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(Fisiologia) Qual a teoria de cremalheira?

Fisiologia I

UNINTER


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder a essa pergunta vamos colocar em prática nosso conhecimento sobre Fisiologia.


A disciplina que estuda as células e os tecidos do corpo humano, assim como, essas organelas se organizam para formarem os órgãos. Sendo assim, os Tecidos são divididos em quatro principais: Nervoso, Epitelial, Muscular e Conjuntivo. O assunto tratado compõe o tecido muscular estriado esquelético e a sua forma de contração, visto que, para que isso ocorra haverá um impulso nervoso que irá liberar o cálcio, por conseguinte libera a TnC fazendo com que a Troponina gire de modo a ligar com o cálcio deixando o sítio ativo descoberto, nesse instante a cabeça da miosina liga-se a actina e a Adenosina Trifosfato se dissolve em Adenosina Difostato e energia, gerando o movimento da cabeça da miosina. Por consequência dessa conversão da miosina, o filamento fino desliza sobre o filamento grosso. Esse processo, que se repete muitas vezes durante um ciclo de contração, leva a uma sobreposição completa dos filamentos de actina e miosina e ao encurtamento da fibra muscular. Atualmente, se tem o conhecimento que de fato para ocorrer a contração muscular é necessário todo o processo descrito acima, contudo, nos primórdios foi elaborada uma teoria denominada “sempre em frente [walk-along]” ou “teoria da cremalheira) ”.


Resumindo, todo esse processo que ocorre para que haja a contração muscular é denominado Teoria da cremalheira

Para responder a essa pergunta vamos colocar em prática nosso conhecimento sobre Fisiologia.


A disciplina que estuda as células e os tecidos do corpo humano, assim como, essas organelas se organizam para formarem os órgãos. Sendo assim, os Tecidos são divididos em quatro principais: Nervoso, Epitelial, Muscular e Conjuntivo. O assunto tratado compõe o tecido muscular estriado esquelético e a sua forma de contração, visto que, para que isso ocorra haverá um impulso nervoso que irá liberar o cálcio, por conseguinte libera a TnC fazendo com que a Troponina gire de modo a ligar com o cálcio deixando o sítio ativo descoberto, nesse instante a cabeça da miosina liga-se a actina e a Adenosina Trifosfato se dissolve em Adenosina Difostato e energia, gerando o movimento da cabeça da miosina. Por consequência dessa conversão da miosina, o filamento fino desliza sobre o filamento grosso. Esse processo, que se repete muitas vezes durante um ciclo de contração, leva a uma sobreposição completa dos filamentos de actina e miosina e ao encurtamento da fibra muscular. Atualmente, se tem o conhecimento que de fato para ocorrer a contração muscular é necessário todo o processo descrito acima, contudo, nos primórdios foi elaborada uma teoria denominada “sempre em frente [walk-along]” ou “teoria da cremalheira) ”.


Resumindo, todo esse processo que ocorre para que haja a contração muscular é denominado Teoria da cremalheira

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Andre Smaira

Há mais de um mês

Para responder a essa pergunta vamos colocar em prática nosso conhecimento sobre Fisiologia.


A disciplina que estuda as células e os tecidos do corpo humano, assim como, essas organelas se organizam para formarem os órgãos. Sendo assim, os Tecidos são divididos em quatro principais: Nervoso, Epitelial, Muscular e Conjuntivo. O assunto tratado compõe o tecido muscular estriado esquelético e a sua forma de contração, visto que, para que isso ocorra haverá um impulso nervoso que irá liberar o cálcio, por conseguinte libera a TnC fazendo com que a Troponina gire de modo a ligar com o cálcio deixando o sítio ativo descoberto, nesse instante a cabeça da miosina liga-se a actina e a Adenosina Trifosfato se dissolve em Adenosina Difostato e energia, gerando o movimento da cabeça da miosina. Por consequência dessa conversão da miosina, o filamento fino desliza sobre o filamento grosso. Esse processo, que se repete muitas vezes durante um ciclo de contração, leva a uma sobreposição completa dos filamentos de actina e miosina e ao encurtamento da fibra muscular. Atualmente, se tem o conhecimento que de fato para ocorrer a contração muscular é necessário todo o processo descrito acima, contudo, nos primórdios foi elaborada uma teoria denominada “sempre em frente [walk-along]” ou “teoria da cremalheira) ”.


Resumindo, todo esse processo que ocorre para que haja a contração muscular é denominado Teoria da cremalheira

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Paula Mazzotti

Há mais de um mês

Quando os íons cálcio reagem com a troponina C, admite-se que o complexo

da troponina sofra alteração conformacional que, de algum modo, traciona a molécula de tropomiosina e, supostamente, a empurra mais profundamente para o fundo do sulco entre os dois filamentos de actina. Isso "descobre" os sítios ativos da actina, o que permite o desenvolvimento da contração. Embora esse seja um mecanismo hipotético , ele enfatiza, todavia, que a relação normal entre o complexo troponina-tropomiosina e a actina é modificada pelos íons cálcio, produzindo nova condição que leva à contração. A interação entre o filamento "ativado" de actina e as pontes cruzadas da miosina - a teoria do "sempre em frente" da contração. Tão logo o filamento de actina seja ativado pelos íons cálcio, as cabeças das pontes cruzadas imediatamente são fixadas aos sítios ativos do filamento de actina e isso, de alguma maneira, faz com que aconteça a contração. Embora ainda seja desconhecido o modo preciso como essa interação entr e as pontes cruzadas e a actina produz a contração, foi proposta uma hipótese baseada em evidências consideráveis, que foi chamada de teoria do "sempre em frente" ou teoria da cremalheira da construção.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas