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Evolução do conceito de culpabilidade


2 resposta(s)

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Estudante

Há mais de um mês

O conceito de culpabilidade passou por 4 fases conforme a doutrina majoritária. 

A primeira fase é da teoria psicológica da culpabilidade e menciona que faziam parte dela a imputabilidade mais o dolo (normativo - consciência da ilicitude) ou culpa.

Na segunda fase que é a teoria normativa ou psicológico-normativa a culpabilidade ganha o elemento da exigibilidade da conduta diversa.

Na terceira fase que é a teoria normativa pura dolo e culpa saem da culpabilidade e essa é constituída agora pelos seguintes elementos: imputabilidade, potencial consciência sobre a ilicitude do fato e exigibilidade de conduta diversa.

Na quarta fase que é a teoria limitada que foi adotada pelo Código Penal possui os mesmos elementos da terceira fase (imputabilidade, potencial consciência sobre a ilicitude do fato e exigibilidade de conduta diversa) sendo a diferenciado o tratamento das descriminantes putativas. 

O conceito de culpabilidade passou por 4 fases conforme a doutrina majoritária. 

A primeira fase é da teoria psicológica da culpabilidade e menciona que faziam parte dela a imputabilidade mais o dolo (normativo - consciência da ilicitude) ou culpa.

Na segunda fase que é a teoria normativa ou psicológico-normativa a culpabilidade ganha o elemento da exigibilidade da conduta diversa.

Na terceira fase que é a teoria normativa pura dolo e culpa saem da culpabilidade e essa é constituída agora pelos seguintes elementos: imputabilidade, potencial consciência sobre a ilicitude do fato e exigibilidade de conduta diversa.

Na quarta fase que é a teoria limitada que foi adotada pelo Código Penal possui os mesmos elementos da terceira fase (imputabilidade, potencial consciência sobre a ilicitude do fato e exigibilidade de conduta diversa) sendo a diferenciado o tratamento das descriminantes putativas. 

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MICHELLE

Há mais de um mês

A crise que envolve a culpabilidade passa por toda sua estrutura.Atinge seu fundamento de base ontológica, passa por seus elementos constitutivos, e termina por questionar sua qualidade de limitadora da pena.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes