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Descreva quantas moléculas de ATP são geradas na fase anaeróbia e na fase aeróbia.

Bioquímica I

FADIMAB


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Leilane Lopes Verified user icon

Há mais de um mês

Na fase anaeróbica como não há o oxigênio para ser o aceptor final de eletrons na cadeia transportadora de elétrons temos nas celulas animais o piruvato sendo direcionado para a fermentação láctica e nas leveduras para a fermentação alcoolica. Nesse momento, ao final da glicólise, temos a oxidação do carregador de eletrons NADH.H+ que foi reduzido na 7 etapa da glicólise. PAra que ele possa retornar a glicólise. Então como o final da glicólise nos temos gerados 4 ATPS, menos os dois ATPs gastos na fase de investimento da glicólise, temos como saldo final da fase anaérobica, apenas 2 ATPS.

Já na fase aeróbica, como temos o oxigênio como aceptor final de elétrons, na cadeia transportador de eletrons, o piruvato é capaz de entrar na mitocondria pelo complexo piruvato descarboxilase, ele entra como um grupamento acetil, se ligando ao oxaloacetato e dando início ao ciclo de krebs (ciclo do ácido citrico). Nesse ciclo temos a redução de vários transportadores de eletrons, com caso NAD e FAD. Eles levam seus eletrons e ions de hidrogênio até a cadeia transportadora de eletrons, que alimenta a matriz mitocondrial, gerando assim um gradiente de concentração favorável para que a ATPase possa regenerar as moleculas de ATP. Assim a cada ions de hidrogênio do NAD temos a regeneração de 2,5 moléculas de ATP e para os ions de FAD, temos 1,5 moléculas de ATP, o que ao final da fosforilação oxidativa, temos em média 120 a 130 moléculas de ATP sendo regeneradas. 

Na fase anaeróbica como não há o oxigênio para ser o aceptor final de eletrons na cadeia transportadora de elétrons temos nas celulas animais o piruvato sendo direcionado para a fermentação láctica e nas leveduras para a fermentação alcoolica. Nesse momento, ao final da glicólise, temos a oxidação do carregador de eletrons NADH.H+ que foi reduzido na 7 etapa da glicólise. PAra que ele possa retornar a glicólise. Então como o final da glicólise nos temos gerados 4 ATPS, menos os dois ATPs gastos na fase de investimento da glicólise, temos como saldo final da fase anaérobica, apenas 2 ATPS.

Já na fase aeróbica, como temos o oxigênio como aceptor final de elétrons, na cadeia transportador de eletrons, o piruvato é capaz de entrar na mitocondria pelo complexo piruvato descarboxilase, ele entra como um grupamento acetil, se ligando ao oxaloacetato e dando início ao ciclo de krebs (ciclo do ácido citrico). Nesse ciclo temos a redução de vários transportadores de eletrons, com caso NAD e FAD. Eles levam seus eletrons e ions de hidrogênio até a cadeia transportadora de eletrons, que alimenta a matriz mitocondrial, gerando assim um gradiente de concentração favorável para que a ATPase possa regenerar as moleculas de ATP. Assim a cada ions de hidrogênio do NAD temos a regeneração de 2,5 moléculas de ATP e para os ions de FAD, temos 1,5 moléculas de ATP, o que ao final da fosforilação oxidativa, temos em média 120 a 130 moléculas de ATP sendo regeneradas. 

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Ana Lucia

Há mais de um mês

Glicólise anaeróbicaGlicólise anaeróbica é uma forma de glicólise onde duas moléculas de ATP são geradas para cada molécula de glicose convertida em lactato, e caracteriza-se pela ausência (ou limitação) de Oxigênio.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas