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Qual a teoria adota de forma dominante pelo nosso ordenamento jurídico para explicar o conceito de consumidor?


7 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para isso, vamos entender um pouco a respeito do Código de Defesa do Consumidor.
O Código do Consumidor tem como finalidade proteger a parte mais fraca na relação jurídica, que é o consumidor. Mas algumas leis conceituam o consumidor de forma semelhante.

Na lei 8.078, mais conhecida como Código do Consumidor, em seu capítulo I, artigo 2º, conceitua o consumidor como:

"Toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviço como destinatário final da relação de consumo."

Para ratificar isso, podemos citar também o conceito de Consumidor Intermediário, de acordo com a jurisprudência da ministra do STF Nancy Andrighi, pois nela podemos entender que o conceito ficou restrito à pessoa física ou jurídica que adquire o produto no mercado a fim de consumí-lo, aquele que consome o bem ou serviço sem destiná-lo à revenda ou ao insumo de atividade econômica.


Além dos conceitos apresentados, podemos ainda elencar os indivíduos equiparados ao consumidor, que indica que a coletividade de pessoas, vítimas de acidente de consumo, pessoas determináveis ou não, expostas às práticas comerciais.
Para isso, vamos entender um pouco a respeito do Código de Defesa do Consumidor.
O Código do Consumidor tem como finalidade proteger a parte mais fraca na relação jurídica, que é o consumidor. Mas algumas leis conceituam o consumidor de forma semelhante.

Na lei 8.078, mais conhecida como Código do Consumidor, em seu capítulo I, artigo 2º, conceitua o consumidor como:

"Toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviço como destinatário final da relação de consumo."

Para ratificar isso, podemos citar também o conceito de Consumidor Intermediário, de acordo com a jurisprudência da ministra do STF Nancy Andrighi, pois nela podemos entender que o conceito ficou restrito à pessoa física ou jurídica que adquire o produto no mercado a fim de consumí-lo, aquele que consome o bem ou serviço sem destiná-lo à revenda ou ao insumo de atividade econômica.


Além dos conceitos apresentados, podemos ainda elencar os indivíduos equiparados ao consumidor, que indica que a coletividade de pessoas, vítimas de acidente de consumo, pessoas determináveis ou não, expostas às práticas comerciais.
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João

Há mais de um mês

boa noite, sua pergunta tem grande pertinência e relevância para o direito e segundo o STJ, em diversos julgados adotou a Teoria finalista mitigada , que admite em caráter excepcional e pontuais de casos que pessoas físicas ou jurídicas que com compram para revender possam se valer do CDC ( vulnerabilidade sob o prisma econômico).
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João

Há mais de um mês

se for do seu trabalho interesse em aprofundar o assunto, favor pesquisar a jurisprudência do STJ ( tribunal da cidadania).

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas