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Interação entre o "eu" é o "outro"


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

Alternativa B

O Relativismo cultural envolve a interação do “eu” levando-se em conta a diferente forma de olhar social para outra cultura, para que o “eu” possa se por no lugar do “outro”, sendo assim uma espécie de empatia, levando-se em conta que deve se deixar o etnocentrismo de lado para que haja uma observação saudável e sem perspectivas e âmbitos contrariamente sobrepostos sob um olhar de diferenciação e repugnação a cultura alheia que possam gerar conflitos externos, que portanto, não condizem com os fatores pré-estabelecidos para a interação mutua.

Alternativa B

O Relativismo cultural envolve a interação do “eu” levando-se em conta a diferente forma de olhar social para outra cultura, para que o “eu” possa se por no lugar do “outro”, sendo assim uma espécie de empatia, levando-se em conta que deve se deixar o etnocentrismo de lado para que haja uma observação saudável e sem perspectivas e âmbitos contrariamente sobrepostos sob um olhar de diferenciação e repugnação a cultura alheia que possam gerar conflitos externos, que portanto, não condizem com os fatores pré-estabelecidos para a interação mutua.

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Andre

Há mais de um mês

Alternativa B

O Relativismo cultural envolve a interação do “eu” levando-se em conta a diferente forma de olhar social para outra cultura, para que o “eu” possa se por no lugar do “outro”, sendo assim uma espécie de empatia, levando-se em conta que deve se deixar o etnocentrismo de lado para que haja uma observação saudável e sem perspectivas e âmbitos contrariamente sobrepostos sob um olhar de diferenciação e repugnação a cultura alheia que possam gerar conflitos externos, que portanto, não condizem com os fatores pré-estabelecidos para a interação mutua.

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Andre

Há mais de um mês

Alternativa B

O Relativismo cultural envolve a interação do “eu” levando-se em conta a diferente forma de olhar social para outra cultura, para que o “eu” possa se por no lugar do “outro”, sendo assim uma espécie de empatia, levando-se em conta que deve se deixar o etnocentrismo de lado para que haja uma observação saudável e sem perspectivas e âmbitos contrariamente sobrepostos sob um olhar de diferenciação e repugnação a cultura alheia que possam gerar conflitos externos, que portanto, não condizem com os fatores pré-estabelecidos para a interação mutua.

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