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Como são as instalações de um laboratório de Análise Clínicas?

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1 resposta(s)

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Thais

Há mais de um mês

Instalação de Laboratório de Análises Clínicas

Introdução

 

  • A implantação de um laboratório de Análises Clínicas deve ser feita de maneira planejada, respeitando as Normas Operacionais. Desta forma, na organização da rede laboratorial é fundamental considerar as especificidades regionais, as necessidades da saúde da população, a infra-estrutura existente, disponibilidade de recursos humanos, relação custo-benefício da incorporação tecnológica, critérios para a otimização dos serviços, parâmetros de qualidade, legislação em vigor e viabilidade econômica. Espera-se que os gestores particulares, estaduais e municipais sigam as proposições aqui apresentadas.

A Complexidade dos Laboratórios Clínicos está diretamente ligada a(o):

  • Tipo e a quantidade de exames.

  • Escolha de metodologias

  • Características dos equipamentos

  • Disponibilidade de profissionais especializados.

Como definir número, perfil, porte e distribuição dos serviços de LAC

  • População de abrangência

  • Parâmetros assistenciais

  • Parâmetros de rendimentos dos equipamentos

  • Critérios de otimização dos reativos (incluindo o tempo de estabilidade)

  • Tempo de conservação do material

  • Valor do procedimento.

Podem ser classificados em quatro grupos principais:

  • Grupo A

  • Grupo B

  • Grupo C

  • Grupo D

GRUPO A

  • Exames mais frequentes na prática clínica.

  • Hemograma, glicemia, parasitológico de fezes, elementos anormais e sedimentos da urina (EAS), urinoculturas, sorologias para HIV, entre outros.

  • É o primeiro de referência em média complexidade.

  • População de abrangência de, no mínimo, 25.000 habitantes.

GRUPO B

  • Solicitados com menor freqüência que os do grupo A

  • Dosagem de lípase, dosagem de hormônio, hemoculturas.

  • São de abrangência microrregional e ou regional.

GRUPO C

  • Exames de média Complexidade (MC).

  • Dosagem de drogas terapêuticas.

  • Dos fatores de coagulação.

  • Mielograma .

  • Pesquisa de erros inatos do metabolismo.

  • São ofertados geralmente a nível regional e ou estadual.

GRUPO D

  • São aqueles de maior complexidade e custo.

  • Imunofenotipagens.

  • Carga viral.

  • Exames de histocompatibilidade.

  • Diagnóstico em genética e na patologia ocupacional.

  • A oferta desses exames em geral só é possível em nível regional e ou estadual.

 

Planta Baixa de um LAC

Materiais e Equipamentos permanentes em um Posto de Coleta

Outros Materiais e Equipamentos de um Laboratório Clínico

Conclusão

  • De acordo com o que foi apresentado, concluímos que a instalação de um Laboratório de Análises Clínicas é algo muito complexo e que de ser feito somente após uma pesquisa de mercado, identificando a população de abrangência e o conjunto de ações necessárias a serem ofertadas; adotando as tecnologias mais pertinentes para determinados tipos de exames em cada situação específica; avaliando a qualificação técnica dos profissionais; as condições estruturais de trabalho para se obter a relação custo-benefício do mesmo e assegurar resultados legítimos aos pacientes.

Instalação de Laboratório de Análises Clínicas

Introdução

 

  • A implantação de um laboratório de Análises Clínicas deve ser feita de maneira planejada, respeitando as Normas Operacionais. Desta forma, na organização da rede laboratorial é fundamental considerar as especificidades regionais, as necessidades da saúde da população, a infra-estrutura existente, disponibilidade de recursos humanos, relação custo-benefício da incorporação tecnológica, critérios para a otimização dos serviços, parâmetros de qualidade, legislação em vigor e viabilidade econômica. Espera-se que os gestores particulares, estaduais e municipais sigam as proposições aqui apresentadas.

A Complexidade dos Laboratórios Clínicos está diretamente ligada a(o):

  • Tipo e a quantidade de exames.

  • Escolha de metodologias

  • Características dos equipamentos

  • Disponibilidade de profissionais especializados.

Como definir número, perfil, porte e distribuição dos serviços de LAC

  • População de abrangência

  • Parâmetros assistenciais

  • Parâmetros de rendimentos dos equipamentos

  • Critérios de otimização dos reativos (incluindo o tempo de estabilidade)

  • Tempo de conservação do material

  • Valor do procedimento.

Podem ser classificados em quatro grupos principais:

  • Grupo A

  • Grupo B

  • Grupo C

  • Grupo D

GRUPO A

  • Exames mais frequentes na prática clínica.

  • Hemograma, glicemia, parasitológico de fezes, elementos anormais e sedimentos da urina (EAS), urinoculturas, sorologias para HIV, entre outros.

  • É o primeiro de referência em média complexidade.

  • População de abrangência de, no mínimo, 25.000 habitantes.

GRUPO B

  • Solicitados com menor freqüência que os do grupo A

  • Dosagem de lípase, dosagem de hormônio, hemoculturas.

  • São de abrangência microrregional e ou regional.

GRUPO C

  • Exames de média Complexidade (MC).

  • Dosagem de drogas terapêuticas.

  • Dos fatores de coagulação.

  • Mielograma .

  • Pesquisa de erros inatos do metabolismo.

  • São ofertados geralmente a nível regional e ou estadual.

GRUPO D

  • São aqueles de maior complexidade e custo.

  • Imunofenotipagens.

  • Carga viral.

  • Exames de histocompatibilidade.

  • Diagnóstico em genética e na patologia ocupacional.

  • A oferta desses exames em geral só é possível em nível regional e ou estadual.

 

Planta Baixa de um LAC

Materiais e Equipamentos permanentes em um Posto de Coleta

Outros Materiais e Equipamentos de um Laboratório Clínico

Conclusão

  • De acordo com o que foi apresentado, concluímos que a instalação de um Laboratório de Análises Clínicas é algo muito complexo e que de ser feito somente após uma pesquisa de mercado, identificando a população de abrangência e o conjunto de ações necessárias a serem ofertadas; adotando as tecnologias mais pertinentes para determinados tipos de exames em cada situação específica; avaliando a qualificação técnica dos profissionais; as condições estruturais de trabalho para se obter a relação custo-benefício do mesmo e assegurar resultados legítimos aos pacientes.

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