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quais as influências que a teoria neoclássica tem a ver com a descentralização e centralização?


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Há mais de um mês

Primeiramente, vale-se destacar o que seria a teoria neoclássica e suas respectivas atribuições. A abordagem neoclássica da administração surgiu na década de 1950 com base nos princípios da Teoria Clássica, tendo como ícones, Taylor e Fayol, porém, com o conceito voltado para atender as necessidades atuais do cenário administrativo.

Uma abordagem neoclássica tem como princípios o fato de que as consequências devem ser planejadas, organizadas, direcionadas e lideradas. As auto-didatically formou-se em teoria neoclássica como conceitos heterogêneos, mas que foram condensadas em uma teoria para o entendimento do entendimento, ou seja, uma busca mais empírica.


Então, partindo-se desse contexto histórico, a questão da centralização e descentralização está contida no que se refere à Teoria Clássica de Fayol que defendia a organização linear caracterizada pela centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização em detrimento da descentralização é um assunto amplamente discutido pela Teoria Neoclássica.

A centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Centralização significa que a autoridade para tomar decisões está centrada no topo da organização.

Com a descentralização, a autoridade de tomar decisões é delegada aos níveis baixos da organização. A centralização enfatiza as relações escalares, isto é, a cadeia de comando. A organização é desenhada dentro da premissa de que o indivíduo no topo possui a mais alta autoridade e que a autoridade dos demais indivíduos é escalada para baixo, de acordo com sua posição relativa no organograma. A cadeia escalar — ou cadeia de comando — está intimamente relacionada à unidade de comando.

Com relação as vantagens, a centralização foi valorizada no passado devido a esses fatores:

As decisões são tomadas por pessoas que têm visão global da empresa; os tomadores de decisão no topo são mais bem treinados e preparados do que os dos níveis mais baixos; as decisões são mais consistentes com os objetivos empresariais globais; a centralização elimina esforços duplicados de vários tomadores de decisão e reduz custos operacionais; funções — como compras e tesouraria — permitem maior especialização e vantagens com a centralização.

As desvantagens aparecem com as seguintes características:

As decisões tomadas na cúpula estão distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias; os tomadores de decisão no topo têm pouco contato com as pessoas e situações envolvidas; as linhas de comunicação ao longo da cadeia escalar provocam demoras e maior custo operacional; as decisões passam pela cadeia escalar através de pessoas intermediárias e possibilitam distorções no processo de comunicação das decisões.

A descentralização faz com que as decisões sejam pulverizadas para os níveis mais baixos da organização. A tendência moderna é descentralizar para dar melhor utilização dos recursos humanos. O princípio que rege a descentralização é assim definido: a autoridade para tomar ou iniciar a ação deve ser delegada tão próximo da cena quanto possível. A descentralização é tanto maior quanto: as decisões importantes são tomadas nos níveis mais baixos da hierarquia e menor a supervisão sobre as decisões tomadas. A descentralização significa relativa autonomia e independência para tomar decisões. Ocorre quando não há nenhum controle direto sobre a tomada de decisão.


Por fim, a descentralização em si não é boa nem má. Ela depende das circunstâncias, além de permitir que as decisões sejam tomadas pelas unidades situadas nos níveis mais baixos da organização, proporcionando um considerável aumento de eficiência, porém tem certas desvantagens, como a falta de uniformidade. É, justamente, nesse aspecto que há a relação entre centralização e descentralização com relação à Teoria Neoclássica, no momento em que ela exigia uma padronização com centralidade de autoridade, enquanto a Administração Científica valorizava a descentralização da autoridade.


Fonte:http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Teoria_Neoclassica.htm

Acesso em 13 de out. de 2018.

Fonte:http://www.academia.edu/6821117/RESUMO_TEORIA_NEOCLASSICA_DA_ADMINISTRACAO

Acesso em 13 de out de 2018.

Primeiramente, vale-se destacar o que seria a teoria neoclássica e suas respectivas atribuições. A abordagem neoclássica da administração surgiu na década de 1950 com base nos princípios da Teoria Clássica, tendo como ícones, Taylor e Fayol, porém, com o conceito voltado para atender as necessidades atuais do cenário administrativo.

Uma abordagem neoclássica tem como princípios o fato de que as consequências devem ser planejadas, organizadas, direcionadas e lideradas. As auto-didatically formou-se em teoria neoclássica como conceitos heterogêneos, mas que foram condensadas em uma teoria para o entendimento do entendimento, ou seja, uma busca mais empírica.


Então, partindo-se desse contexto histórico, a questão da centralização e descentralização está contida no que se refere à Teoria Clássica de Fayol que defendia a organização linear caracterizada pela centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização em detrimento da descentralização é um assunto amplamente discutido pela Teoria Neoclássica.

A centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Centralização significa que a autoridade para tomar decisões está centrada no topo da organização.

Com a descentralização, a autoridade de tomar decisões é delegada aos níveis baixos da organização. A centralização enfatiza as relações escalares, isto é, a cadeia de comando. A organização é desenhada dentro da premissa de que o indivíduo no topo possui a mais alta autoridade e que a autoridade dos demais indivíduos é escalada para baixo, de acordo com sua posição relativa no organograma. A cadeia escalar — ou cadeia de comando — está intimamente relacionada à unidade de comando.

Com relação as vantagens, a centralização foi valorizada no passado devido a esses fatores:

As decisões são tomadas por pessoas que têm visão global da empresa; os tomadores de decisão no topo são mais bem treinados e preparados do que os dos níveis mais baixos; as decisões são mais consistentes com os objetivos empresariais globais; a centralização elimina esforços duplicados de vários tomadores de decisão e reduz custos operacionais; funções — como compras e tesouraria — permitem maior especialização e vantagens com a centralização.

As desvantagens aparecem com as seguintes características:

As decisões tomadas na cúpula estão distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias; os tomadores de decisão no topo têm pouco contato com as pessoas e situações envolvidas; as linhas de comunicação ao longo da cadeia escalar provocam demoras e maior custo operacional; as decisões passam pela cadeia escalar através de pessoas intermediárias e possibilitam distorções no processo de comunicação das decisões.

A descentralização faz com que as decisões sejam pulverizadas para os níveis mais baixos da organização. A tendência moderna é descentralizar para dar melhor utilização dos recursos humanos. O princípio que rege a descentralização é assim definido: a autoridade para tomar ou iniciar a ação deve ser delegada tão próximo da cena quanto possível. A descentralização é tanto maior quanto: as decisões importantes são tomadas nos níveis mais baixos da hierarquia e menor a supervisão sobre as decisões tomadas. A descentralização significa relativa autonomia e independência para tomar decisões. Ocorre quando não há nenhum controle direto sobre a tomada de decisão.


Por fim, a descentralização em si não é boa nem má. Ela depende das circunstâncias, além de permitir que as decisões sejam tomadas pelas unidades situadas nos níveis mais baixos da organização, proporcionando um considerável aumento de eficiência, porém tem certas desvantagens, como a falta de uniformidade. É, justamente, nesse aspecto que há a relação entre centralização e descentralização com relação à Teoria Neoclássica, no momento em que ela exigia uma padronização com centralidade de autoridade, enquanto a Administração Científica valorizava a descentralização da autoridade.


Fonte:http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Teoria_Neoclassica.htm

Acesso em 13 de out. de 2018.

Fonte:http://www.academia.edu/6821117/RESUMO_TEORIA_NEOCLASSICA_DA_ADMINISTRACAO

Acesso em 13 de out de 2018.

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Andre

Há mais de um mês

 Primeiramente, vale-se destacar o que seria a teoria neoclássica e suas respectivas atribuições. A abordagem neoclássica da administração surgiu na década de 1950 com base nos princípios da Teoria Clássica, tendo como ícones, Taylor e Fayol, porém, com o conceito voltado para atender as necessidades atuais do cenário administrativo. 

Uma abordagem neoclássica tem como princípios o fato de que as consequências devem ser planejadas, organizadas, direcionadas e lideradas. As auto-didatically formou-se em teoria neoclássica como conceitos heterogêneos, mas que foram condensadas em uma teoria para o entendimento do entendimento, ou seja, uma busca mais empírica.


Então, partindo-se desse contexto histórico, a questão da centralização e descentralização está contida no que se refere à Teoria Clássica de Fayol que defendia a organização linear caracterizada pela centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização em detrimento da descentralização é um assunto amplamente discutido pela Teoria Neoclássica. 

A centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Centralização significa que a autoridade para tomar decisões está centrada no topo da organização. 

Com a descentralização, a autoridade de tomar decisões é delegada aos níveis baixos da organização. A centralização enfatiza as relações escalares, isto é, a cadeia de comando. A organização é desenhada dentro da premissa de que o indivíduo no topo possui a mais alta autoridade e que a autoridade dos demais indivíduos é escalada para baixo, de acordo com sua posição relativa no organograma. A cadeia escalar — ou cadeia de comando — está intimamente relacionada à unidade de comando.

Com relação as vantagens, a centralização foi valorizada no passado devido a esses fatores:

As decisões são tomadas por pessoas que têm visão global da empresa; os tomadores de decisão no topo são mais bem treinados e preparados do que os dos níveis mais baixos; as decisões são mais consistentes com os objetivos empresariais globais; a centralização elimina esforços duplicados de vários tomadores de decisão e reduz custos operacionais; funções — como compras e tesouraria — permitem maior especialização e vantagens com a centralização.

As desvantagens aparecem com as seguintes características:

As decisões tomadas na cúpula estão distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias; os tomadores de decisão no topo têm pouco contato com as pessoas e situações envolvidas; as linhas de comunicação ao longo da cadeia escalar provocam demoras e maior custo operacional; as decisões passam pela cadeia escalar através de pessoas intermediárias e possibilitam distorções no processo de comunicação das decisões.

A descentralização faz com que as decisões sejam pulverizadas para os níveis mais baixos da organização. A tendência moderna é descentralizar para dar melhor utilização dos recursos humanos. O princípio que rege a descentralização é assim definido: a autoridade para tomar ou iniciar a ação deve ser delegada tão próximo da cena quanto possível. A descentralização é tanto maior quanto: as decisões importantes são tomadas nos níveis mais baixos da hierarquia e menor a supervisão sobre as decisões tomadas. A descentralização significa relativa autonomia e independência para tomar decisões. Ocorre quando não há nenhum controle direto sobre a tomada de decisão.


Por fim, a descentralização em si não é boa nem má. Ela depende das circunstâncias, além de permitir que as decisões sejam tomadas pelas unidades situadas nos níveis mais baixos da organização, proporcionando um considerável aumento de eficiência, porém tem certas desvantagens, como a falta de uniformidade. É, justamente, nesse aspecto que há a relação entre centralização e descentralização com relação à Teoria Neoclássica, no momento em que ela exigia uma padronização com centralidade de autoridade, enquanto a Administração Científica valorizava a descentralização da autoridade. 


Fonte:http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Teoria_Neoclassica.htm

Acesso em 13 de out. de 2018.

Fonte:http://www.academia.edu/6821117/RESUMO_TEORIA_NEOCLASSICA_DA_ADMINISTRACAO

Acesso em 13 de out de 2018.

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Primeiramente, vale-se destacar o que seria a teoria neoclássica e suas respectivas atribuições. A abordagem neoclássica da administração surgiu na década de 1950 com base nos princípios da Teoria Clássica, tendo como ícones, Taylor e Fayol, porém, com o conceito voltado para atender as necessidades atuais do cenário administrativo.

Uma abordagem neoclássica tem como princípios o fato de que as consequências devem ser planejadas, organizadas, direcionadas e lideradas. As auto-didatically formou-se em teoria neoclássica como conceitos heterogêneos, mas que foram condensadas em uma teoria para o entendimento do entendimento, ou seja, uma busca mais empírica.


Então, partindo-se desse contexto histórico, a questão da centralização e descentralização está contida no que se refere à Teoria Clássica de Fayol que defendia a organização linear caracterizada pela centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização em detrimento da descentralização é um assunto amplamente discutido pela Teoria Neoclássica.

A centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Centralização significa que a autoridade para tomar decisões está centrada no topo da organização.

Com a descentralização, a autoridade de tomar decisões é delegada aos níveis baixos da organização. A centralização enfatiza as relações escalares, isto é, a cadeia de comando. A organização é desenhada dentro da premissa de que o indivíduo no topo possui a mais alta autoridade e que a autoridade dos demais indivíduos é escalada para baixo, de acordo com sua posição relativa no organograma. A cadeia escalar — ou cadeia de comando — está intimamente relacionada à unidade de comando.

Com relação as vantagens, a centralização foi valorizada no passado devido a esses fatores:

As decisões são tomadas por pessoas que têm visão global da empresa; os tomadores de decisão no topo são mais bem treinados e preparados do que os dos níveis mais baixos; as decisões são mais consistentes com os objetivos empresariais globais; a centralização elimina esforços duplicados de vários tomadores de decisão e reduz custos operacionais; funções — como compras e tesouraria — permitem maior especialização e vantagens com a centralização.

As desvantagens aparecem com as seguintes características:

As decisões tomadas na cúpula estão distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias; os tomadores de decisão no topo têm pouco contato com as pessoas e situações envolvidas; as linhas de comunicação ao longo da cadeia escalar provocam demoras e maior custo operacional; as decisões passam pela cadeia escalar através de pessoas intermediárias e possibilitam distorções no processo de comunicação das decisões.

A descentralização faz com que as decisões sejam pulverizadas para os níveis mais baixos da organização. A tendência moderna é descentralizar para dar melhor utilização dos recursos humanos. O princípio que rege a descentralização é assim definido: a autoridade para tomar ou iniciar a ação deve ser delegada tão próximo da cena quanto possível. A descentralização é tanto maior quanto: as decisões importantes são tomadas nos níveis mais baixos da hierarquia e menor a supervisão sobre as decisões tomadas. A descentralização significa relativa autonomia e independência para tomar decisões. Ocorre quando não há nenhum controle direto sobre a tomada de decisão.


Por fim, a descentralização em si não é boa nem má. Ela depende das circunstâncias, além de permitir que as decisões sejam tomadas pelas unidades situadas nos níveis mais baixos da organização, proporcionando um considerável aumento de eficiência, porém tem certas desvantagens, como a falta de uniformidade. É, justamente, nesse aspecto que há a relação entre centralização e descentralização com relação à Teoria Neoclássica, no momento em que ela exigia uma padronização com centralidade de autoridade, enquanto a Administração Científica valorizava a descentralização da autoridade.


Fonte:http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Teoria_Neoclassica.htm

Acesso em 13 de out. de 2018.

Fonte:http://www.academia.edu/6821117/RESUMO_TEORIA_NEOCLASSICA_DA_ADMINISTRACAO

Acesso em 13 de out de 2018.

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