação, normatização e imposição do cumprimento das leis é um poder dado pela própria lei. A teoria kelsiana estabelece que o poder do Estado não é algo dado por um poder divino ou imposto, mas está em conformidade com a lei, sendo assim, ao identificar Estado e Direito, a ciência jurídica poderia ser objetiva e eficaz, já que se vê liberta de ideologias e preferências pessoais. Com os acontecimentos históricos no começo do século XX, principalmente em relação aos estados absolutistas ditatoriais da Europa e suas implicações, o positivismo e a teoria de Kelsen foram adquirindo muitos adeptos que entendiam que os Estados de Direito poderiam ser muito mais justos se fossem baseados na identidade entre Estado e Direito. Assim, não daria margem para ideologias políticas, limitando também pela lei o poder do Estado.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas