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como calcular perda de carga unitaria


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Há mais de um mês

Para resolver esta questão, utilizaremos conceitos da disciplina de “Fenômenos do Transporte”, mais especificamente de “Mecânica dos Fluidos”


Para calcular a perda de carga devido ao atrito num trecho retilíneo de um conduto, conhecido como perda distribuída ou maior, devemos usar a fórmula , onde f é o fator de atrito (ou fator de Darcy), que vale 64/Re no escoamento laminar e é função da rugosidade relativa do tubo e do número de Reynolds no escoamento turbulento (Obtido através do Diagrama de Moody). L é o comprimento do tubo, V é a velocidade média do escoamento na seção, D o diâmetro do tubo e g a aceleração da gravidade.

Para calcular as perdas localizadas (ou menores), devido a acidentes e acessórios presentes na tubulação (Válvulas, tês, estrangulamentos, expansões, curvas, entre outros), cada acidente ou acessório possui um coeficiente k, que é fornecido em tabelas de maneira padronizada. Neste caso, as perdas menores são calculadas pela equação , onde é a soma dos k’s associados a cada acidente ou acessório da tubulação.

Vale ressaltar que na forma em que ambas as equações foram escritas, o resultado vem na dimensão de comprimento, no SI em metros, ou seja, metros de coluna do fluido considerado. Para obter a perda de carga em termos de pressão, basta multiplicar esta altura de coluna de fluido pelo peso específico do mesmo.

Somando as perdas de carga distribuídas e localizadas, obtemos a perda de carga total ht:



Portanto, para se determinar a perda de carga unitária, devemos dividir a perda de carga total pelo comprimento considerado da tubulação:


Apesar de o resultado desta conta ser adimensional, frequentemente se expressa em , significando que a perda de carga unitária é imaginada como metros de coluna de fluido por metro de tubulação.


Fontes: “Fluid Mechanics”

Autor: Frank M. White

5a edição

Ed. McGraw Hill

“Fundamentos da Mecânica dos Fluidos”

Autores: Bruce R. Munson

Donald F. Young

Theodore H. Okiishi

Tradução da 4ª edição americana

Ed. Edgard Blücher

Para resolver esta questão, utilizaremos conceitos da disciplina de “Fenômenos do Transporte”, mais especificamente de “Mecânica dos Fluidos”


Para calcular a perda de carga devido ao atrito num trecho retilíneo de um conduto, conhecido como perda distribuída ou maior, devemos usar a fórmula , onde f é o fator de atrito (ou fator de Darcy), que vale 64/Re no escoamento laminar e é função da rugosidade relativa do tubo e do número de Reynolds no escoamento turbulento (Obtido através do Diagrama de Moody). L é o comprimento do tubo, V é a velocidade média do escoamento na seção, D o diâmetro do tubo e g a aceleração da gravidade.

Para calcular as perdas localizadas (ou menores), devido a acidentes e acessórios presentes na tubulação (Válvulas, tês, estrangulamentos, expansões, curvas, entre outros), cada acidente ou acessório possui um coeficiente k, que é fornecido em tabelas de maneira padronizada. Neste caso, as perdas menores são calculadas pela equação , onde é a soma dos k’s associados a cada acidente ou acessório da tubulação.

Vale ressaltar que na forma em que ambas as equações foram escritas, o resultado vem na dimensão de comprimento, no SI em metros, ou seja, metros de coluna do fluido considerado. Para obter a perda de carga em termos de pressão, basta multiplicar esta altura de coluna de fluido pelo peso específico do mesmo.

Somando as perdas de carga distribuídas e localizadas, obtemos a perda de carga total ht:



Portanto, para se determinar a perda de carga unitária, devemos dividir a perda de carga total pelo comprimento considerado da tubulação:


Apesar de o resultado desta conta ser adimensional, frequentemente se expressa em , significando que a perda de carga unitária é imaginada como metros de coluna de fluido por metro de tubulação.


Fontes: “Fluid Mechanics”

Autor: Frank M. White

5a edição

Ed. McGraw Hill

“Fundamentos da Mecânica dos Fluidos”

Autores: Bruce R. Munson

Donald F. Young

Theodore H. Okiishi

Tradução da 4ª edição americana

Ed. Edgard Blücher

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Andre Smaira

Há mais de um mês

Para resolver esta questão, utilizaremos conceitos da disciplina de “Fenômenos do Transporte”, mais especificamente de “Mecânica dos Fluidos”


Para calcular a perda de carga devido ao atrito num trecho retilíneo de um conduto, conhecido como perda distribuída ou maior, devemos usar a fórmula , onde f é o fator de atrito (ou fator de Darcy), que vale 64/Re no escoamento laminar e é função da rugosidade relativa do tubo e do número de Reynolds no escoamento turbulento (Obtido através do Diagrama de Moody). L é o comprimento do tubo, V é a velocidade média do escoamento na seção, D o diâmetro do tubo e g a aceleração da gravidade.

Para calcular as perdas localizadas (ou menores), devido a acidentes e acessórios presentes na tubulação (Válvulas, tês, estrangulamentos, expansões, curvas, entre outros), cada acidente ou acessório possui um coeficiente k, que é fornecido em tabelas de maneira padronizada. Neste caso, as perdas menores são calculadas pela equação , onde é a soma dos k’s associados a cada acidente ou acessório da tubulação.

Vale ressaltar que na forma em que ambas as equações foram escritas, o resultado vem na dimensão de comprimento, no SI em metros, ou seja, metros de coluna do fluido considerado. Para obter a perda de carga em termos de pressão, basta multiplicar esta altura de coluna de fluido pelo peso específico do mesmo.

Somando as perdas de carga distribuídas e localizadas, obtemos a perda de carga total ht:



Portanto, para se determinar a perda de carga unitária, devemos dividir a perda de carga total pelo comprimento considerado da tubulação:


Apesar de o resultado desta conta ser adimensional, frequentemente se expressa em , significando que a perda de carga unitária é imaginada como metros de coluna de fluido por metro de tubulação.


Fontes: “Fluid Mechanics”

Autor: Frank M. White

5a edição

Ed. McGraw Hill

“Fundamentos da Mecânica dos Fluidos”

Autores: Bruce R. Munson

Donald F. Young

Theodore H. Okiishi

Tradução da 4ª edição americana

Ed. Edgard Blücher

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Andre Smaira

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como calcular perda de carga unitaria

#conceitos-basicos-e-estatica-d


Para resolver esta questão, utilizaremos conceitos da disciplina de “Fenômenos do Transporte”, mais especificamente de “Mecânica dos Fluidos”


Para calcular a perda de carga devido ao atrito num trecho retilíneo de um conduto, conhecido como perda distribuída ou maior, devemos usar a fórmula , onde f é o fator de atrito (ou fator de Darcy), que vale 64/Re no escoamento laminar e é função da rugosidade relativa do tubo e do número de Reynolds no escoamento turbulento (Obtido através do Diagrama de Moody). L é o comprimento do tubo, V é a velocidade média do escoamento na seção, D o diâmetro do tubo e g a aceleração da gravidade.

Para calcular as perdas localizadas (ou menores), devido a acidentes e acessórios presentes na tubulação (Válvulas, tês, estrangulamentos, expansões, curvas, entre outros), cada acidente ou acessório possui um coeficiente k, que é fornecido em tabelas de maneira padronizada. Neste caso, as perdas menores são calculadas pela equação , onde é a soma dos k’s associados a cada acidente ou acessório da tubulação.

Vale ressaltar que na forma em que ambas as equações foram escritas, o resultado vem na dimensão de comprimento, no SI em metros, ou seja, metros de coluna do fluido considerado. Para obter a perda de carga em termos de pressão, basta multiplicar esta altura de coluna de fluido pelo peso específico do mesmo.

Somando as perdas de carga distribuídas e localizadas, obtemos a perda de carga total ht:



Portanto, para se determinar a perda de carga unitária, devemos dividir a perda de carga total pelo comprimento considerado da tubulação:


Apesar de o resultado desta conta ser adimensional, frequentemente se expressa em , significando que a perda de carga unitária é imaginada como metros de coluna de fluido por metro de tubulação.


Fontes: “Fluid Mechanics”

Autor: Frank M. White

5a edição

Ed. McGraw Hill

“Fundamentos da Mecânica dos Fluidos”

Autores: Bruce R. Munson

Donald F. Young

Theodore H. Okiishi

Tradução da 4ª edição americana

Ed. Edgard Blücher

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