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explique: O currículo multicultural adota os compromissos político dos Estudos culturais e pedagógicos do multiculturalismo crítico (p.128).

PedagogiaUNIVESP

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Há mais de um mês

O multiculturalismo só ganhou pulso e força a nível estadunidense (surgiu nos estados unidos) e mundial, pois os grupos silenciados num primeiro momento, não calaram sua voz se uniram nos movimentos negro, feminista, homossexuais, e a luta dos deficientes. Hoje o assunto interessa o currículo escolar e aos políticos. O não reconhecimento e respeito a identidades culturais diferentes das nossas criam atritos; quando olhamos para determinado grupo social e vemos esses com mais direitos do que o nosso, principalmente as questões econômicas já que precisamos de oportunidades para aprender e se desenvolver como ser social e profissional. E por isso que Paulo Freire defende que o fim maior da educação deve ser desenvolvido a partir do diálogo e da consciência, onde as pessoas podem lutar por sua liberdade, contra a máquina opressora do capitalismo.

A escola é um sistema aberto que faz parte da superestrutura social formada por diversas instituições como: a igreja, família, meios de comunicação; faz parte do ambiente escolar crianças pertencentes a classes sociais, costumes, aspectos físicos, e culturais diferentes que estão em processo de aprendizagem. A escola atende aos padrões dominantes das classes consideradas superiores, os brancos euros americanos essa cultura e ensinada e os que dela não fazem parte ou não se adéquam são excluídos vemos isso no dia a dia quando os grupos inferiores índios e negros sofrem, são insultados no espaço escolar, e dificilmente vemos algum negro ocupado um posto elevado na sociedade.

A problemática multicultural tem sido um tema discutido principalmente na pedagogia e no currículo com um intuito de solucionar os conflitos que dela surgem, já que a mesma abrange gênero, sexualidade, cultura. Também de entidades políticas do mundo inteiro. Temos observado a inserção do assunto nos debates, literatura, eventos conferencias, teses e dissertações, que são respostas as vozes dos diferentes movimentos sociais que lutam pelos seus direitos e legitimidades. “No contexto educacional as práticas que se engajaram a despeito do multiculturalismo são: ”Nos parâmetros curriculares nacionais – PCN (BRASIL, 1997) consta que o Brasil tem participado de eventos importantes, como a Conferencia Mundial de Educação para Todos, realizada em Jostiem, na Tailândia, em 1990, convocada por organizações como a UNESCO, UNICEF e Banco Mundial”. (SILVA e BRADIM, P. 59, 2008).

(fonte: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/multiculturalismo-educacao.htm. Acesso em 07 de novembro de 2018).

O multiculturalismo só ganhou pulso e força a nível estadunidense (surgiu nos estados unidos) e mundial, pois os grupos silenciados num primeiro momento, não calaram sua voz se uniram nos movimentos negro, feminista, homossexuais, e a luta dos deficientes. Hoje o assunto interessa o currículo escolar e aos políticos. O não reconhecimento e respeito a identidades culturais diferentes das nossas criam atritos; quando olhamos para determinado grupo social e vemos esses com mais direitos do que o nosso, principalmente as questões econômicas já que precisamos de oportunidades para aprender e se desenvolver como ser social e profissional. E por isso que Paulo Freire defende que o fim maior da educação deve ser desenvolvido a partir do diálogo e da consciência, onde as pessoas podem lutar por sua liberdade, contra a máquina opressora do capitalismo.

A escola é um sistema aberto que faz parte da superestrutura social formada por diversas instituições como: a igreja, família, meios de comunicação; faz parte do ambiente escolar crianças pertencentes a classes sociais, costumes, aspectos físicos, e culturais diferentes que estão em processo de aprendizagem. A escola atende aos padrões dominantes das classes consideradas superiores, os brancos euros americanos essa cultura e ensinada e os que dela não fazem parte ou não se adéquam são excluídos vemos isso no dia a dia quando os grupos inferiores índios e negros sofrem, são insultados no espaço escolar, e dificilmente vemos algum negro ocupado um posto elevado na sociedade.

A problemática multicultural tem sido um tema discutido principalmente na pedagogia e no currículo com um intuito de solucionar os conflitos que dela surgem, já que a mesma abrange gênero, sexualidade, cultura. Também de entidades políticas do mundo inteiro. Temos observado a inserção do assunto nos debates, literatura, eventos conferencias, teses e dissertações, que são respostas as vozes dos diferentes movimentos sociais que lutam pelos seus direitos e legitimidades. “No contexto educacional as práticas que se engajaram a despeito do multiculturalismo são: ”Nos parâmetros curriculares nacionais – PCN (BRASIL, 1997) consta que o Brasil tem participado de eventos importantes, como a Conferencia Mundial de Educação para Todos, realizada em Jostiem, na Tailândia, em 1990, convocada por organizações como a UNESCO, UNICEF e Banco Mundial”. (SILVA e BRADIM, P. 59, 2008).

(fonte: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/multiculturalismo-educacao.htm. Acesso em 07 de novembro de 2018).

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Edilson

Há mais de um mês

alguém ja fez esse
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Luana

Há mais de um mês

preciso. Alguém fez ?
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Andre

Há mais de um mês

O multiculturalismo só ganhou pulso e força a nível estadunidense (surgiu nos estados unidos) e mundial, pois os grupos silenciados num primeiro momento, não calaram sua voz se uniram nos movimentos negro, feminista, homossexuais, e a luta dos deficientes. Hoje o assunto interessa o currículo escolar e aos políticos. O não reconhecimento e respeito a identidades culturais diferentes das nossas criam atritos; quando olhamos para determinado grupo social e vemos esses com mais direitos do que o nosso, principalmente as questões econômicas já que precisamos de oportunidades para aprender e se desenvolver como ser social e profissional. E por isso que Paulo Freire defende que o fim maior da educação deve ser desenvolvido a partir do diálogo e da consciência, onde as pessoas podem lutar por sua liberdade, contra a máquina opressora do capitalismo.

A escola é um sistema aberto que faz parte da superestrutura social formada por diversas instituições como: a igreja, família, meios de comunicação; faz parte do ambiente escolar crianças pertencentes a classes sociais, costumes, aspectos físicos, e culturais diferentes que estão em processo de aprendizagem. A escola atende aos padrões dominantes das classes consideradas superiores, os brancos euros americanos essa cultura e ensinada e os que dela não fazem parte ou não se adéquam são excluídos vemos isso no dia a dia quando os grupos inferiores índios e negros sofrem, são insultados no espaço escolar, e dificilmente vemos algum negro ocupado um posto elevado na sociedade.

A problemática multicultural tem sido um tema discutido principalmente na pedagogia e no currículo com um intuito de solucionar os conflitos que dela surgem, já que a mesma abrange gênero, sexualidade, cultura. Também de entidades políticas do mundo inteiro. Temos observado a inserção do assunto nos debates, literatura, eventos conferencias, teses e dissertações, que são respostas as vozes dos diferentes movimentos sociais que lutam pelos seus direitos e legitimidades. “No contexto educacional as práticas que se engajaram a despeito do multiculturalismo são: ”Nos parâmetros curriculares nacionais – PCN (BRASIL, 1997) consta que o Brasil tem participado de eventos importantes, como a Conferencia Mundial de Educação para Todos, realizada em Jostiem, na Tailândia, em 1990, convocada por organizações como a UNESCO, UNICEF e Banco Mundial”. (SILVA e BRADIM, P. 59, 2008).

(fonte: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/multiculturalismo-educacao.htm. Acesso em 07 de novembro de 2018).

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