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Após uma fratura, a reconstrução ossea deixa alguma cicatriz à nivel perióstico?

Sei que pode existir uma redução longitudinal quando acontece uma fragmentação, mas se este cenário for excluído, a estrutura óssea apresenta alguma característica que identifica a existência de uma fratura (seja com o uso de Raio X ou mesmo com técnicas palpatória)?

4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

O periósteo é constituído por um delicado tecido conjuntivo fibroso que reveste cada elemento do esqueleto como uma bainha, exceto nos locais de cartilagem articular.


Após uma fratura, forma-se um coágulo nas extremidades dos ossos lesionados em virtude do rompimento de vasos sanguíneos presentes no interior dessas estruturas e da liberação de sangue. Esse coágulo logo é invadido por capilares e fibroblastos, que o transformam em uma massa dura bastante semelhante a uma cartilagem. Essa estrutura é chamada de calo temporário e não é formada por ossos, por isso não é visualizada em exames com raio X.


No calo temporário ocorre uma grande proliferação de células osteogênicas, ou seja, que são capazes de formar os ossos. Os osteoblastos formam então o chamado calo ósseo, que gradativamente vai surgindo em substituição ao calo temporário. Esse novo calo é capaz de evitar que o local da fratura seja movimentado, porém ainda não apresenta a resistência comum de um osso. Ele pode ser visualizado em exames com raio X e também apalpado.


Assim, a reconstrução óssea deixa cicatriz a nível perióstico: um calo ósseo que pode observado em exames com raio X e/ou palpação.

Fontes:

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/o-periosteo-e-a-nutricao-ossea/37467

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cicatrizacao-fraturas.htm

O periósteo é constituído por um delicado tecido conjuntivo fibroso que reveste cada elemento do esqueleto como uma bainha, exceto nos locais de cartilagem articular.


Após uma fratura, forma-se um coágulo nas extremidades dos ossos lesionados em virtude do rompimento de vasos sanguíneos presentes no interior dessas estruturas e da liberação de sangue. Esse coágulo logo é invadido por capilares e fibroblastos, que o transformam em uma massa dura bastante semelhante a uma cartilagem. Essa estrutura é chamada de calo temporário e não é formada por ossos, por isso não é visualizada em exames com raio X.


No calo temporário ocorre uma grande proliferação de células osteogênicas, ou seja, que são capazes de formar os ossos. Os osteoblastos formam então o chamado calo ósseo, que gradativamente vai surgindo em substituição ao calo temporário. Esse novo calo é capaz de evitar que o local da fratura seja movimentado, porém ainda não apresenta a resistência comum de um osso. Ele pode ser visualizado em exames com raio X e também apalpado.


Assim, a reconstrução óssea deixa cicatriz a nível perióstico: um calo ósseo que pode observado em exames com raio X e/ou palpação.

Fontes:

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/o-periosteo-e-a-nutricao-ossea/37467

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cicatrizacao-fraturas.htm

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Andre

Há mais de um mês

O periósteo é constituído por um delicado tecido conjuntivo fibroso que reveste cada elemento do esqueleto como uma bainha, exceto nos locais de cartilagem articular.


Após uma fratura, forma-se um coágulo nas extremidades dos ossos lesionados em virtude do rompimento de vasos sanguíneos presentes no interior dessas estruturas e da liberação de sangue. Esse coágulo logo é invadido por capilares e fibroblastos, que o transformam em uma massa dura bastante semelhante a uma cartilagem. Essa estrutura é chamada de calo temporário e não é formada por ossos, por isso não é visualizada em exames com raio X. 


No calo temporário ocorre uma grande proliferação de células osteogênicas, ou seja, que são capazes de formar os ossos. Os osteoblastos formam então o chamado calo ósseo, que gradativamente vai surgindo em substituição ao calo temporário. Esse novo calo é capaz de evitar que o local da fratura seja movimentado, porém ainda não apresenta a resistência comum de um osso. Ele pode ser visualizado em exames com raio X e também apalpado.


Assim, a reconstrução óssea deixa cicatriz a nível perióstico: um calo ósseo que pode observado em exames com raio X e/ou palpação.

Fontes:

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/o-periosteo-e-a-nutricao-ossea/37467

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cicatrizacao-fraturas.htm

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Andre

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O periósteo é constituído por um delicado tecido conjuntivo fibroso que reveste cada elemento do esqueleto como uma bainha, exceto nos locais de cartilagem articular.


Após uma fratura, forma-se um coágulo nas extremidades dos ossos lesionados em virtude do rompimento de vasos sanguíneos presentes no interior dessas estruturas e da liberação de sangue. Esse coágulo logo é invadido por capilares e fibroblastos, que o transformam em uma massa dura bastante semelhante a uma cartilagem. Essa estrutura é chamada de calo temporário e não é formada por ossos, por isso não é visualizada em exames com raio X.


No calo temporário ocorre uma grande proliferação de células osteogênicas, ou seja, que são capazes de formar os ossos. Os osteoblastos formam então o chamado calo ósseo, que gradativamente vai surgindo em substituição ao calo temporário. Esse novo calo é capaz de evitar que o local da fratura seja movimentado, porém ainda não apresenta a resistência comum de um osso. Ele pode ser visualizado em exames com raio X e também apalpado.


Assim, a reconstrução óssea deixa cicatriz a nível perióstico: um calo ósseo que pode observado em exames com raio X e/ou palpação.

Fontes:

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/o-periosteo-e-a-nutricao-ossea/37467

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/cicatrizacao-fraturas.htm

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