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Descreva como uma bactéria produz seus mecanismos infecciosos e como as estruturas essenciais e não essenciais contribuem para esta infecção

MicrobiologiaUNIVERSO

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Há mais de um mês

As estruturas essenciais das bactérias seriam a parede celular, citoplasma, material genético e ribossomos, já algumas estruturas não essenciais de bactérias são: cápsula/glicocálice, flagelo e fímbrias.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas.

Para iniciar a infecção, as bactérias precisam se aderir às células e tecidos do hospedeiro através da ação de adesinas, moléculas localizadas nas fímbrias e no glicocálice, em seguida, precisa ocorrer a invasão nas células hospedeiras e este processo tem participação das invasinas, que provocam alterações no citoesqueleto de células não-fagocíticas que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópodos e fagocitando a bactéria. Já no hospedeiro, as células bacterianas se multiplicam e sobreviverão de acordo com as condições encontradas, como por exemplo a disponibilidade de nutrientes. Além disso, as bactérias terão que lidar com os mecanismos de defesa do hospedeiro, como a fagocitose. Duas estruturas que podem auxiliar na resistência à fagocitose são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre pela corrente sanguínea e o dano ao tecido é causado pela ação de toxinas, algumas delas com estrutura protéica são produzidas nos ribossomos.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas. No processo de aderência há a participação de adesinas, que estão presentes nas fímbrias e o glicocálice. A proliferação acontecerá de acordo com a disponibilidade de nutrientes e outras substâncias para as bactérias, além disso, precisarão sobreviver aos mecanismos de defesa do hospedeiros e duas estruturas que podem auxiliar na resistência são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre através da corrente sanguínea e os danos ao tecido são causados pela produção de toxinas, caso a natureza da toxina seja protéica, a produção ocorre nos ribossomos.

As estruturas essenciais das bactérias seriam a parede celular, citoplasma, material genético e ribossomos, já algumas estruturas não essenciais de bactérias são: cápsula/glicocálice, flagelo e fímbrias.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas.

Para iniciar a infecção, as bactérias precisam se aderir às células e tecidos do hospedeiro através da ação de adesinas, moléculas localizadas nas fímbrias e no glicocálice, em seguida, precisa ocorrer a invasão nas células hospedeiras e este processo tem participação das invasinas, que provocam alterações no citoesqueleto de células não-fagocíticas que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópodos e fagocitando a bactéria. Já no hospedeiro, as células bacterianas se multiplicam e sobreviverão de acordo com as condições encontradas, como por exemplo a disponibilidade de nutrientes. Além disso, as bactérias terão que lidar com os mecanismos de defesa do hospedeiro, como a fagocitose. Duas estruturas que podem auxiliar na resistência à fagocitose são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre pela corrente sanguínea e o dano ao tecido é causado pela ação de toxinas, algumas delas com estrutura protéica são produzidas nos ribossomos.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas. No processo de aderência há a participação de adesinas, que estão presentes nas fímbrias e o glicocálice. A proliferação acontecerá de acordo com a disponibilidade de nutrientes e outras substâncias para as bactérias, além disso, precisarão sobreviver aos mecanismos de defesa do hospedeiros e duas estruturas que podem auxiliar na resistência são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre através da corrente sanguínea e os danos ao tecido são causados pela produção de toxinas, caso a natureza da toxina seja protéica, a produção ocorre nos ribossomos.

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Anderson

Há mais de um mês

de acordo com seus genes 

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Andre

Há mais de um mês

As estruturas essenciais das bactérias seriam a parede celular, citoplasma, material genético e ribossomos, já algumas estruturas não essenciais de bactérias são: cápsula/glicocálice, flagelo e fímbrias.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas.

Para iniciar a infecção, as bactérias precisam se aderir às células e tecidos do hospedeiro através da ação de adesinas, moléculas localizadas nas fímbrias e no glicocálice, em seguida, precisa ocorrer a invasão nas células hospedeiras e este processo tem participação das invasinas, que provocam alterações no citoesqueleto de células não-fagocíticas que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópodos e fagocitando a bactéria. Já no hospedeiro, as células bacterianas se multiplicam e sobreviverão de acordo com as condições encontradas, como por exemplo a disponibilidade de nutrientes. Além disso, as bactérias terão que lidar com os mecanismos de defesa do hospedeiro, como a fagocitose. Duas estruturas que podem auxiliar na resistência à fagocitose são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre pela corrente sanguínea e o dano ao tecido é causado pela ação de toxinas, algumas delas com estrutura protéica são produzidas nos ribossomos.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas. No processo de aderência há a participação de adesinas, que estão presentes nas fímbrias e o glicocálice. A proliferação acontecerá de acordo com a disponibilidade de nutrientes e outras substâncias para as bactérias, além disso, precisarão sobreviver aos mecanismos de defesa do hospedeiros e duas estruturas que podem auxiliar na resistência são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre através da corrente sanguínea e os danos ao tecido são causados pela produção de toxinas, caso a natureza da toxina seja protéica, a produção ocorre nos ribossomos.

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Andre

Há mais de um mês

As estruturas essenciais das bactérias seriam a parede celular, citoplasma, material genético e ribossomos, já algumas estruturas não essenciais de bactérias são: cápsula/glicocálice, flagelo e fímbrias.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas.

Para iniciar a infecção, as bactérias precisam se aderir às células e tecidos do hospedeiro através da ação de adesinas, moléculas localizadas nas fímbrias e no glicocálice, em seguida, precisa ocorrer a invasão nas células hospedeiras e este processo tem participação das invasinas, que provocam alterações no citoesqueleto de células não-fagocíticas que emitem uma projeção da membrana plasmática semelhante a pseudópodos e fagocitando a bactéria. Já no hospedeiro, as células bacterianas se multiplicam e sobreviverão de acordo com as condições encontradas, como por exemplo a disponibilidade de nutrientes. Além disso, as bactérias terão que lidar com os mecanismos de defesa do hospedeiro, como a fagocitose. Duas estruturas que podem auxiliar na resistência à fagocitose são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre pela corrente sanguínea e o dano ao tecido é causado pela ação de toxinas, algumas delas com estrutura protéica são produzidas nos ribossomos.


O processo de infecção pode ser dividido em quatro etapas: aderência, proliferação, invasão de tecidos e danos por toxinas. No processo de aderência há a participação de adesinas, que estão presentes nas fímbrias e o glicocálice. A proliferação acontecerá de acordo com a disponibilidade de nutrientes e outras substâncias para as bactérias, além disso, precisarão sobreviver aos mecanismos de defesa do hospedeiros e duas estruturas que podem auxiliar na resistência são a parede celular e o glicocálice. A migração para tecidos-alvo ocorre através da corrente sanguínea e os danos ao tecido são causados pela produção de toxinas, caso a natureza da toxina seja protéica, a produção ocorre nos ribossomos.

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